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Q4411734 Português
        Mobilidade urbana é um tema constantemente discutido no Brasil. A maioria das grandes cidades sofre com graves problemas de transporte e enfrenta desafios em promover meios de diminuir o impacto do trânsito no dia a dia da população. Uma das causas do aumento de engarrafamentos é bem óbvia: há mais carros nas ruas. O investimento no desenvolvimento da indústria automobilística facilitou o acesso a veículos particulares, o que deixou as vias públicas sobrecarregadas. Na contramão, não houve — e continua não havendo — programas de incentivo ao transporte público, coletivo, mais econômico.

         Para explicitar o contrassenso, basta observar as cidades pelo mundo em que o transporte público é prioridade, os ônibus e metrôs são de boa qualidade e as pessoas se locomovem com facilidade, enquanto aqui, pelo contrário, a infraestrutura é inadequada, os veículos são velhos, a malha de atendimento é ainda restrita; tudo isso dificulta o uso desses modais como prioridade pela população. Grande parte dessa realidade vem da falta de interesse governamental em estabelecer programas de desenvolvimento que contemplem a mobilidade urbana sustentável.

Janguiê Diniz. Mobilidade urbana também é democratização. 23/10/2019.
Internet:<abmes.org.br>  (com adaptações).  

Julgue o item a seguir, referente às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.  


No trecho “a infraestrutura é inadequada, os veículos são velhos, a malha de atendimento é ainda restrita; tudo isso dificulta o uso desses modais como prioridade pela população” (segundo parágrafo), o sinal de ponto e vírgula empregado logo após o termo “restrita” delimita a enumeração relacionada à expressão “tudo isso”, que sintetiza as três constatações enumeradas anteriormente.  

Alternativas
Q4411625 Português
        O rio Tietê não tem nenhum trecho plenamente livre de contaminação. A conclusão é da Fundação SOS Mata Atlântica, a partir da realização da Expedição Tietê 2025, em parceria com universidades e centros de pesquisa.

    As análises mostram que o rio tem múltiplas camadas simultâneas de contaminação: microbiológica, química, farmacológica, plástica, agrícola e orgânica.

       Ao longo de mais de 1,1 mil quilômetros do rio, da nascente em Salesópolis (SP) à foz no rio Paraná, em Itapura (SP), foram identificados microplásticos em todos os pontos analisados, além de 25 tipos de agrotóxicos e 16 substâncias entre fármacos e drogas ilícitas.

      A expedição mostrou que o problema vai além dos centros urbanos. “Sempre se tem a ideia de que só esgoto é o problema do nosso rio, e esse estudo mostra que é muito mais complexo que isso”, disse Gustavo Veronesi, coordenador da causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica.

       “O estudo mostra que, mesmo em áreas bem protegidas e bem cuidadas, como é o caso do Parque da Nascente do Tietê, a gente pode ter interferência das ações humanas na vizinhança e em áreas próximas, e que todo cuidado com os nossos rios é importante”, mencionou.

        Cada tipo de contaminação varia ao longo do percurso e reflete diretamente situações como urbanização, saneamento insuficiente, uso agrícola do solo, presença de reservatórios e mudanças na ocupação do solo na bacia hidrográfica.

Camila Boehm. Rio Tietê não tem trecho livre de contaminação. 25/6/2026.
Internet: <umsoplaneta.globo.com>  (com adaptações).

Considerando as ideias veiculadas no texto precedente, sua estruturação linguística e o vocabulário nele empregado, julgue o próximo item. 


No trecho “Ao longo de mais de 1,1 mil quilômetros” (terceiro parágrafo), a flexão de plural no substantivo “quilômetros” justifica-se pela concordância que ele estabelece com o termo “mais”.

Alternativas
Q4411624 Português
        O rio Tietê não tem nenhum trecho plenamente livre de contaminação. A conclusão é da Fundação SOS Mata Atlântica, a partir da realização da Expedição Tietê 2025, em parceria com universidades e centros de pesquisa.

    As análises mostram que o rio tem múltiplas camadas simultâneas de contaminação: microbiológica, química, farmacológica, plástica, agrícola e orgânica.

       Ao longo de mais de 1,1 mil quilômetros do rio, da nascente em Salesópolis (SP) à foz no rio Paraná, em Itapura (SP), foram identificados microplásticos em todos os pontos analisados, além de 25 tipos de agrotóxicos e 16 substâncias entre fármacos e drogas ilícitas.

      A expedição mostrou que o problema vai além dos centros urbanos. “Sempre se tem a ideia de que só esgoto é o problema do nosso rio, e esse estudo mostra que é muito mais complexo que isso”, disse Gustavo Veronesi, coordenador da causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica.

       “O estudo mostra que, mesmo em áreas bem protegidas e bem cuidadas, como é o caso do Parque da Nascente do Tietê, a gente pode ter interferência das ações humanas na vizinhança e em áreas próximas, e que todo cuidado com os nossos rios é importante”, mencionou.

        Cada tipo de contaminação varia ao longo do percurso e reflete diretamente situações como urbanização, saneamento insuficiente, uso agrícola do solo, presença de reservatórios e mudanças na ocupação do solo na bacia hidrográfica.

Camila Boehm. Rio Tietê não tem trecho livre de contaminação. 25/6/2026.
Internet: <umsoplaneta.globo.com>  (com adaptações).

Considerando as ideias veiculadas no texto precedente, sua estruturação linguística e o vocabulário nele empregado, julgue o próximo item. 


No segundo parágrafo, a palavra “simultâneas” tem o mesmo sentido de concomitantes.

Alternativas
Q4411623 Português
        O rio Tietê não tem nenhum trecho plenamente livre de contaminação. A conclusão é da Fundação SOS Mata Atlântica, a partir da realização da Expedição Tietê 2025, em parceria com universidades e centros de pesquisa.

    As análises mostram que o rio tem múltiplas camadas simultâneas de contaminação: microbiológica, química, farmacológica, plástica, agrícola e orgânica.

       Ao longo de mais de 1,1 mil quilômetros do rio, da nascente em Salesópolis (SP) à foz no rio Paraná, em Itapura (SP), foram identificados microplásticos em todos os pontos analisados, além de 25 tipos de agrotóxicos e 16 substâncias entre fármacos e drogas ilícitas.

      A expedição mostrou que o problema vai além dos centros urbanos. “Sempre se tem a ideia de que só esgoto é o problema do nosso rio, e esse estudo mostra que é muito mais complexo que isso”, disse Gustavo Veronesi, coordenador da causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica.

       “O estudo mostra que, mesmo em áreas bem protegidas e bem cuidadas, como é o caso do Parque da Nascente do Tietê, a gente pode ter interferência das ações humanas na vizinhança e em áreas próximas, e que todo cuidado com os nossos rios é importante”, mencionou.

        Cada tipo de contaminação varia ao longo do percurso e reflete diretamente situações como urbanização, saneamento insuficiente, uso agrícola do solo, presença de reservatórios e mudanças na ocupação do solo na bacia hidrográfica.

Camila Boehm. Rio Tietê não tem trecho livre de contaminação. 25/6/2026.
Internet: <umsoplaneta.globo.com>  (com adaptações).

Considerando as ideias veiculadas no texto precedente, sua estruturação linguística e o vocabulário nele empregado, julgue o próximo item. 


Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência do texto caso o trecho “da nascente em Salesópolis (SP) à foz no rio Paraná” (terceiro parágrafo) fosse reescrito da seguinte forma: desde a nascente em Salesópolis (SP) até a foz no rio Paraná.

Alternativas
Q4411622 Português
        O rio Tietê não tem nenhum trecho plenamente livre de contaminação. A conclusão é da Fundação SOS Mata Atlântica, a partir da realização da Expedição Tietê 2025, em parceria com universidades e centros de pesquisa.

    As análises mostram que o rio tem múltiplas camadas simultâneas de contaminação: microbiológica, química, farmacológica, plástica, agrícola e orgânica.

       Ao longo de mais de 1,1 mil quilômetros do rio, da nascente em Salesópolis (SP) à foz no rio Paraná, em Itapura (SP), foram identificados microplásticos em todos os pontos analisados, além de 25 tipos de agrotóxicos e 16 substâncias entre fármacos e drogas ilícitas.

      A expedição mostrou que o problema vai além dos centros urbanos. “Sempre se tem a ideia de que só esgoto é o problema do nosso rio, e esse estudo mostra que é muito mais complexo que isso”, disse Gustavo Veronesi, coordenador da causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica.

       “O estudo mostra que, mesmo em áreas bem protegidas e bem cuidadas, como é o caso do Parque da Nascente do Tietê, a gente pode ter interferência das ações humanas na vizinhança e em áreas próximas, e que todo cuidado com os nossos rios é importante”, mencionou.

        Cada tipo de contaminação varia ao longo do percurso e reflete diretamente situações como urbanização, saneamento insuficiente, uso agrícola do solo, presença de reservatórios e mudanças na ocupação do solo na bacia hidrográfica.

