Questões Militares Comentadas para aeronáutica

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Q506279 Administração Financeira e Orçamentária
É considerada uma Receita Pública de Capital a receita
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Q506278 Administração Financeira e Orçamentária
Relacione as colunas, tendo como referência os princípios do Orçamento Público, e, a seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

1- Princípio da Anualidade
2- Princípio da Universalidade
3- Princípio da Publicidade

( ) Absoluta transparência nas ações dos dirigentes e responsáveis pelo uso de recursos do contribuinte.
( ) O orçamento deve compreender todas as receitas e todas as despesas.
( ) O orçamento deve ser elaborado e autorizado para execução em um período determinado de tempo.
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Q506271 Administração Geral
Para a Teoria da Decisão, todo problema administrativo equivale a um processo de decisão.

É considerada uma característica das decisões programadas:
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Q506267 Administração Geral
Jogar fora tudo que existe na empresa; não aproveitar nada do que existe; destruir o antigo e o substituir por algo inteiramente novo.

Estas são características que dizem respeito ao conceito de
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Q506266 Administração Geral
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna do texto a seguir.

________________ é o processo contínuo de avaliar os produtos, serviços, práticas dos concorrentes mais fortes e daquelas empresas que são reconhecidas como líderes empresariais.
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Q506265 Administração Geral
De acordo com a hierarquia das necessidades de Maslow, aquelas necessidades relacionadas com a aceitação por parte dos companheiros e trocas de amizade, afeto e amor, constituem as necessidades
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Q506264 Administração Geral
Não há nada de absoluto nas organizações ou na teoria administrativa. Tudo é relativo. Tudo depende. Existe uma relação funcional entre as condições do ambiente e as técnicas administrativas necessárias para o alcance eficaz dos objetivos da organização.

O texto acima faz referência a qual Teoria?
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Q506263 Administração Geral
Com relação às Teorias da Burocracia e Estruturalista, marque verdadeiro (V) ou falso (F) e, a seguir, assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) A ênfase da Teoria da Burocracia está somente na estrutura organizacional.
( ) O enfoque da Teoria Estruturalista é de um sistema mecânico (sistema fechado).
( ) A preocupação na Teoria da Burocracia está na eficiência máxima.
( ) A ênfase da Teoria Estruturalista está na estrutura organizacional, nas pessoas e no ambiente.
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Q506262 Administração Geral
Considerando a Teoria X, de Douglas McGregor, e suas concepções sobre a natureza humana, é correto afirmar que
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Q506261 Administração Geral
Com relação aos tipos de autoridade apontados por Max Weber, faça a correlação entre as colunas da direita e da esquerda. A seguir, assinale a alternativa com a sequência correta.

1 - autoridade tradicional
2 - autoridade carismática
3 - autoridade racional

( ) tipo de autoridade técnica, meritocrática e administrada.
( ) típica do pai de família, do chefe do clã e do despotismo real.
( ) baseada na devoção afetiva e pessoal e no arrebatamento emocional dos seguidores em relação ao líder.

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Q506260 Administração Geral
Em pesquisa operacional (PO), a teoria que cuida dos pontos de estrangulamento e dos tempos de espera, ou seja, das demoras verificadas em algum ponto do serviço é a Teoria das(os)
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Q506259 Administração Geral
Pragmatismo; reafirmação e atualização dos postulados clássicos; ênfase nos objetivos e nos resultados a serem definidos e alcançados; ecletismo de opiniões e pontos de vista.

As características relacionadas acima se referem à Teoria.

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Q506258 Administração Geral
Ordway Tead, autor considerado transitivo entre a Teoria Clássica e a Teoria das Relações Humanas, define conceitos de liderança em administração. Considerando as concepções desse autor, complete as lacunas e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

A(O) __________________ é o “exercício da influência pessoal em consequência de uma condição superior”, enquanto a(o) ___________________é a “ação exercida sobre os outros como resultado da integridade para consigo mesmo e da solicitude para com o bem-estar do grupo”.
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Q506257 Administração Geral
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna da assertiva a seguir.
______________ é o processo de transferir autoridade e responsabilidade para posições inferiores na hierarquia.
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Q506256 Administração Geral
O princípio geral da administração que define que cada pessoa deve receber ordens de apenas um único superior é, segundo Fayol, o princípio da
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Q506255 Administração Geral
Com relação à abordagem clássica da administração, pode- se afirmar que ela é desempenhada em duas orientações diferentes e, até certo ponto, opostas entre si: a Administração Científica e a Teoria Clássica.

Desta forma, não é correto afirmar que
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Q506254 Administração Geral
A Teoria _________________ surgiu nos Estados Unidos como consequência imediata da experiência de Hawthorne, desenvolvida por Elton Mayo e colaboradores.
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Q506253 Administração Geral
Considerando as diferenças entre ciência, técnica e arte, analise se são verdadeiras (V) ou falsas (F) as afirmações abaixo e, a seguir, indique a opção com a sequência correta.

