Questões Militares Para exército

Foram encontradas 15.094 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q724409 Português

TEXTO I

                                                   O Pavão

  1.     Era uma vez um pavão chamado Arlindo Eugênio Felisberto. Você não sabia que os bichos têm nome? Pois fique sabendo que os bichos também não sabem que as pessoas têm nome. A única diferença é que não são os pais, e sim os próprios bichos, que escolhem seus nomes. E o pavão Arlindo Eugênio Felisberto escolheu esse triplo nome para ele porque se achava lindo, genial de tão inteligente e completamente feliz. Ele era o mais feliz dos bichos porque sabia que era inteligente e lindo.
  2.    Arlindo morava perto de um grande galinheiro, que deveria se chamar aveiro, porque galinha era apenas um dos tipos de aves que moravam ali. Arlindo esperava que várias das galinhas e outras aves estivessem por perto para abrir sua cauda. Ele a abria bem devagar, pena por pena, e esse espetáculo produzia um som suave, elegante e melodioso: SVLUUUFFFFF.
  3.    As galinhas e as outras aves não podiam aplaudir, porque as galinhas e as outras aves não têm mãos, mas elas faziam um alvoroço maior que uma grande salva de palmas quando Arlindo terminava de abrir sua cauda e muito calmamente virava a cabeça para cá e para lá, fingindo que não sabia que o alvoroço tinha acontecido por sua causa.
  4.   Um dia apareceu um filhote de cisne horroroso de tão feio e perguntou a Arlindo:
  5.   - Será que eu sou seu filho?
  6.  O pavão ficou tão surpreso com a pergunta que SVLUUUFFFFF, abriu sem querer a cauda. Vendo aquela maravilha, o filhote de cisne devia se mancar e seguir seu caminho, mas ele disse:
  7.   - Que cauda bonita o senhor tem! Tomara que eu seja seu filho! Será que eu sou seu filho? Sou?
  8.   Arlindo Eugênio Felisberto passou de surpreso a indignado, pelo fato de um bicho tão sem charme, sem elegância e principalmente sem beleza ter a ideia infame de que poderia ser filho dele. Mas logo teve um ataque de riso, porque a ideia era mais que infame; era ridícula, patética e muito engraçada. E tanto riu e gargalhou que não conseguiu dizer nada para o filhote de cisne, que se afastou cabisbaixo, como se já tivesse sido mal recebido por vários outros candidatos a pais.
  9.   Arlindo não ficou morando ali por muito tempo. Algumas semanas depois desse encontro, que ainda dava cócegas nele e o fazia rir sozinho, um outro tipo de bípede assistiu ao SVLUUUFFFFF, o espetáculo da abertura de cauda. Um bípede humano, que naquele mesmo dia catou Arlindo, enfiou num engradado e o levou para longe.
  10.   No caminho o pavão tremia de medo, porque tinha ouvido falar de aves que viravam almoço e jantar dos humanos. Mas quando chegou em sua nova residência, já pôde conversar com alguns dos novos vizinhos e ficou sabendo que ali viviam muitos bichos, de todos os tipos, e que muitos bípedes humanos passeavam por ali. Esses visitantes comiam coisas de cheiro muito forte, alimentavam os moradores quando os guardas não estavam olhando, e admiravam o tamanho, os dentes, a pele, as plumas, a força e a beleza dos bichos de todos os tipos. Arlindo Eugênio Felisberto sorriu e disse para si mesmo:
  11.   - Gostei! Eu posso continuar sendo feliz aqui!
  12.  Arlindo foi, até o fim de sua vida, uma das grandes atrações desse local, e o alvoroço era sempre grande quando ele abria sua cauda, com um suave, elegante e melodioso SVLUUUFFFFF.                                                                                                                                                                    FFFIIIMMMMMMMMM.
  13. SOUZA, Flavio de. Que História é essa? 2.São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2006, p. 12 e 13. Vocabulário do texto I
  14. alvoroço: agitação.
  15. infame: desprezível, não digno.
  16. patética: que dá pena, dó.
  17. cabisbaixo: de cabeça baixa.
  18. bípede: animal que tem ou anda em dois pés.