Camila Boehm. Rio Tietê não tem trecho livre de contaminação. 25/6/2026.
Internet: <umsoplaneta.globo.com>  (com adaptações).

Considerando as ideias veiculadas no texto precedente, sua estruturação linguística e o vocabulário nele empregado, julgue o próximo item. 


No trecho ‘Sempre se tem a ideia de que só esgoto é o problema do nosso rio, e esse estudo mostra que é muito mais complexo que isso’ (quarto parágrafo), a conjunção ‘e’ está empregada com sentido de oposição, contraste. 

Alternativas
Q4411621 Português
        O rio Tietê não tem nenhum trecho plenamente livre de contaminação. A conclusão é da Fundação SOS Mata Atlântica, a partir da realização da Expedição Tietê 2025, em parceria com universidades e centros de pesquisa.

    As análises mostram que o rio tem múltiplas camadas simultâneas de contaminação: microbiológica, química, farmacológica, plástica, agrícola e orgânica.

       Ao longo de mais de 1,1 mil quilômetros do rio, da nascente em Salesópolis (SP) à foz no rio Paraná, em Itapura (SP), foram identificados microplásticos em todos os pontos analisados, além de 25 tipos de agrotóxicos e 16 substâncias entre fármacos e drogas ilícitas.

      A expedição mostrou que o problema vai além dos centros urbanos. “Sempre se tem a ideia de que só esgoto é o problema do nosso rio, e esse estudo mostra que é muito mais complexo que isso”, disse Gustavo Veronesi, coordenador da causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica.

       “O estudo mostra que, mesmo em áreas bem protegidas e bem cuidadas, como é o caso do Parque da Nascente do Tietê, a gente pode ter interferência das ações humanas na vizinhança e em áreas próximas, e que todo cuidado com os nossos rios é importante”, mencionou.

        Cada tipo de contaminação varia ao longo do percurso e reflete diretamente situações como urbanização, saneamento insuficiente, uso agrícola do solo, presença de reservatórios e mudanças na ocupação do solo na bacia hidrográfica.

Camila Boehm. Rio Tietê não tem trecho livre de contaminação. 25/6/2026.
Internet: <umsoplaneta.globo.com>  (com adaptações).

Considerando as ideias veiculadas no texto precedente, sua estruturação linguística e o vocabulário nele empregado, julgue o próximo item. 


No período “O rio Tietê não tem nenhum trecho plenamente livre de contaminação.” (primeiro parágrafo), a substituição do vocábulo “plenamente” por amplamente manteria o sentido original do texto.

Alternativas
Q4411620 Português
        O rio Tietê não tem nenhum trecho plenamente livre de contaminação. A conclusão é da Fundação SOS Mata Atlântica, a partir da realização da Expedição Tietê 2025, em parceria com universidades e centros de pesquisa.

    As análises mostram que o rio tem múltiplas camadas simultâneas de contaminação: microbiológica, química, farmacológica, plástica, agrícola e orgânica.

       Ao longo de mais de 1,1 mil quilômetros do rio, da nascente em Salesópolis (SP) à foz no rio Paraná, em Itapura (SP), foram identificados microplásticos em todos os pontos analisados, além de 25 tipos de agrotóxicos e 16 substâncias entre fármacos e drogas ilícitas.

      A expedição mostrou que o problema vai além dos centros urbanos. “Sempre se tem a ideia de que só esgoto é o problema do nosso rio, e esse estudo mostra que é muito mais complexo que isso”, disse Gustavo Veronesi, coordenador da causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica.

       “O estudo mostra que, mesmo em áreas bem protegidas e bem cuidadas, como é o caso do Parque da Nascente do Tietê, a gente pode ter interferência das ações humanas na vizinhança e em áreas próximas, e que todo cuidado com os nossos rios é importante”, mencionou.

        Cada tipo de contaminação varia ao longo do percurso e reflete diretamente situações como urbanização, saneamento insuficiente, uso agrícola do solo, presença de reservatórios e mudanças na ocupação do solo na bacia hidrográfica.

Camila Boehm. Rio Tietê não tem trecho livre de contaminação. 25/6/2026.
Internet: <umsoplaneta.globo.com>  (com adaptações).

Considerando as ideias veiculadas no texto precedente, sua estruturação linguística e o vocabulário nele empregado, julgue o próximo item. 


Depreende-se da leitura do texto que o esgoto nos grandes centros urbanos é a principal causa da contaminação do rio Tietê.

