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TEXTO VI

Os sinais de pontuação, na referida publicidade, contribuem para seu significado, ao expressarem
TEXTO V
Vídeo da Leo Burnett para campanha brasileira de adoção de animais mostra o lado nada fofo da venda de cachorros

A nova campanha criada pela agência Leo Burnett para a ONG paulistana PEA - Projeto Esperança Animal - chama a atenção pela qualidade e reforça a conscientização contra a compra de animais e a favor da adoção.
O vídeo de lançamento da campanha “Nada fofo” mostra de forma brilhante os bastidores cruéis da indústria dos filhotes de cães para venda em pet shops e feiras. Com o uso de bonecos animados manualmente e uma música composta especialmente para a peça, o vídeo de pouco mais de dois minutos e meio cativa e educa.
A ideia é mostrar ao possível comprador de filhotes que não se pode deixar levar pelo olhar inocente dos pequenos, é preciso agir com a razão. [...]
(Texto adaptado) Disponível em: <https://acontecendoaqui.com.br/propaganda/>. Acesso em: 10 jul. 2019.
De acordo com a imagem e o texto que se refere a ela, no slogan “Comprar um filhote de raça
pode ser nada fofo", é correto concluir que
TEXTO IV
GATO E SAPATO
(Compositores: Sérgio Sá e Cristina Reis; intérprete: Patrícia Marx)
Teto de sol ou de lua
Comida de quem lhe der
Cama pelo chão da rua
Aos pés de um poste qualquer
Feito de gato e sapato
Vida sem dono de cão
Voz que não pode falar, de fato
Mas uiva cada vez mais
Por compaixão
Oh, mundo gigante!
Ah, busca constante
Onde tudo é quase nada
Pois nada é bastante...
Bicho esquecido da gente
Gente a vagar que nem bicho
Numa mistura indigente
Catando resto de lixo
Na Bíblia a verdade grita
Leis sagradas no Alcorão
Lições de amor no Bhagavad-Gita
Aos mestres dizemos sim, vivendo não
Disponível em: : <https://www.letras.mus.br/patricia-marx/2000345>
TEXTO III
O FAZENDEIRO, SEU FILHO E O BURRO
Um fazendeiro e seu filho viajavam para o mercado, levando consigo um burro. Na estrada, encontraram umas moças salientes, que riram e zombaram deles:
- Já viram que bobos? Andando a pé, quando deviam montar no burro?
O fazendeiro, então, ordenou ao filho:
- Monte no burro, pois não devemos parecer ridículos.
O filho assim o fez.
Daí a pouco, passaram por uma aldeia. À porta de uma estalagem estavam uns velhos que comentaram:
- Ali vai um exemplo da geração moderna: o rapaz, muito bem refestelado no animal, enquanto o velho pai caminha, com suas pernas fatigadas.
- Talvez eles tenham razão, meu filho, disse o pai. Ficaria melhor se eu montasse e você fosse a pé. Trocaram então as posições.
Alguns quilômetros adiante, encontraram camponesas passeando, as quais disseram:
- A crueldade de alguns pais para com os filhos é tremenda! Aquele preguiçoso, muito bem instalado no burro, enquanto o pobre filho gasta as pernas. -
Suba na garupa, meu filho. Não quero parecer cruel - pediu o pai.
Assim, ambos montados no burro, entraram no mercado da cidade.
- Oh!!! Gritaram outros fazendeiros que se encontravam lá. Pobre burro, [...] carregando uma dupla carga! Não se trata um animal desta maneira. Os dois precisavam ser presos. Deviam carregar o burro às costas, em vez de este carregá-los.
O fazendeiro e o filho saltaram do animal e carregaram-no. Quando atravessavam uma ponte, o burro, que não estava se sentindo confortável, começou a escoicear com tanta energia que os dois caíram na água.
(Texto adaptado) Disponível em: <http://www.botucatu.sp gov.br/Eventos/2007/contHistorias/bauhistorias.pdf>
"Nunca ninguém disse que ele era um grande cachorro — ou mesmo um bom cachorro. Ele
era tão selvagem quanto uma banshee irlandesa e tão forte quanto um touro. Ele atravessava a
vida alegremente com um gosto mais frequentemente associado aos desastres naturais. Ele foi o
único cão que conheci que foi expulso da escola de adestramento”. E continuei: “Marley
mastigava almofadas, destruía telas, babava e revirava latas de lixo. Quanto à sua mente, vamos
apenas dizer que ele perseguiu seu rabo até o dia em que morreu, aparentemente convencido de
que estava a ponto de realizar um grande feito canino”. Ele não era só isso, no entanto, e descrevi sua intuição e empatia, sua delicadeza com crianças, seu coração puro. O que eu realmente queria contar era como este animal tocara nossas almas e nos
ensinara algumas das lições mais importantes de nossas vidas. “Uma pessoa pode aprender
muito com um cão, mesmo com um cão maluco como o nosso”, escrevi. “Marley me ensinou a
viver cada dia com alegria e exuberância desenfreadas, aproveitar cada momento e seguir o que
diz o coração. Ele me ensinou a apreciar coisas simples — um passeio pelo bosque, uma neve
recém-caída, uma soneca sob o sol de inverno. E enquanto envelhecia e adoecia, ensinou-me a manter o otimismo diante da adversidade. Principalmente, ele me ensinou sobre a amizade e o
altruísmo e, acima de tudo, sobre lealdade incondicional”. Era um conceito interessante que só então, após a morte dele, eu compreendia
inteiramente. Marley como mentor. Como professor e exemplo. Seria possível para um cachorro