TEXTO II

                                          0 Patinho Feio

    Era uma vez uma pata que teve cinco ovos. Ela esperava ansiosamente pelo dia em que os seus ovos quebrassem e deles nascessem os seus queridos filhos!

   Quando esse dia chegou, os ovos da mamãe pata começaram a abrir, um a um, e ela, alegremente, começou a saudar es seus novos patinhos. Mas o último ovo demorou mais a partir, e a pata começou a ficar nervosa...

   Finalmente, a casca quebrou e, para surpresa da pata, de lá saiu um patinho muito diferente de todos os seus outros filhos.

  - Este patinho feio não pode ser meu! Exclamou ela.

  - Alguém te pregou uma peça. Afirmou a vizinha galinha.

  Os dias passaram e, à medida que os patinhos cresciam, o patinho feio tornava-se cada vez mais diferente dos outros patinhos.

  Cansado de ser gozado pelos seus irmãos e por todos os animais do quintal, o patinho feio decide partir. Mesmo longe do quintal, o patinho não conseguiu paz, pois os seus irmãos perseguiam-no por todo o lago, gritando:

  - É o pato mais feio que nós já vimos!

  E, para onde quer que fosse, todos os animais que encontrava riam dele.

  - Que farei? Para onde irei? O patinho sentia-se muito triste e abandonado.

  Com a chegada do inverno, o patinho, cansado e cheio de fome, encontrou uma casa e pensou:

  -Talvez aqui encontre alguém que goste de mim! E assim foi.

  O patinho passou o inverno aconchegadinho, numa casa quentinha e na companhia de quem gostava dele. Tudo teria corrido bem se não tivesse chegado a primavera e, com ela, um gato malvado, que, enganando os donos da casa, correu com o patinho para fora dali!

 - Mais uma vez estou sozinho e infeliz... Suspirou o patinho feio.

 O patinho seguiu o seu caminho e, ao chegar a um grande lago, refugiou-se junto a uns juncos, e ali ficou durante vários dias.

Um dia, muito cedo, o patinho feio foi acordado por vozes de crianças.

 - Olha! Um recém-chegado! Gritou uma das crianças. Todas as outras crianças davam gritos de alegria.

 - E é tão bonito! Dizia outra.

 Bonito?... De quem estão falando? Pensou o patinho feio.

 De repente, o patinho feio viu que todos olhavam para ele e, ao ver o seu reflexo na água, viu um grande e elegante cisne.

 - Oh!... Exclamou o patinho admirado. Crianças e outros cisnes admiravam a sua beleza e cumprimentavam-no alegremente.

 Afinal ele não era um patinho feio, mas um belo e jovem cisne!

 A partir desse dia, não houve mais tristezas, e o patinho feio, que agora era um belo cisne, viveu feliz para sempre!

Disponível em: «http://bebeatual.com/historias-patinho-feio_105-» Acesso em 28 set 2016. Texto adaptado.

Vocabulário do texto II

refugiou-se: abrigou-se.

junco: planta. 

Indique a afirmação que está de acordo com o gênero a que pertencem os textos I e II.
Alternativas
Q724408 Português