Alternativas
Q4411619 Português
        O rio Tietê não tem nenhum trecho plenamente livre de contaminação. A conclusão é da Fundação SOS Mata Atlântica, a partir da realização da Expedição Tietê 2025, em parceria com universidades e centros de pesquisa.

    As análises mostram que o rio tem múltiplas camadas simultâneas de contaminação: microbiológica, química, farmacológica, plástica, agrícola e orgânica.

       Ao longo de mais de 1,1 mil quilômetros do rio, da nascente em Salesópolis (SP) à foz no rio Paraná, em Itapura (SP), foram identificados microplásticos em todos os pontos analisados, além de 25 tipos de agrotóxicos e 16 substâncias entre fármacos e drogas ilícitas.

      A expedição mostrou que o problema vai além dos centros urbanos. “Sempre se tem a ideia de que só esgoto é o problema do nosso rio, e esse estudo mostra que é muito mais complexo que isso”, disse Gustavo Veronesi, coordenador da causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica.

       “O estudo mostra que, mesmo em áreas bem protegidas e bem cuidadas, como é o caso do Parque da Nascente do Tietê, a gente pode ter interferência das ações humanas na vizinhança e em áreas próximas, e que todo cuidado com os nossos rios é importante”, mencionou.

        Cada tipo de contaminação varia ao longo do percurso e reflete diretamente situações como urbanização, saneamento insuficiente, uso agrícola do solo, presença de reservatórios e mudanças na ocupação do solo na bacia hidrográfica.

Camila Boehm. Rio Tietê não tem trecho livre de contaminação. 25/6/2026.
Internet: <umsoplaneta.globo.com>  (com adaptações).

Considerando as ideias veiculadas no texto precedente, sua estruturação linguística e o vocabulário nele empregado, julgue o próximo item. 


No trecho “foram identificados microplásticos em todos os pontos analisados” (terceiro parágrafo), a locução verbal “foram identificados” poderia ser substituída por identificou-se, sem prejuízo da correção gramatical do texto.

Alternativas
Q4411618 Português
        O rio Tietê não tem nenhum trecho plenamente livre de contaminação. A conclusão é da Fundação SOS Mata Atlântica, a partir da realização da Expedição Tietê 2025, em parceria com universidades e centros de pesquisa.

    As análises mostram que o rio tem múltiplas camadas simultâneas de contaminação: microbiológica, química, farmacológica, plástica, agrícola e orgânica.

       Ao longo de mais de 1,1 mil quilômetros do rio, da nascente em Salesópolis (SP) à foz no rio Paraná, em Itapura (SP), foram identificados microplásticos em todos os pontos analisados, além de 25 tipos de agrotóxicos e 16 substâncias entre fármacos e drogas ilícitas.

      A expedição mostrou que o problema vai além dos centros urbanos. “Sempre se tem a ideia de que só esgoto é o problema do nosso rio, e esse estudo mostra que é muito mais complexo que isso”, disse Gustavo Veronesi, coordenador da causa Água Limpa da Fundação SOS Mata Atlântica.

       “O estudo mostra que, mesmo em áreas bem protegidas e bem cuidadas, como é o caso do Parque da Nascente do Tietê, a gente pode ter interferência das ações humanas na vizinhança e em áreas próximas, e que todo cuidado com os nossos rios é importante”, mencionou.

        Cada tipo de contaminação varia ao longo do percurso e reflete diretamente situações como urbanização, saneamento insuficiente, uso agrícola do solo, presença de reservatórios e mudanças na ocupação do solo na bacia hidrográfica.

Camila Boehm. Rio Tietê não tem trecho livre de contaminação. 25/6/2026.
Internet: <umsoplaneta.globo.com>  (com adaptações).

Considerando as ideias veiculadas no texto precedente, sua estruturação linguística e o vocabulário nele empregado, julgue o próximo item. 


De acordo com as informações veiculadas no texto, é correto afirmar que a proteção de áreas naturais, embora auxilie a preservação dos recursos hídricos, não impede completamente os efeitos de atividades humanas realizadas em seu entorno.

Alternativas
Q4411617 Português
        Mobilidade urbana é um tema constantemente discutido no Brasil. A maioria das grandes cidades sofre com graves problemas de transporte e enfrenta desafios em promover meios de diminuir o impacto do trânsito no dia a dia da população. Uma das causas do aumento de engarrafamentos é bem óbvia: há mais carros nas ruas. O investimento no desenvolvimento da indústria automobilística facilitou o acesso a veículos particulares, o que deixou as vias públicas sobrecarregadas. Na contramão, não houve — e continua não havendo — programas de incentivo ao transporte público, coletivo, mais econômico.