— qualquer cachorro, mas principalmente um absolutamente incontrolável e maluco como o
nosso — mostrar aos seres humanos o que realmente importava na vida? Eu acreditava que sim.
Lealdade. Coragem. Devoção. Simplicidade. Alegria. E também as coisas que não tinham
importância. Um cão não precisa de carros modernos, palacetes ou roupas de grife. Símbolos de
status não significam nada para ele. Um pedaço de madeira encontrado na praia serve. Um cão
não julga os outros por sua cor, credo ou classe, mas por quem são por dentro. Um cão não se
importa se você é rico ou pobre, educado ou analfabeto, inteligente ou burro. Se você lhe der seu
coração, ele lhe dará o dele. É realmente muito simples, mas, mesmo assim, nós humanos, tão
mais sábios e sofisticados, sempre tivemos problemas para descobrir o que realmente importa ou
não. Enquanto eu escrevia a coluna de despedida para Marley, descobri que tudo estava bem à
nossa frente, se apenas pudéssemos ver. Às vezes, era preciso um cachorro com mau hálito,
péssimos modos e intenções puras para nos ajudar a ver. Terminei minha coluna, entreguei-a ao
meu editor e peguei o carro para voltar para casa, sentindo-me de algum modo mais leve, quase
flutuando, como se tivesse me livrado de um peso que nem sabia que carregava. (Texto adaptado). Disponível em:<http://colegioplante.com.br/wp-content/uploads/2016/05/IVIarley-Eu-John-Grogan.pdf>. Acesso em: 10 jul. 2019. Tanto o texto I quanto o texto III nos mostram a relação do homem com um animal. No primeiro, com um cachorro; no segundo, com um burro. A partir dessa premissa, é correto afirmar que
TEXTO III
O FAZENDEIRO, SEU FILHO E O BURRO
Um fazendeiro e seu filho viajavam para o mercado, levando consigo um burro. Na estrada, encontraram umas moças salientes, que riram e zombaram deles:
- Já viram que bobos? Andando a pé, quando deviam montar no burro?
O fazendeiro, então, ordenou ao filho:
- Monte no burro, pois não devemos parecer ridículos.
O filho assim o fez.
Daí a pouco, passaram por uma aldeia. À porta de uma estalagem estavam uns velhos que comentaram:
- Ali vai um exemplo da geração moderna: o rapaz, muito bem refestelado no animal, enquanto o velho pai caminha, com suas pernas fatigadas.
- Talvez eles tenham razão, meu filho, disse o pai. Ficaria melhor se eu montasse e você fosse a pé. Trocaram então as posições.
Alguns quilômetros adiante, encontraram camponesas passeando, as quais disseram:
- A crueldade de alguns pais para com os filhos é tremenda! Aquele preguiçoso, muito bem instalado no burro, enquanto o pobre filho gasta as pernas. -
Suba na garupa, meu filho. Não quero parecer cruel - pediu o pai.
Assim, ambos montados no burro, entraram no mercado da cidade.
- Oh!!! Gritaram outros fazendeiros que se encontravam lá. Pobre burro, [...] carregando uma dupla carga! Não se trata um animal desta maneira. Os dois precisavam ser presos. Deviam carregar o burro às costas, em vez de este carregá-los.
O fazendeiro e o filho saltaram do animal e carregaram-no. Quando atravessavam uma ponte, o burro, que não estava se sentindo confortável, começou a escoicear com tanta energia que os dois caíram na água.
(Texto adaptado) Disponível em: <http://www.botucatu.sp gov.br/Eventos/2007/contHistorias/bauhistorias.pdf>
TEXTO III
O FAZENDEIRO, SEU FILHO E O BURRO
Um fazendeiro e seu filho viajavam para o mercado, levando consigo um burro. Na estrada, encontraram umas moças salientes, que riram e zombaram deles:
- Já viram que bobos? Andando a pé, quando deviam montar no burro?
O fazendeiro, então, ordenou ao filho:
- Monte no burro, pois não devemos parecer ridículos.
O filho assim o fez.
Daí a pouco, passaram por uma aldeia. À porta de uma estalagem estavam uns velhos que comentaram:
- Ali vai um exemplo da geração moderna: o rapaz, muito bem refestelado no animal, enquanto o velho pai caminha, com suas pernas fatigadas.
- Talvez eles tenham razão, meu filho, disse o pai. Ficaria melhor se eu montasse e você fosse a pé. Trocaram então as posições.
Alguns quilômetros adiante, encontraram camponesas passeando, as quais disseram:
- A crueldade de alguns pais para com os filhos é tremenda! Aquele preguiçoso, muito bem instalado no burro, enquanto o pobre filho gasta as pernas. -
Suba na garupa, meu filho. Não quero parecer cruel - pediu o pai.
Assim, ambos montados no burro, entraram no mercado da cidade.
- Oh!!! Gritaram outros fazendeiros que se encontravam lá. Pobre burro, [...] carregando uma dupla carga! Não se trata um animal desta maneira. Os dois precisavam ser presos. Deviam carregar o burro às costas, em vez de este carregá-los.
O fazendeiro e o filho saltaram do animal e carregaram-no. Quando atravessavam uma ponte, o burro, que não estava se sentindo confortável, começou a escoicear com tanta energia que os dois caíram na água.
(Texto adaptado) Disponível em: <http://www.botucatu.sp gov.br/Eventos/2007/contHistorias/bauhistorias.pdf>
Uma empresa promoveu uma confraternização entre seus funcionários em um restaurante. O gerente do estabelecimento disponibilizou mesas com 6 lugares. Conforme os convidados chegavam, as mesas foram sendo juntadas, como apresentado na ilustração a seguir.

