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Match the topics with the short texts describing the activities that the Brazilian Army carries out.
TOPICS
1. COMBAT OPERATIONS
2. HUMANITARIAN ASSISTANCE
3. EDUCATION
4. HONOURING SERVICE
TEXTS
A. We conduct commemorative activities and recognise the value of veterans in a way that respects their service including with medallic recognition. We support state ceremonial activities and high-level official visits and undertake the researching and recording of the history of the Brazilian Army as part of the wider history of Brazil. ( )
B. We are ready to act decisively at war. To do this, we must use force and protect ourselves in environments where threats cause our nation harm. The work of maintaining readiness against enemy forces is at the heart of what we do as an organisation, giving us the skills and tools to respond to any situation. Fighting is our job and we train to be excellent at it. While we hope that fight never happens, we must be ready to do it – and prevail – when Brazil needs us. ( )
C. Our people are highly specialised. We master our profession and know how apply military skills as part of a team, operating in complex and uncertain environments. A new soldier’s training starts when they join the Army. They learn how to work as a team and follow detailed instructions. No one works alone. As a team, cadets, students, and recruits learn to work quickly to complete tasks. They learn basic skills like weapon handling, first aid and drill. This is all part of developing a culture of performing tasks in tough situations, under the direction of a leader and in a team. ( )
D. Our Army responds quickly to unfolding events. We train to operate in tough conditions and a variety of environments. We have vehicles and aircraft, as well as personnel trained to operate them, to quickly deploy to disaster sites. The Army maintains experts who can assess the scale of the disaster and determine what to do with the people and equipment we have available. ( )
Fill in the blanks with the appropriate nouns in their correct plural form.
THE MANUFACTURING OF COMBATANTS
With a background of discipline and training, the Non-Commissioned Officer (NCO) Academy shapes its students into ____. The ____ of distinguished past students remind future sergeants of the legacy that they will receive. Marching in synchronized rhythm, they learn to move as a single unit, leaving no fallen ____ behind. They spend hours perfecting fieldcrafts or strategizing like ____ in the wild. Their ____ carry them through long exercises and hikes. At the core, these aspiring warriors desire to protect the innocent ____ of their homeland who depend on their strength and dedication.
Leia a reportagem a seguir:
Treme Cerrado reúne mais de mil militares no Planalto Central
O Comando Militar do Planalto realizou o exercício do período de Adestramento Avançado de suas tropas de emprego geral em 2023. A Operação #TremeCerrado ocorreu entre 16 e 20 de outubro, no Campo de Instrução de Formosa (GO), localizado, aproximadamente, 100 km a nordeste de Brasília.
Durante os treinamentos operacionais, foram simuladas situações vivenciadas em um combate. Além disso, por meio de Problemas Militares Simulados, os militares em função de comando realizaram estudos de situação para decidir a melhor linha de ação a ser tomada.
O Comando Militar do Planalto abrange as áreas do Distrito Federal, Goiás, Triângulo Mineiro e a maior parte do Tocantins.
EXÉRCITO BRASILEIRO. Treme Cerrado reúne mais de mil militares no Planalto Central. Disponível em: https://www.instagram.com/p/Cy6UTqZJZHW/?img_index=1. Acesso em: 11 abr. 2024. (Adaptado).
De acordo com as informações mencionadas na reportagem, a região onde ocorreu a Operação Treme Cerrado está inserida em qual grande compartimento do relevo brasileiro, segundo a classificação de Jurandyr L. S. Ross:
Em 1967 o geógrafo Pedro Pinchas Geiger elaborou o conceito de “Complexos Regionais”, uma classificação em que distribui o Brasil em três regiões geoeconômicas. São elas: a Amazônia, o Nordeste e o Centro-Sul. Sobre o assunto, analise os aspectos que caracterizam essas regiões:
I. O complexo do Nordeste expressa a integração econômica do Sudeste industrial e financeiro com o Sul agrícola e industrial.
II. O norte semiárido de Minas Gerais, marcado pelo predomínio da pequena agricultura e pela pobreza, integra o complexo do Nordeste.
III. O oeste do Maranhão, úmido e fortemente ligado à extração mineral do Pará, integra o complexo Centro-Sul.
IV. O complexo da Amazônia expressa a existência de uma fronteira de expansão de economia nacional, que é tanto uma fronteira demográfica como uma fronteira de recursos.
Está correto o contido em:
A Revolução Pernambucana foi a única rebelião de caráter emancipacionista e republicano, durante o governo de D. João, que ultrapassou a fase da mera conspiração. Marque a alternativa que possui apenas causas da eclosão da Revolução Pernambucana:
I. O apoio incondicional dos Pernambucanos ao governo do Príncipe D. João.
II. A fome no nordeste provocada pela seca de 1816.
III. A concorrência do algodão produzido pelos Norte-Americanos e do açúcar produzido nas Antilhas, que baixavam os preços desses produtos no mercado internacional.
IV. As ideias Monarquistas inspiradas na Revolução Francesa.
V. O crescente aumento dos impostos, após a chegada da corte portuguesa ao Brasil.
TEXTO VIII
Soneto de Fidelidade
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
DE MORAES, V. Soneto de Fidelidade., 1939. Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-soneto-de-fidelidade-de-vinicius-de-moraes/. Acesso em: 11 abr. 2024
TEXTO VIII
Soneto de Fidelidade
De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
Quero vivê-lo em cada vão momento
E em louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.
E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama
Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure.
DE MORAES, V. Soneto de Fidelidade., 1939. Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema-soneto-de-fidelidade-de-vinicius-de-moraes/. Acesso em: 11 abr. 2024
A partir do Soneto de Fidelidade (Texto VIII) e das declarações destacadas na enumeração a seguir, assinale a alternativa que melhor justifica a sua versificação:
I- É um poema escrito em redondilha maior, com versos de sete sílabas, chamados de heptassílabos.
II- É um poema com versos decassílabos ou alexandrinos, agrupados em duas quadras e em dois tercetos.
III- Os versos são compostos por três rimas, “ento”, “ure” e “ama”.
IV- Os versos possuem tercetos não tradicionais aos que se estudam em sonetos italianos.
TEXTO VII
Uma amizade sincera
Não é que fôssemos amigos de longa data. Conhecemo-nos apenas no último ano da escola. Desde esse momento estávamos juntos a qualquer hora. Há tanto tempo precisávamos de um amigo que nada havia que não confiássemos um ao outro. Chegamos a um ponto de amizade que não podíamos mais guardar um pensamento: um telefonava logo ao outro, marcando encontro imediato. Depois da conversa, sentíamo-nos tão contentes como se nós tivéssemos presenteado a nós mesmos. Esse estado de comunicação contínua chegou a tal exaltação que, no dia em que nada tínhamos a nos confiar, procurávamos com alguma aflição um assunto. Só que o assunto havia de ser grave, pois em qualquer um não caberia a veemência de uma sinceridade pela primeira vez experimentada.
Já nesse tempo apareceram os primeiros sinais de perturbação entre nós. Às vezes um telefonava, encontrávamo-nos, e nada tínhamos a nos dizer. Éramos muito jovens e não sabíamos ficar calados. De início, quando começou a faltar assunto, tentamos comentar as pessoas. Mas bem sabíamos que já estávamos adulterando o núcleo da amizade. Tentar falar sobre nossas mútuas namoradas também estava fora de cogitação, pois um homem não falava de seus amores. Experimentávamos ficar calados – mas tornávamo-nos inquietos logo depois de nos separarmos.
[...]
LISPECTOR, C. Uma amizade sincera. Disponível em: https://www.fantasticacultural.com.br/artigo/1238/uma_amizade_sincera_- _clarice_lispector__conto_completo. Acesso em: 11 abr. 2024. (Fragmento).
Observe o trecho a seguir:
“mas tornávamo-nos inquietos logo depois de nos separarmos.”
Indique a alternativa que corresponde à classe morfológica do primeiro “nos” no trecho acima:
WALKER, M.; WALKER, G. Recruta Zero. Disponível em: https://media.brainly.com.br/image/rs:fill/w:1920/q:75/plain/https://pt-static.zdn.net/files/d36/91a313cb76129686ff0edcb367e7836d.jpg. Acesso em: 11 abr. 2024. Qual a função sintática do termo em destaque no período: “Como o Otto pode ajudá-lo a ler revistas?”?

WALKER, M.; WALKER, G. Recruta Zero. Disponível em: https://historiasdomaluco.blogspot.com/2007/06/tiras-do-hagar-retiradas-doblog.html. Acesso em: 12 abr. 2024.
Sobre a palavra “completamente”, presente no segundo balão da tira, é correto afirmar que:
TEXTO VI
Caramuru: poema épico
Canto I
De um varão em mil casos agitado,
que as praias discorrendo do Ocidente,
descobriu o Recôncavo afamado da capital brasílica potente:
do Filho do Trovão denominado,
que o peito domar soube à fera gente;
o valor cantarei na adversa sorte,
pois só conheço herói quem nela é forte.
Santo Esplendor, que do grão-Padre manas
ao seio intacto de uma Virgem bela;
se da enchente de luzes Soberanas
tudo dispensas pela Mãe Donzela;
rompendo as sombras de ilusões humanas,
tu do grão caso! a pura luz revela
faze que em ti comece, e em ti conclua
esta grande Obra, que por fim foi tua.
E vós, Príncipe excelso, do Céu dado
para base imortal do Luso Trono;
vós, que do Áureo Brasil no Principado
da Real sucessão sois alto abono:
Enquanto o Império tendes descansado
sobre o seio da paz com doce sono,
não queirais de dignar-vos no meu metro
de pôr os olhos, e admiti-lo ao cetro.
Nele vereis Nações desconhecidas,
que em meio dos Sertões a Fé não doma;
e que puderam ser-vos convertidas
Maior Império, que houve em Grécia, ou Roma:
Gentes vereis, e Terras escondidas,
onde se um raio da verdade assoma,
amansando-as, tereis na turba imensa
outro Reino maior que a Europa extensa.
[...]
DE SANTA RITA DURÃO, J. Caramuru: poema épico. Canto I. Disponível em: https://www.cervantesvirtual.com/obra-visor/caramuru-poemaepico--0/html/ffce7bbe-82b1-11df-acc7-002185ce6064_2.html. Acesso em: 11 abr. 2024. (Fragmento).
TEXTO IV
Canto de regresso à pátria
Minha terra tem palmares
Onde gorjeia o mar
Os passarinhos daqui
Não cantam como os de lá
Minha terra tem mais rosas
E quase que mais amores
Minha terra tem mais ouro
Minha terra tem mais terra
Ouro terra amor e rosas
Eu quero tudo de lá
Não permita
Deus que eu morra
Sem que volte para lá
Não permita
Deus que eu morra
Sem que volte pra São Paulo
Sem que veja a Rua 15
E o progresso de São Paulo
DE ANDRADE, O. Canto de regresso à pátria. Disponível em: https://wp.ufpel.edu.br/aulusmm/2017/05/10/canto-de-regresso-a-patria-oswald-deandrade. Acesso em: 11 abr. 2024.
TEXTO V
Canção do Exílio
Minha terra tem palmeiras
Onde canta o Sabiá,
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar – sozinho, à noite –
Mais prazer encontro eu lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que desfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu’inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
DIAS, G. Canção do Exílio. Disponível em: https://www.escrevendoofuturo.org.br/caderno_virtual/texto/cancao-do-exilio/index.html. Acesso em: 11 abr. 2024.
TEXTO III
[...]
Não há morte. O encontro de duas expansões, ou a expansão de duas formas, pode determinar a supressão de duas formas, pode determinar a supressão de uma delas; mas, rigorosamente, não há morte, há vida, porque a supressão de uma é a condição da sobrevivência da outra, e a destruição não atinge o princípio universal e comum. Daí o caráter conservador e benéfico da guerra.
Supõe tu um campo de batatas e duas tribos famintas. As batatas apenas chegam para alimentar uma das tribos, que assim adquire forças para transpor a montanha e ir à outra vertente, onde há batatas em abundância; mas, se as duas tribos dividirem em paz as batatas do campo, não chegam a nutrir-se suficientemente e morrem de inanição.
A paz, nesse caso, é a destruição; a guerra é a conservação. Uma das tribos extermina a outra e recolhe os despojos. Daí a alegria da vitória, os hinos, aclamações, recompensas públicas e todos os demais efeitos das ações bélicas.
Se a guerra não fosse isso, tais demonstrações não chegariam a dar-se, pelo motivo real de que o homem só comemora e ama o que lhe é aprazível ou vantajoso, e pelo motivo racional de que nenhuma pessoa canoniza uma ação que virtualmente a destrói. Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas.
[...]
DE ASSIS, M. Quincas Borba. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira/INL, 1976. (Fragmento).
TEXTO II
SARGENTO DO EXÉRCITO BRASILEIRO: RESPONSABILIDADES E DESAFIOS
Parte integrante e fundamental da estrutura organizacional da Força Terrestre, sobre o sargento recai grande responsabilidade pela manutenção da solidez do Exército Brasileiro. A ele, cabe a missão de servir como “referência imediata” para cabos e soldados e para Sargentos mais jovens e recém-egressos das Escolas. Essa referência se concretiza pelos exemplos de profissionalismo e correção de atitudes demonstrados no dia a dia dos quartéis, desde o cumprimento das ordens dos superiores até a atuação pautada na disciplina consciente.
A responsabilidade cresce de importância pela proximidade funcional entre os graduados e inicia-se desde cedo na formação militar dos mais modernos. A forja das escolas militares intensifica-se com a apresentação na organização militar dos Corpos de Tropa. É ali onde tudo é posto à prova. A tutela e a constante vigília dos instrutores e monitores que dão o amálgama inicial da formação cessam, e o sargento precisa seguir o seu próprio caminho, atento às referências positivas dos oficiais e graduados mais antigos e experientes. [...]
O Exército Brasileiro possui diferentes níveis de comando e organização. Neste sentido, o pleno entendimento dessas camadas é vital para o funcionamento das pequenas frações. Ao compreender seu espaço e a amplitude de suas responsabilidades, o sargento coopera para que essa estrutura de comando funcione melhor ajustada, contribuindo para reforçar as bases de trabalho da Força Terrestre. [...] Ao sargento, cabe conhecer muito bem sua profissão e, principalmente, seus subordinados. Deve comunicar-se eficazmente e estar sempre pronto para corrigir com sereno rigor, apoiá-los nas dificuldades, e, não menos importante, emprestar bons exemplos em todas as oportunidades. Estar próximo ao subordinado é indispensável para a construção de um ambiente favorável ao estímulo da confiança e da motivação. [...]
Por fim, a Força Terrestre entende que atribuir maiores responsabilidades ao sargento é fortalecer a própria instituição, com uma base sólida e eficaz. Quanto melhor for a formação do sargento e mais aprimorado e atrativo for seu plano de carreira, melhores e mais motivados profissionais das armas serão para a manutenção de um componente terrestre moderno, coeso e dotado das capacidades necessárias para cumprir sua missão.
BERNADINO, E. C. Sargento do Exército Brasileiro: responsabilidades e desafios. EBLOG, 21 out. 2020. Disponível em: https://eblog.eb.mil.br/index.php/menu-easyblog/sargento-do-exercito-brasileiro-responsabilidades-e-desafios.html. Acesso em: 11 abr. 2024. (Adaptado).
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