         Para explicitar o contrassenso, basta observar as cidades pelo mundo em que o transporte público é prioridade, os ônibus e metrôs são de boa qualidade e as pessoas se locomovem com facilidade, enquanto aqui, pelo contrário, a infraestrutura é inadequada, os veículos são velhos, a malha de atendimento é ainda restrita; tudo isso dificulta o uso desses modais como prioridade pela população. Grande parte dessa realidade vem da falta de interesse governamental em estabelecer programas de desenvolvimento que contemplem a mobilidade urbana sustentável.

Janguiê Diniz. Mobilidade urbana também é democratização. 23/10/2019.
Internet: <abmes.org.br>  (com adaptações). 

Julgue o item a seguir, referente às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.


No trecho “as cidades pelo mundo em que o transporte público é prioridade” (segundo parágrafo), a oração “em que o transporte público é prioridade” caracteriza as cidades mencionadas e restringe seu sentido. 

Alternativas
Q4411616 Português
        Mobilidade urbana é um tema constantemente discutido no Brasil. A maioria das grandes cidades sofre com graves problemas de transporte e enfrenta desafios em promover meios de diminuir o impacto do trânsito no dia a dia da população. Uma das causas do aumento de engarrafamentos é bem óbvia: há mais carros nas ruas. O investimento no desenvolvimento da indústria automobilística facilitou o acesso a veículos particulares, o que deixou as vias públicas sobrecarregadas. Na contramão, não houve — e continua não havendo — programas de incentivo ao transporte público, coletivo, mais econômico.

         Para explicitar o contrassenso, basta observar as cidades pelo mundo em que o transporte público é prioridade, os ônibus e metrôs são de boa qualidade e as pessoas se locomovem com facilidade, enquanto aqui, pelo contrário, a infraestrutura é inadequada, os veículos são velhos, a malha de atendimento é ainda restrita; tudo isso dificulta o uso desses modais como prioridade pela população. Grande parte dessa realidade vem da falta de interesse governamental em estabelecer programas de desenvolvimento que contemplem a mobilidade urbana sustentável.

Janguiê Diniz. Mobilidade urbana também é democratização. 23/10/2019.
Internet: <abmes.org.br>  (com adaptações). 

Julgue o item a seguir, referente às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.


No trecho “o que deixou as vias públicas sobrecarregadas” (primeiro parágrafo), o termo “sobrecarregadas” poderia ser deslocado para imediatamente após “deixou”, sem alteração dos sentidos e das relações sintáticas originalmente estabelecidas.

Alternativas
Q4411615 Português
        Mobilidade urbana é um tema constantemente discutido no Brasil. A maioria das grandes cidades sofre com graves problemas de transporte e enfrenta desafios em promover meios de diminuir o impacto do trânsito no dia a dia da população. Uma das causas do aumento de engarrafamentos é bem óbvia: há mais carros nas ruas. O investimento no desenvolvimento da indústria automobilística facilitou o acesso a veículos particulares, o que deixou as vias públicas sobrecarregadas. Na contramão, não houve — e continua não havendo — programas de incentivo ao transporte público, coletivo, mais econômico.

         Para explicitar o contrassenso, basta observar as cidades pelo mundo em que o transporte público é prioridade, os ônibus e metrôs são de boa qualidade e as pessoas se locomovem com facilidade, enquanto aqui, pelo contrário, a infraestrutura é inadequada, os veículos são velhos, a malha de atendimento é ainda restrita; tudo isso dificulta o uso desses modais como prioridade pela população. Grande parte dessa realidade vem da falta de interesse governamental em estabelecer programas de desenvolvimento que contemplem a mobilidade urbana sustentável.

Janguiê Diniz. Mobilidade urbana também é democratização. 23/10/2019.
Internet: <abmes.org.br>  (com adaptações). 

Julgue o item a seguir, referente às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.


No trecho “enquanto aqui, pelo contrário, a infraestrutura é inadequada, os veículos são velhos, a malha de atendimento é ainda restrita” (segundo parágrafo), a conjunção “enquanto” estabelece uma relação temporal entre a situação do transporte público no Brasil e a de outros países.

Alternativas
Q4411614 Português
        Mobilidade urbana é um tema constantemente discutido no Brasil. A maioria das grandes cidades sofre com graves problemas de transporte e enfrenta desafios em promover meios de diminuir o impacto do trânsito no dia a dia da população. Uma das causas do aumento de engarrafamentos é bem óbvia: há mais carros nas ruas. O investimento no desenvolvimento da indústria automobilística facilitou o acesso a veículos particulares, o que deixou as vias públicas sobrecarregadas. Na contramão, não houve — e continua não havendo — programas de incentivo ao transporte público, coletivo, mais econômico.