Sabendo-se que foram colocadas 27 mesas uma ao lado da outra, apresente a quantidade de
funcionários que compareceram à confraternização.
Medidas de capacidade são muito utilizadas em nosso cotidiano. Colher, xícara, copo e litro são medidas comuns nas receitas culinárias. Por definição, capacidade é uma grandeza que indica a quantidade de líquido ou gás que cabe em uma vasilha, em um recipiente.
A ilustração abaixo mostra vários recipientes cheios de água com capacidade de medidas diferentes.

Sabendo-se que você deverá encher uma garrafa com capacidade de 5 litros, sem sobrar ou faltar
água, indique os recipientes que serão necessários para encher essa garrafa.
A prática regular de atividades físicas é essencial para se ter uma vida saudável. Provavelmente, você deve ter ouvido isso inúmeras vezes.

Reconhecendo a importância da atividade física, o professor iniciou sua aula ensinando 5 exercícios físicos diferentes, cada um com 3 séries de repetição, com duração de 90 segundos em cada exercício e intervalos de 50 segundos de um para o outro. O tempo total de duração dessa atividade física, em minutos, é de:
Consumo de água por pessoa.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda um consumo máximo de 50 litros de água por dia, por pessoa. Entretanto, em muitos países desenvolvidos ou em desenvolvimento as pessoas consomem mais do que isso. Veja alguns exemplos:

Você sabia que um número de pessoas aproximadamente igual a 4 vezes a população do Brasil não tem acesso à água potável? Como se vê, o consumo de água é bastante desigual.
Para que possamos consumir apenas a quantidade recomendada pela OMS, precisamos economizar água. Observe o volume de água suficiente para realizarmos algumas atividades:

Com base nas informações presentes no texto, suponha que uma pessoa tome 3 banhos por dia,
lave suas mãos 2 vezes ao dia, escove os dentes 4 vezes e dê descarga 2 vezes ao dia.
Considerando a quantidade de água consumida por um brasileiro, o percentual de água que ela
consumiu durante um dia é de: