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TEXT II
The four-thousand-year-old computer
In 1901, a group of divers excavating an ancient Roman shipwreck near the island of Antikythera, off the southern coast of Greece, found a mysterious object - a lump of calcified stone that contained within it several gearwheels welded together after years under the sea. The 2,000-year-old object, no bigger than a modern laptop, is now regarded as the world's oldest computer, devised to predict solar eclipses and, according to recent findings, calculate the timing of the ancient Olympics. Following the efforts of an international team of scientists, the mysteries of the Antikythera Mechanism are uncovered, revealing surprising and awe-inspiring details of the object that continues to mystify.
(From: http://www.bbc.co.uk/programmes/b01hlkcq)
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The four-thousand-year-old computer
In 1901, a group of divers excavating an ancient Roman shipwreck near the island of Antikythera, off the southern coast of Greece, found a mysterious object - a lump of calcified stone that contained within it several gearwheels welded together after years under the sea. The 2,000-year-old object, no bigger than a modern laptop, is now regarded as the world's oldest computer, devised to predict solar eclipses and, according to recent findings, calculate the timing of the ancient Olympics. Following the efforts of an international team of scientists, the mysteries of the Antikythera Mechanism are uncovered, revealing surprising and awe-inspiring details of the object that continues to mystify.
(From: http://www.bbc.co.uk/programmes/b01hlkcq)
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The four-thousand-year-old computer
In 1901, a group of divers excavating an ancient Roman shipwreck near the island of Antikythera, off the southern coast of Greece, found a mysterious object - a lump of calcified stone that contained within it several gearwheels welded together after years under the sea. The 2,000-year-old object, no bigger than a modern laptop, is now regarded as the world's oldest computer, devised to predict solar eclipses and, according to recent findings, calculate the timing of the ancient Olympics. Following the efforts of an international team of scientists, the mysteries of the Antikythera Mechanism are uncovered, revealing surprising and awe-inspiring details of the object that continues to mystify.
(From: http://www.bbc.co.uk/programmes/b01hlkcq)
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The four-thousand-year-old computer
In 1901, a group of divers excavating an ancient Roman shipwreck near the island of Antikythera, off the southern coast of Greece, found a mysterious object - a lump of calcified stone that contained within it several gearwheels welded together after years under the sea. The 2,000-year-old object, no bigger than a modern laptop, is now regarded as the world's oldest computer, devised to predict solar eclipses and, according to recent findings, calculate the timing of the ancient Olympics. Following the efforts of an international team of scientists, the mysteries of the Antikythera Mechanism are uncovered, revealing surprising and awe-inspiring details of the object that continues to mystify.
(From: http://www.bbc.co.uk/programmes/b01hlkcq)
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O IDIOMA, VIVO OU MORTO?
Jorge Fernando dos Santos
O grande problema da língua pátria é que ela é viva e se renova a cada dia. Problema não para a própria língua, mas para os puristas, aqueles que fiscalizam o uso e o desuso do idioma. Quando Chico Buarque de Hollanda criou na letra de “Pedro Pedreiro” o neologismo “penseiro”, teve gente que chiou. Afinal, que palavra é essa? Não demorou muito, o Aurélio definiu a nova palavra no seu dicionário. Isso mostra o vigor da língua portuguesa. Nas próximas edições dos melhores dicionários, não duvidem: provavelmente virá pelo menos uma definição para a expressão “segura o tcham”. Enfim, as gírias e expressões populares, por mais erradas ou absurdas que possam parecer, ajudam a manter a atualidade dos idiomas que se prezam.
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O IDIOMA, VIVO OU MORTO?
Jorge Fernando dos Santos
O grande problema da língua pátria é que ela é viva e se renova a cada dia. Problema não para a própria língua, mas para os puristas, aqueles que fiscalizam o uso e o desuso do idioma. Quando Chico Buarque de Hollanda criou na letra de “Pedro Pedreiro” o neologismo “penseiro”, teve gente que chiou. Afinal, que palavra é essa? Não demorou muito, o Aurélio definiu a nova palavra no seu dicionário. Isso mostra o vigor da língua portuguesa. Nas próximas edições dos melhores dicionários, não duvidem: provavelmente virá pelo menos uma definição para a expressão “segura o tcham”. Enfim, as gírias e expressões populares, por mais erradas ou absurdas que possam parecer, ajudam a manter a atualidade dos idiomas que se prezam.
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Jorge Fernando dos Santos
O grande problema da língua pátria é que ela é viva e se renova a cada dia. Problema não para a própria língua, mas para os puristas, aqueles que fiscalizam o uso e o desuso do idioma. Quando Chico Buarque de Hollanda criou na letra de “Pedro Pedreiro” o neologismo “penseiro”, teve gente que chiou. Afinal, que palavra é essa? Não demorou muito, o Aurélio definiu a nova palavra no seu dicionário. Isso mostra o vigor da língua portuguesa. Nas próximas edições dos melhores dicionários, não duvidem: provavelmente virá pelo menos uma definição para a expressão “segura o tcham”. Enfim, as gírias e expressões populares, por mais erradas ou absurdas que possam parecer, ajudam a manter a atualidade dos idiomas que se prezam.
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O grande problema da língua pátria é que ela é viva e se renova a cada dia. Problema não para a própria língua, mas para os puristas, aqueles que fiscalizam o uso e o desuso do idioma. Quando Chico Buarque de Hollanda criou na letra de “Pedro Pedreiro” o neologismo “penseiro”, teve gente que chiou. Afinal, que palavra é essa? Não demorou muito, o Aurélio definiu a nova palavra no seu dicionário. Isso mostra o vigor da língua portuguesa. Nas próximas edições dos melhores dicionários, não duvidem: provavelmente virá pelo menos uma definição para a expressão “segura o tcham”. Enfim, as gírias e expressões populares, por mais erradas ou absurdas que possam parecer, ajudam a manter a atualidade dos idiomas que se prezam.
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O grande problema da língua pátria é que ela é viva e se renova a cada dia. Problema não para a própria língua, mas para os puristas, aqueles que fiscalizam o uso e o desuso do idioma. Quando Chico Buarque de Hollanda criou na letra de “Pedro Pedreiro” o neologismo “penseiro”, teve gente que chiou. Afinal, que palavra é essa? Não demorou muito, o Aurélio definiu a nova palavra no seu dicionário. Isso mostra o vigor da língua portuguesa. Nas próximas edições dos melhores dicionários, não duvidem: provavelmente virá pelo menos uma definição para a expressão “segura o tcham”. Enfim, as gírias e expressões populares, por mais erradas ou absurdas que possam parecer, ajudam a manter a atualidade dos idiomas que se prezam.
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O grande problema da língua pátria é que ela é viva e se renova a cada dia. Problema não para a própria língua, mas para os puristas, aqueles que fiscalizam o uso e o desuso do idioma. Quando Chico Buarque de Hollanda criou na letra de “Pedro Pedreiro” o neologismo “penseiro”, teve gente que chiou. Afinal, que palavra é essa? Não demorou muito, o Aurélio definiu a nova palavra no seu dicionário. Isso mostra o vigor da língua portuguesa. Nas próximas edições dos melhores dicionários, não duvidem: provavelmente virá pelo menos uma definição para a expressão “segura o tcham”. Enfim, as gírias e expressões populares, por mais erradas ou absurdas que possam parecer, ajudam a manter a atualidade dos idiomas que se prezam.
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O grande problema da língua pátria é que ela é viva e se renova a cada dia. Problema não para a própria língua, mas para os puristas, aqueles que fiscalizam o uso e o desuso do idioma. Quando Chico Buarque de Hollanda criou na letra de “Pedro Pedreiro” o neologismo “penseiro”, teve gente que chiou. Afinal, que palavra é essa? Não demorou muito, o Aurélio definiu a nova palavra no seu dicionário. Isso mostra o vigor da língua portuguesa. Nas próximas edições dos melhores dicionários, não duvidem: provavelmente virá pelo menos uma definição para a expressão “segura o tcham”. Enfim, as gírias e expressões populares, por mais erradas ou absurdas que possam parecer, ajudam a manter a atualidade dos idiomas que se prezam.
Um livro de ensino de Geografia, da autoria de Demétrio Magnoli, ensina o seguinte:
“A água é um recurso que se renova constantemente por meio do ciclo natural que envolve a atmosfera, a hidrosfera e a crosta. Mas é um recurso finito. Cerca de 97,5% de toda a água do planeta se encontra em oceanos e mares salgados. Do total de água doce, 69% encontram- se congelados em glaciares das montanhas e das altas latitudes e cerca de 30% estão em aquíferos. Os rios e lagos contêm menos de 1% do total de água doce.
A contaminação de mananciais, o uso excessivo e o desperdício do recurso essencial provocam escassez de água. Ao longo do século XX, a demanda global de água doce dobrou a cada 20 anos. Se mantidos os padrões de consumo atuais, em 2025 cerca de dois terços da população mundial experimentarão escassez moderada ou severa de água.”