         Para explicitar o contrassenso, basta observar as cidades pelo mundo em que o transporte público é prioridade, os ônibus e metrôs são de boa qualidade e as pessoas se locomovem com facilidade, enquanto aqui, pelo contrário, a infraestrutura é inadequada, os veículos são velhos, a malha de atendimento é ainda restrita; tudo isso dificulta o uso desses modais como prioridade pela população. Grande parte dessa realidade vem da falta de interesse governamental em estabelecer programas de desenvolvimento que contemplem a mobilidade urbana sustentável.

Janguiê Diniz. Mobilidade urbana também é democratização. 23/10/2019.
Internet: <abmes.org.br>  (com adaptações). 

Julgue o item a seguir, referente às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.


O autor do texto sustenta que o aumento do número de veículos particulares contribuiu para o agravamento dos problemas de mobilidade urbana no Brasil, bem como critica a insuficiência de iniciativas governamentais de valorização do transporte público.

Alternativas
Q4411613 Português
        Mobilidade urbana é um tema constantemente discutido no Brasil. A maioria das grandes cidades sofre com graves problemas de transporte e enfrenta desafios em promover meios de diminuir o impacto do trânsito no dia a dia da população. Uma das causas do aumento de engarrafamentos é bem óbvia: há mais carros nas ruas. O investimento no desenvolvimento da indústria automobilística facilitou o acesso a veículos particulares, o que deixou as vias públicas sobrecarregadas. Na contramão, não houve — e continua não havendo — programas de incentivo ao transporte público, coletivo, mais econômico.

         Para explicitar o contrassenso, basta observar as cidades pelo mundo em que o transporte público é prioridade, os ônibus e metrôs são de boa qualidade e as pessoas se locomovem com facilidade, enquanto aqui, pelo contrário, a infraestrutura é inadequada, os veículos são velhos, a malha de atendimento é ainda restrita; tudo isso dificulta o uso desses modais como prioridade pela população. Grande parte dessa realidade vem da falta de interesse governamental em estabelecer programas de desenvolvimento que contemplem a mobilidade urbana sustentável.

Janguiê Diniz. Mobilidade urbana também é democratização. 23/10/2019.
Internet: <abmes.org.br>  (com adaptações). 

Julgue o item a seguir, referente às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.


O texto caracteriza-se como predominantemente narrativo, o que se evidencia pela sequência de acontecimentos relacionados ao desenvolvimento do transporte urbano e à ampliação do número de veículos particulares

Alternativas
Q4411612 Português
        Mobilidade urbana é um tema constantemente discutido no Brasil. A maioria das grandes cidades sofre com graves problemas de transporte e enfrenta desafios em promover meios de diminuir o impacto do trânsito no dia a dia da população. Uma das causas do aumento de engarrafamentos é bem óbvia: há mais carros nas ruas. O investimento no desenvolvimento da indústria automobilística facilitou o acesso a veículos particulares, o que deixou as vias públicas sobrecarregadas. Na contramão, não houve — e continua não havendo — programas de incentivo ao transporte público, coletivo, mais econômico.

         Para explicitar o contrassenso, basta observar as cidades pelo mundo em que o transporte público é prioridade, os ônibus e metrôs são de boa qualidade e as pessoas se locomovem com facilidade, enquanto aqui, pelo contrário, a infraestrutura é inadequada, os veículos são velhos, a malha de atendimento é ainda restrita; tudo isso dificulta o uso desses modais como prioridade pela população. Grande parte dessa realidade vem da falta de interesse governamental em estabelecer programas de desenvolvimento que contemplem a mobilidade urbana sustentável.

Janguiê Diniz. Mobilidade urbana também é democratização. 23/10/2019.
Internet: <abmes.org.br>  (com adaptações). 

Julgue o item a seguir, referente às ideias e a aspectos linguísticos do texto precedente.


No trecho “Na contramão, não houve — e continua não havendo — programas de incentivo ao transporte público” (primeiro parágrafo), a substituição das formas verbais “houve” e “havendo” por existiu e existindo, respectivamente, preservaria a correção gramatical e o sentido do texto.

Alternativas
Q4409744 Português

Apresenta-se a seguir a parte de tuba  da Suíte Nordestina, de mestre Duda, para banda sinfônica.