TEXTO I

                                                   O Pavão

  1.     Era uma vez um pavão chamado Arlindo Eugênio Felisberto. Você não sabia que os bichos têm nome? Pois fique sabendo que os bichos também não sabem que as pessoas têm nome. A única diferença é que não são os pais, e sim os próprios bichos, que escolhem seus nomes. E o pavão Arlindo Eugênio Felisberto escolheu esse triplo nome para ele porque se achava lindo, genial de tão inteligente e completamente feliz. Ele era o mais feliz dos bichos porque sabia que era inteligente e lindo.
  2.    Arlindo morava perto de um grande galinheiro, que deveria se chamar aveiro, porque galinha era apenas um dos tipos de aves que moravam ali. Arlindo esperava que várias das galinhas e outras aves estivessem por perto para abrir sua cauda. Ele a abria bem devagar, pena por pena, e esse espetáculo produzia um som suave, elegante e melodioso: SVLUUUFFFFF.
  3.    As galinhas e as outras aves não podiam aplaudir, porque as galinhas e as outras aves não têm mãos, mas elas faziam um alvoroço maior que uma grande salva de palmas quando Arlindo terminava de abrir sua cauda e muito calmamente virava a cabeça para cá e para lá, fingindo que não sabia que o alvoroço tinha acontecido por sua causa.
  4.   Um dia apareceu um filhote de cisne horroroso de tão feio e perguntou a Arlindo:
  5.   - Será que eu sou seu filho?
  6.  O pavão ficou tão surpreso com a pergunta que SVLUUUFFFFF, abriu sem querer a cauda. Vendo aquela maravilha, o filhote de cisne devia se mancar e seguir seu caminho, mas ele disse:
  7.   - Que cauda bonita o senhor tem! Tomara que eu seja seu filho! Será que eu sou seu filho? Sou?
  8.   Arlindo Eugênio Felisberto passou de surpreso a indignado, pelo fato de um bicho tão sem charme, sem elegância e principalmente sem beleza ter a ideia infame de que poderia ser filho dele. Mas logo teve um ataque de riso, porque a ideia era mais que infame; era ridícula, patética e muito engraçada. E tanto riu e gargalhou que não conseguiu dizer nada para o filhote de cisne, que se afastou cabisbaixo, como se já tivesse sido mal recebido por vários outros candidatos a pais.
  9.   Arlindo não ficou morando ali por muito tempo. Algumas semanas depois desse encontro, que ainda dava cócegas nele e o fazia rir sozinho, um outro tipo de bípede assistiu ao SVLUUUFFFFF, o espetáculo da abertura de cauda. Um bípede humano, que naquele mesmo dia catou Arlindo, enfiou num engradado e o levou para longe.
  10.   No caminho o pavão tremia de medo, porque tinha ouvido falar de aves que viravam almoço e jantar dos humanos. Mas quando chegou em sua nova residência, já pôde conversar com alguns dos novos vizinhos e ficou sabendo que ali viviam muitos bichos, de todos os tipos, e que muitos bípedes humanos passeavam por ali. Esses visitantes comiam coisas de cheiro muito forte, alimentavam os moradores quando os guardas não estavam olhando, e admiravam o tamanho, os dentes, a pele, as plumas, a força e a beleza dos bichos de todos os tipos. Arlindo Eugênio Felisberto sorriu e disse para si mesmo:
  11.   - Gostei! Eu posso continuar sendo feliz aqui!
  12.  Arlindo foi, até o fim de sua vida, uma das grandes atrações desse local, e o alvoroço era sempre grande quando ele abria sua cauda, com um suave, elegante e melodioso SVLUUUFFFFF.                                                                                                                                                                    FFFIIIMMMMMMMMM.
  13. SOUZA, Flavio de. Que História é essa? 2.São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2006, p. 12 e 13. Vocabulário do texto I
  14. alvoroço: agitação.
  15. infame: desprezível, não digno.
  16. patética: que dá pena, dó.
  17. cabisbaixo: de cabeça baixa.
  18. bípede: animal que tem ou anda em dois pés.


TEXTO II

                                          0 Patinho Feio

    Era uma vez uma pata que teve cinco ovos. Ela esperava ansiosamente pelo dia em que os seus ovos quebrassem e deles nascessem os seus queridos filhos!

   Quando esse dia chegou, os ovos da mamãe pata começaram a abrir, um a um, e ela, alegremente, começou a saudar es seus novos patinhos. Mas o último ovo demorou mais a partir, e a pata começou a ficar nervosa...

   Finalmente, a casca quebrou e, para surpresa da pata, de lá saiu um patinho muito diferente de todos os seus outros filhos.

  - Este patinho feio não pode ser meu! Exclamou ela.

  - Alguém te pregou uma peça. Afirmou a vizinha galinha.

  Os dias passaram e, à medida que os patinhos cresciam, o patinho feio tornava-se cada vez mais diferente dos outros patinhos.

  Cansado de ser gozado pelos seus irmãos e por todos os animais do quintal, o patinho feio decide partir. Mesmo longe do quintal, o patinho não conseguiu paz, pois os seus irmãos perseguiam-no por todo o lago, gritando:

  - É o pato mais feio que nós já vimos!

  E, para onde quer que fosse, todos os animais que encontrava riam dele.

  - Que farei? Para onde irei? O patinho sentia-se muito triste e abandonado.

  Com a chegada do inverno, o patinho, cansado e cheio de fome, encontrou uma casa e pensou:

  -Talvez aqui encontre alguém que goste de mim! E assim foi.

  O patinho passou o inverno aconchegadinho, numa casa quentinha e na companhia de quem gostava dele. Tudo teria corrido bem se não tivesse chegado a primavera e, com ela, um gato malvado, que, enganando os donos da casa, correu com o patinho para fora dali!

 - Mais uma vez estou sozinho e infeliz... Suspirou o patinho feio.

 O patinho seguiu o seu caminho e, ao chegar a um grande lago, refugiou-se junto a uns juncos, e ali ficou durante vários dias.

Um dia, muito cedo, o patinho feio foi acordado por vozes de crianças.

 - Olha! Um recém-chegado! Gritou uma das crianças. Todas as outras crianças davam gritos de alegria.

 - E é tão bonito! Dizia outra.

 Bonito?... De quem estão falando? Pensou o patinho feio.

 De repente, o patinho feio viu que todos olhavam para ele e, ao ver o seu reflexo na água, viu um grande e elegante cisne.

 - Oh!... Exclamou o patinho admirado. Crianças e outros cisnes admiravam a sua beleza e cumprimentavam-no alegremente.

 Afinal ele não era um patinho feio, mas um belo e jovem cisne!

 A partir desse dia, não houve mais tristezas, e o patinho feio, que agora era um belo cisne, viveu feliz para sempre!

Disponível em: «http://bebeatual.com/historias-patinho-feio_105-» Acesso em 28 set 2016. Texto adaptado.

Vocabulário do texto II

refugiou-se: abrigou-se.

junco: planta. 

A partir da leitura dos textos I e II, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q724407 Português

TEXTO II

                                                           0 Patinho Feio

    Era uma vez uma pata que teve cinco ovos. Ela esperava ansiosamente pelo dia em que os seus ovos quebrassem e deles nascessem os seus queridos filhos!

   Quando esse dia chegou, os ovos da mamãe pata começaram a abrir, um a um, e ela, alegremente, começou a saudar es seus novos patinhos. Mas o último ovo demorou mais a partir, e a pata começou a ficar nervosa...

   Finalmente, a casca quebrou e, para surpresa da pata, de lá saiu um patinho muito diferente de todos os seus outros filhos.

   - Este patinho feio não pode ser meu! Exclamou ela.

   - Alguém te pregou uma peça. Afirmou a vizinha galinha.

   Os dias passaram e, à medida que os patinhos cresciam, o patinho feio tornava-se cada vez mais diferente dos outros patinhos.

   Cansado de ser gozado pelos seus irmãos e por todos os animais do quintal, o patinho feio decide partir. Mesmo longe do quintal, o patinho não conseguiu paz, pois os seus irmãos perseguiam-no por todo o lago, gritando:

   - É o pato mais feio que nós já vimos!

   E, para onde quer que fosse, todos os animais que encontrava riam dele.

   - Que farei? Para onde irei? O patinho sentia-se muito triste e abandonado.

   Com a chegada do inverno, o patinho, cansado e cheio de fome, encontrou uma casa e pensou:

   -Talvez aqui encontre alguém que goste de mim! E assim foi.

  O patinho passou o inverno aconchegadinho, numa casa quentinha e na companhia de quem gostava dele. Tudo teria corrido bem se não tivesse chegado a primavera e, com ela, um gato malvado, que, enganando os donos da casa, correu com o patinho para fora dali!

  - Mais uma vez estou sozinho e infeliz... Suspirou o patinho feio.

 O patinho seguiu o seu caminho e, ao chegar a um grande lago, refugiou-se junto a uns juncos, e ali ficou durante vários dias.

Um dia, muito cedo, o patinho feio foi acordado por vozes de crianças.

  - Olha! Um recém-chegado! Gritou uma das crianças. Todas as outras crianças davam gritos de alegria.

  - E é tão bonito! Dizia outra.

  Bonito?... De quem estão falando? Pensou o patinho feio.

  De repente, o patinho feio viu que todos olhavam para ele e, ao ver o seu reflexo na água, viu um grande e elegante cisne.

  - Oh!... Exclamou o patinho admirado. Crianças e outros cisnes admiravam a sua beleza e cumprimentavam-no alegremente.

  Afinal ele não era um patinho feio, mas um belo e jovem cisne!

  A partir desse dia, não houve mais tristezas, e o patinho feio, que agora era um belo cisne, viveu feliz para sempre!

Disponível em: «http://bebeatual.com/historias-patinho-feio_105-» Acesso em 28 set 2016. Texto adaptado.

Vocabulário do texto II

refugiou-se: abrigou-se.

junco: planta. 

O texto II é uma narrativa que apresenta, como estratégia estrutural, uma cronologia, ou seja, uma sequência temporal dos fatos narrados. Nas alternativas abaixo, há trechos reescritos da narrativa. Marque a alternativa que apresenta sequência lógica, conforme o texto.
Alternativas
Q724406 Português

TEXTO I
               

                                              O Pavão

     Era uma vez um pavão chamado Arlindo Eugênio Felisberto. Você não sabia que os bichos têm nome? Pois fique sabendo que os bichos também não sabem que as pessoas têm nome. A única diferença é que não são os pais, e sim os próprios bichos, que escolhem seus nomes. E o pavão Arlindo Eugênio Felisberto escolheu esse triplo nome para ele porque se achava lindo, genial de tão inteligente e completamente feliz. Ele era o mais feliz dos bichos porque sabia que era inteligente e lindo.

   Arlindo morava perto de um grande galinheiro, que deveria se chamar aveiro, porque galinha era apenas um dos tipos de aves que moravam ali. Arlindo esperava que várias das galinhas e outras aves estivessem por perto para abrir sua cauda. Ele a abria bem devagar, pena por pena, e esse espetáculo produzia um som suave, elegante e melodioso: SVLUUUFFFFF.

    As galinhas e as outras aves não podiam aplaudir, porque as galinhas e as outras aves não têm mãos, mas elas faziam um alvoroço maior que uma grande salva de palmas quando Arlindo terminava de abrir sua cauda e muito calmamente virava a cabeça para cá e para lá, fingindo que não sabia que o alvoroço tinha acontecido por sua causa.

   Um dia apareceu um filhote de cisne horroroso de tão feio e perguntou a Arlindo:

   - Será que eu sou seu filho?

  O pavão ficou tão surpreso com a pergunta que SVLUUUFFFFF, abriu sem querer a cauda. Vendo aquela maravilha, o filhote de cisne devia se mancar e seguir seu caminho, mas ele disse:

  - Que cauda bonita o senhor tem! Tomara que eu seja seu filho! Será que eu sou seu filho? Sou?

  Arlindo Eugênio Felisberto passou de surpreso a indignado, pelo fato de um bicho tão sem charme, sem elegância e principalmente sem beleza ter a ideia infame de que poderia ser filho dele. Mas logo teve um ataque de riso, porque a ideia era mais que infame; era ridícula, patética e muito engraçada. E tanto riu e gargalhou que não conseguiu dizer nada para o filhote de cisne, que se afastou cabisbaixo, como se já tivesse sido mal recebido por vários outros candidatos a pais.

  Arlindo não ficou morando ali por muito tempo. Algumas semanas depois desse encontro, que ainda dava cócegas nele e o fazia rir sozinho, um outro tipo de bípede assistiu ao SVLUUUFFFFF, o espetáculo da abertura de cauda. Um bípede humano, que naquele mesmo dia catou Arlindo, enfiou num engradado e o levou para longe.

  No caminho o pavão tremia de medo, porque tinha ouvido falar de aves que viravam almoço e jantar dos humanos. Mas quando chegou em sua nova residência, já pôde conversar com alguns dos novos vizinhos e ficou sabendo que ali viviam muitos bichos, de todos os tipos, e que muitos bípedes humanos passeavam por ali. Esses visitantes comiam coisas de cheiro muito forte, alimentavam os moradores quando os guardas não estavam olhando, e admiravam o tamanho, os dentes, a pele, as plumas, a força e a beleza dos bichos de todos os tipos. Arlindo Eugênio Felisberto sorriu e disse para si mesmo:

  - Gostei! Eu posso continuar sendo feliz aqui!

  Arlindo foi, até o fim de sua vida, uma das grandes atrações desse local, e o alvoroço era sempre grande quando ele abria sua cauda, com um suave, elegante e melodioso SVLUUUFFFFF.