A respeito das características de andamentos da partitura 2A4-III, assinale a opção correta.
Alternativas
Q4404309 Inglês
Text CG1A4

        When wildfire evacuation orders are lifted, returning residents often mistake “cleared to return” for “safe.” However, recovering from a wildfire requires careful navigation of hidden post-fire hazards. As seen following destructive blazes like the August 2026 fires in Spokane, Washington, three main areas require cautious attention before reoccupying or rebuilding.

        First, surviving buildings may hold toxins. Homes spared by flames can still harbor severe indoor contamination. Smoke, ash, and toxic chemicals enter through vents, windows, and HVAC systems, settling into carpets, walls, and ductwork. These contaminants can include dangerous heavy metals like lead and arsenic, asbestos, and volatile organic compounds (VOCs). Because these hazards cannot be identified by sight or smell, property owners should hire qualified professionals to inspect and test air and surfaces. If contamination is found, professional remediation and independent confirmation testing are essential before moving back in.

        Furthermore, drinking water may be chemically contaminated. A functioning tap offers a false sense of security. Fire-induced pressure drops can draw smoke and toxic debris into water networks, while extreme heat can melt plastic plumbing, leaching cancer-causing chemicals like benzene into the supply. Boiling water will not remove these chemicals and can actually increase exposure by releasing toxic vapors into indoor air. While utilities handle public infrastructure, property owners are responsible for testing their own plumbing, irrigation systems, and private wells. Stagnant water samples (typically resting in pipes for 72 hours) should be tested for VOCs, metals, and bacteria. Until safety is verified, residents should rely on bottled water for drinking, cooking, and bathing.

        Also, debris removal is only the first step. Clearing ash, damaged vehicles, and surface soil does not mean a property is automatically ready for rebuilding. Past wildfire studies show that up to 34% of cleared properties still contained dangerous soil contamination, such as heavy metals. Soil testing should be conducted by independent, board-licensed engineers or geologists before construction begins, and local environmental or health agencies should review the findings.

        Ultimately, safety cannot be judged by appearance or odor alone. Engaging licensed professionals to evaluate air, water, and soil is the safest path to a full recovery.

Internet: <https://theconversation.com> (adapted). 
Based on the third paragraph of text CG1A4, it is correct to affirm that the melting of plastic plumbing
Alternativas
Q4404308 Inglês
Text CG1A4

        When wildfire evacuation orders are lifted, returning residents often mistake “cleared to return” for “safe.” However, recovering from a wildfire requires careful navigation of hidden post-fire hazards. As seen following destructive blazes like the August 2026 fires in Spokane, Washington, three main areas require cautious attention before reoccupying or rebuilding.

        First, surviving buildings may hold toxins. Homes spared by flames can still harbor severe indoor contamination. Smoke, ash, and toxic chemicals enter through vents, windows, and HVAC systems, settling into carpets, walls, and ductwork. These contaminants can include dangerous heavy metals like lead and arsenic, asbestos, and volatile organic compounds (VOCs). Because these hazards cannot be identified by sight or smell, property owners should hire qualified professionals to inspect and test air and surfaces. If contamination is found, professional remediation and independent confirmation testing are essential before moving back in.

        Furthermore, drinking water may be chemically contaminated. A functioning tap offers a false sense of security. Fire-induced pressure drops can draw smoke and toxic debris into water networks, while extreme heat can melt plastic plumbing, leaching cancer-causing chemicals like benzene into the supply. Boiling water will not remove these chemicals and can actually increase exposure by releasing toxic vapors into indoor air. While utilities handle public infrastructure, property owners are responsible for testing their own plumbing, irrigation systems, and private wells. Stagnant water samples (typically resting in pipes for 72 hours) should be tested for VOCs, metals, and bacteria. Until safety is verified, residents should rely on bottled water for drinking, cooking, and bathing.

        Also, debris removal is only the first step. Clearing ash, damaged vehicles, and surface soil does not mean a property is automatically ready for rebuilding. Past wildfire studies show that up to 34% of cleared properties still contained dangerous soil contamination, such as heavy metals. Soil testing should be conducted by independent, board-licensed engineers or geologists before construction begins, and local environmental or health agencies should review the findings.

        Ultimately, safety cannot be judged by appearance or odor alone. Engaging licensed professionals to evaluate air, water, and soil is the safest path to a full recovery.

Internet: <https://theconversation.com> (adapted). 
It can be concluded from the fourth and fifth paragraphs of text CG1A4 that post-wildfire recovery
Alternativas
Q4404307 Inglês
Text CG1A4

        When wildfire evacuation orders are lifted, returning residents often mistake “cleared to return” for “safe.” However, recovering from a wildfire requires careful navigation of hidden post-fire hazards. As seen following destructive blazes like the August 2026 fires in Spokane, Washington, three main areas require cautious attention before reoccupying or rebuilding.

        First, surviving buildings may hold toxins. Homes spared by flames can still harbor severe indoor contamination. Smoke, ash, and toxic chemicals enter through vents, windows, and HVAC systems, settling into carpets, walls, and ductwork. These contaminants can include dangerous heavy metals like lead and arsenic, asbestos, and volatile organic compounds (VOCs). Because these hazards cannot be identified by sight or smell, property owners should hire qualified professionals to inspect and test air and surfaces. If contamination is found, professional remediation and independent confirmation testing are essential before moving back in.

        Furthermore, drinking water may be chemically contaminated. A functioning tap offers a false sense of security. Fire-induced pressure drops can draw smoke and toxic debris into water networks, while extreme heat can melt plastic plumbing, leaching cancer-causing chemicals like benzene into the supply. Boiling water will not remove these chemicals and can actually increase exposure by releasing toxic vapors into indoor air. While utilities handle public infrastructure, property owners are responsible for testing their own plumbing, irrigation systems, and private wells. Stagnant water samples (typically resting in pipes for 72 hours) should be tested for VOCs, metals, and bacteria. Until safety is verified, residents should rely on bottled water for drinking, cooking, and bathing.

        Also, debris removal is only the first step. Clearing ash, damaged vehicles, and surface soil does not mean a property is automatically ready for rebuilding. Past wildfire studies show that up to 34% of cleared properties still contained dangerous soil contamination, such as heavy metals. Soil testing should be conducted by independent, board-licensed engineers or geologists before construction begins, and local environmental or health agencies should review the findings.

        Ultimately, safety cannot be judged by appearance or odor alone. Engaging licensed professionals to evaluate air, water, and soil is the safest path to a full recovery.

Internet: <https://theconversation.com> (adapted). 
According to the information presented in the third paragraph of text CG1A4, a functioning water tap
Alternativas
Q4404306 Inglês
Text CG1A4

        When wildfire evacuation orders are lifted, returning residents often mistake “cleared to return” for “safe.” However, recovering from a wildfire requires careful navigation of hidden post-fire hazards. As seen following destructive blazes like the August 2026 fires in Spokane, Washington, three main areas require cautious attention before reoccupying or rebuilding.

        First, surviving buildings may hold toxins. Homes spared by flames can still harbor severe indoor contamination. Smoke, ash, and toxic chemicals enter through vents, windows, and HVAC systems, settling into carpets, walls, and ductwork. These contaminants can include dangerous heavy metals like lead and arsenic, asbestos, and volatile organic compounds (VOCs). Because these hazards cannot be identified by sight or smell, property owners should hire qualified professionals to inspect and test air and surfaces. If contamination is found, professional remediation and independent confirmation testing are essential before moving back in.

        Furthermore, drinking water may be chemically contaminated. A functioning tap offers a false sense of security. Fire-induced pressure drops can draw smoke and toxic debris into water networks, while extreme heat can melt plastic plumbing, leaching cancer-causing chemicals like benzene into the supply. Boiling water will not remove these chemicals and can actually increase exposure by releasing toxic vapors into indoor air. While utilities handle public infrastructure, property owners are responsible for testing their own plumbing, irrigation systems, and private wells. Stagnant water samples (typically resting in pipes for 72 hours) should be tested for VOCs, metals, and bacteria. Until safety is verified, residents should rely on bottled water for drinking, cooking, and bathing.

        Also, debris removal is only the first step. Clearing ash, damaged vehicles, and surface soil does not mean a property is automatically ready for rebuilding. Past wildfire studies show that up to 34% of cleared properties still contained dangerous soil contamination, such as heavy metals. Soil testing should be conducted by independent, board-licensed engineers or geologists before construction begins, and local environmental or health agencies should review the findings.

        Ultimately, safety cannot be judged by appearance or odor alone. Engaging licensed professionals to evaluate air, water, and soil is the safest path to a full recovery.

Internet: <https://theconversation.com> (adapted). 
According to the first paragraph of text CG1A4, the expression ‘cleared to return’ indicates that
Alternativas
Respostas
1: C
2: E
3: C
4: C
5: C
6: E
7: E
8: E
9: C
10: C
11: C
12: E
13: C
14: E
15: E
16: B
17: E
18: B
19: D
20: D