                                  FFFIIIMMMMMMMMM.

            SOUZA, Flavio de. Que História é essa? 2.São Paulo: Companhia das Letrinhas, 2006, p. 12 e 13.

Vocabulário do texto I

alvoroço: agitação.

infame: desprezível, não digno.

patética: que dá pena, dó.

cabisbaixo: de cabeça baixa.

bípede: animal que tem ou anda em dois pés. 

Assinale a alternativa correta em relação à postura adotada pelo pavão no texto I.
Alternativas
Q724405 Português

Imagem associada para resolução da questão

   Penadinho é o fantasma com olhos escuros (bem à esquerda no primeiro quadrinho, acompanhando o fantasminha). Ele é personagem da Turma da Mônica. Podemos afirmar sobre os fatos do texto 5 que 

I. Penadinho está acompanhado de um fantasminha que queria um balão.

II. Penadinho era generoso, mas não queria dar um balão para o fantasminha.

III. o fantasminha permaneceu alegre em todos os momentos.

IV. Penadinho não deu o balão para o fantasminha, pois não tinha como pagar.

V. no final, Penadinho comprou o balão para o fantasminha.

Não são verdadeiras as afirmações 

Alternativas
Q724404 Português

Imagem associada para resolução da questão

No texto 4, temos uma imagem e um poema. Podemos interpretar que o(a)

 

Alternativas
Q724403 Português

Leia o texto 3 atentamente e responda à questão, assinalando a única alternativa correta.  


Ao lermos os textos 2 e 3, percebe-se que alguns personagens foram generosos, pois fizeram algo de bom sem intenção de receber nada em troca. Outros foram gratos, pois retribuíram o que receberam. Percebem-se esses sentimentos, respectivamente,
Alternativas
Q724402 Português

Leia o texto 3 atentamente e responda à questão, assinalando a única alternativa correta.  


Assinale a alternativa em que o sentido do uso da vírgula é o mesmo da frase “Ó, vizinho!” (linha 03 do texto 2).
Alternativas
Q724401 Português

Leia o texto 3 atentamente e responda à questão, assinalando a única alternativa correta.  


Releia o trecho “Ela não se mostrou ingrata, mas ao vê-lo recostado a um muro que estava ruindo, voou e pegou com suas garras o pano que cingia a cabeça dele.” (linhas 02 e 03). Se o narrador da história fosse o velho, o trecho deveria ser reescrito, mantendo-se a coerência do texto, da seguinte forma:
Alternativas
Q724400 Português

Leia o texto 3 atentamente e responda à questão, assinalando a única alternativa correta.  


No trecho “Ela não se mostrou ingrata” (linha 02), percebe-se que a águia não foi ingrata. Pode-se confirmar isso na seguinte afirmativa sobre o texto:
Alternativas
Q724399 Português

Leia o texto 3 atentamente e responda à questão, assinalando a única alternativa correta.  


A palavra “cingia” (linha 03) poderia ser substituída, de acordo com o contexto em que foi empregada, por
Alternativas
Q724398 Português
As histórias de Nasrudin espalharam-se pelo mundo e ele ganhou outros nomes. Goha é o nome como é conhecido no Egito. No Brasil, muitos desses mesmos episódios são protagonizados por Pedro Malasartes ou João Grilo. Confira agora uma das histórias de Goha. Leia atentamente o Texto 2 e responda à questão, assinalando a única alternativa correta. 

Goha diz a seu vizinho “Oras, não seja sovina!” (linha 06). Após a leitura do texto, o leitor percebe que essas palavras significavam que
Alternativas
Q724397 Português
As histórias de Nasrudin espalharam-se pelo mundo e ele ganhou outros nomes. Goha é o nome como é conhecido no Egito. No Brasil, muitos desses mesmos episódios são protagonizados por Pedro Malasartes ou João Grilo. Confira agora uma das histórias de Goha. Leia atentamente o Texto 2 e responda à questão, assinalando a única alternativa correta. 

Leia com atenção as afirmações abaixo a respeito do narrador do texto “Generosidade Fácil” e marque nos parênteses (V) se o conteúdo for verdadeiro ou (F) se for falso. Depois, escolha a alternativa que corresponda a sua resposta, respectivamente, de cima para baixo. ( ) O narrador narra e participa da história. ( ) O narrador conhece toda a história, inclusive o pensamento das personagens. ( ) O narrador apenas se limita a narrar os fatos. ( ) No trecho “O vizinho então perguntou:” (linha 10), temos a evidência de um narrador que não é personagem na história. ( ) O narrador envolve-se emocionalmente nos fatos, tornando-se personagem da narrativa.
Alternativas
Q724396 Português
As histórias de Nasrudin espalharam-se pelo mundo e ele ganhou outros nomes. Goha é o nome como é conhecido no Egito. No Brasil, muitos desses mesmos episódios são protagonizados por Pedro Malasartes ou João Grilo. Confira agora uma das histórias de Goha. Leia atentamente o Texto 2 e responda à questão, assinalando a única alternativa correta. 

De acordo com o sentido do texto, a expressão “pobre homem” (linha 03) foi utilizada por Goha com a intenção de I. esconder do vizinho que havia um mendigo. II. referir-se ao mendigo. III. caracterizar a pessoa que pedia esmola. IV. convencer o vizinho a dar algo ao mendigo. V. referir-se a outra pessoa que pedia esmolas, que não era o mendigo. São verdadeiras apenas as afirmações
Alternativas
Q724395 Português
As histórias de Nasrudin espalharam-se pelo mundo e ele ganhou outros nomes. Goha é o nome como é conhecido no Egito. No Brasil, muitos desses mesmos episódios são protagonizados por Pedro Malasartes ou João Grilo. Confira agora uma das histórias de Goha. Leia atentamente o Texto 2 e responda à questão, assinalando a única alternativa correta. 

O uso do ponto de exclamação na frase dita pelo vizinho “Mas eu não tenho nada para lhe dar!” (linha 05), expressa
Alternativas
Q724394 Português
As histórias de Nasrudin espalharam-se pelo mundo e ele ganhou outros nomes. Goha é o nome como é conhecido no Egito. No Brasil, muitos desses mesmos episódios são protagonizados por Pedro Malasartes ou João Grilo. Confira agora uma das histórias de Goha. Leia atentamente o Texto 2 e responda à questão, assinalando a única alternativa correta. 

O vizinho ficou impressionado com as afirmações de Goha, que demonstravam generosidade. O fato de Goha afirmar que não daria duas galinhas tem como causa ele
Alternativas
Q724393 Português
Na expressão “Pela manhã, depois de dizer as preces, sentou-se para dar início ao trabalho quando viu, com grande espanto, os sapatos já acabados sobre a mesa.” (linhas 12 a 15), a palavra “espanto” não foi substituída corretamente em:
Alternativas
Q724392 Português
A seguir, seguem algumas ações e estados relacionados ao sapateiro, que demonstram uma relação de causa e consequência, mas que estão fora de ordem. Ordene-os, de forma que se estabeleça a lógica do enredo da narrativa, colocando nos parênteses os números correspondentes. Depois assinale a alternativa correta da numeração, de cima para baixo. ( ) Entregou aos céus suas preocupações. Deixou o couro preparado para o outro dia. ( ) Vendeu o sapato e comprou couro para outros dois pares. ( ) Possuía um único pedaço de couro. ( ) Ficou curioso para saber quem fazia o trabalho. ( ) Admirou-se com o trabalho dos anões. ( ) Viu com espanto os sapatos prontos na mesa. ( ) Permaneceu acordado para vigiar.
Alternativas
Q724391 Português
Os autores de um texto o escrevem com uma intenção e um objetivo. Marque a alternativa que mostra a finalidade do texto “Os Duendes e o Sapateiro”.
Alternativas
Q724390 Português
Segundo o trecho “A mulher achou a ideia boa; sendo assim, deixaram uma vela acesa e se esconderam em um canto da sala por trás de uma cortina, aguardando para ver o que aconteceria.” (linhas 33 a 35), podemos entender que o sapateiro e a esposa são
Alternativas
Respostas
5961: B
5962: D
5963: A
5964: C
5965: E
5966: B
5967: C
5968: C
5969: D
5970: E
5971: D
5972: C
5973: C
5974: A
5975: A
5976: B
5977: B
5978: A
5979: E
5980: B