( ) A ciência investiga e busca o conhecimento e a compreensão, elabora teorias, leis e hipóteses.
( ) A técnica capta e comunica uma realidade em um plano vivencial e espiritual em forma subjetiva e pessoal.
( ) A arte opera e transforma uma realidade, aplica normas e procedimentos com rigor e sobre a base de um programa objetivamente definido.
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Q506252 Administração Geral
Entre as habilidades que o administrador deve possuir para trabalhar com sucesso, aquela que consiste na capacidade para lidar com ideias e conceitos abstratos é definida por habilidade
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Q505594 Português
                                              Restos do carnaval

       Não, não deste último carnaval. Mas não sei por que este me transportou para a minha infância e para as quartas feiras de cinzas nas ruas mortas onde esvoaçavam despojos de serpentina e confete. Uma ou outra beata com um véu cobrindo a cabeça ia à igreja, atravessando a rua tão extremamente vazia que se segue ao carnaval. Atéque viesse o outro ano. E quando a festa ia se aproximando, como explicar a agitação íntima que me tomava? Como se enfim o mundo se abrisse de botão que era em grande rosa escarlate.Como se as ruas e praças do Recife enfim explicassem para que tinham sido feitas. Como se vozes humanas enfim cantassem a capacidade de prazer que era secreta em mim. Carnaval era meu, meu.
    No entanto, na realidade, eu dele pouco participava. Nunca tinha ido a um baile infantil, nunca me haviam fantasiado. Em compensação deixavam-me ficar até umas 11 horas da noite à porta do pé de escada do sobrado onde morávamos, olhando ávida os outros se divertirem. Duas coisas preciosas eu ganhava então e economizava-as com avareza para durarem os três dias: um lança-perfume e um saco de confete. Ah, está se tornando difícil escrever. Porque sinto como ficarei de coração escuro ao constatar que, mesmo me agregando tão pouco à alegria, eu era de tal modo sedenta que um quase nada já me tornava uma menina feliz.
    E as máscaras? Eu tinha medo mas era um medo vital e necessário porque vinha de encontro à minha mais profunda suspeita de que o rosto humano também fosse uma espécie de máscara. À porta do meu pé de escada, se um mascarado falava comigo, eu de súbito entrava no contato indispensável com o meu mundo interior, que não era feito só de duendes e príncipes encantados, mas de pessoas com o seu mistério. Até meu susto com os mascarados,pois, era essencial para mim. 
    Não me fantasiavam: no meio das preocupações com minha mãe doente, ninguém em casa tinha cabeça para carnaval de criança. Mas eu pedia a uma das minhas irmãs para enrolar aqueles meus cabelos lisos que me causavam tanto desgosto e tinha então a vaidade de possuir cabelos frisados pelo menos durante três dias por ano. Nesses três dias, ainda, minha irmã acedia ao meu sonho intenso de ser uma moça - eu mal podia esperar pela saída de uma infância vulnerável - e pintava minha boca de batom bem forte, passando também ruge nas minhas faces. Então eu me sentia bonita e feminina, eu escapava da meninice. 
    Mas houve um carnaval diferente dos outros. Tão milagroso que eu não conseguia acreditar que tanto me fosse dado, eu, que já aprendera a pedir pouco. É que a mãe de uma amiga minha resolvera fantasiar a filha eo nome da fantasia era no figurino Rosa. Para isso comprara folhas e folhas de papel crepom cor-de-rosa, com as quais, suponho, pretendia imitar as pétalas de uma flor. Boquiaberta, eu assistia pouco a pouco à fantasia tomando forma e se criando. Embora de pétalas o papel crepom nem de longe lembrasse, eu pensava seriamente que era uma das fantasias mais belas que jamais vira. 
    Foi quando aconteceu, por simples acaso, o inesperado: sobrou papel crepom, e muito. E a mãe de minha amiga - talvez atendendo a meu mudo apelo, ao meu mudo desespero de inveja, ou talvez por pura bondade, já que sobrara papel - resolveu fazer para mim também uma fantasia de rosa com o que restara de material. Naquele carnaval, pois, pela primeira vez na vida eu teria o que sempre quisera: ia ser outra que não eu mesma. 
    Até os preparativos já me deixavam tonta de felicidade. Nunca me sentira tão ocupada: minuciosamente, minha amiga e eu calculávamos tudo, embaixo da fantasia usaríamos combinação, pois se chovesse e a fantasia se derretesse pelo menos estaríamos de algum modo vestidas - à ideia de uma chuva que de repente nos deixasse, nos nossos pudores femininos de oito anos, de combinação na rua, morríamos previamente de vergonha - mas ah! Deus nos ajudaria! Não choveria! Quanto ao fato de minha fantasia só existir por causa das sobras de outra, engoli com alguma dor meu orgulho que sempre fora feroz, e aceitei humilde o que o destino me dava de esmola.
    Mas por que exatamente aquele carnaval, o único de fantasia, teve que ser tão melancólico? De manhã cedo no domingo eu já estava de cabelos enrolados para que até de tarde o frisado pegasse bem. Mas os minutos não passavam, de tanta ansiedade. Enfim, enfim! Chegaram três horas da tarde: com cuidado para não rasgar o papel, eu me vesti de rosa. 
    Muitas coisas que me aconteceram tão piores que estas, eu já perdoei. No entanto essa não posso sequer entender agora: o jogo de dados de um destino é irracional? É impiedoso. Quando eu estava vestida de papel crepom todo armado, ainda com os cabelos enrolados e aindasem batom e ruge - minha mãe de súbito piorou muito de saúde, um alvoroço repentino se criou em casa e mandaram-me comprar depressa um remédio na farmácia. Fui correndo vestida de rosa - mas o rosto ainda nu não tinha a máscara de moça que cobriria minha tão exposta vidainfantil - fui correndo, correndo, perplexa, atônita, entre serpentinas, confetes e gritos de carnaval. A alegria dos outros me espantava. 
    Quando horas depois a atmosfera em casa acalmou-se,minha irmã me penteou e pintou-me. Mas alguma coisa tinha morrido em mim. E, como nas histórias que eu havia lido sobre fadas que encantavam e desencantavam pessoas, eu fora desencantada; não era mais uma rosa, era de novo uma simples menina. Desci até a rua e ali de pé eu não era uma flor, era um palhaço pensativo de lábios encarnados. Na minha fome de sentir êxtase, às vezes começava a ficar alegre mas com remorso lembrava-me do estado grave de minha mãe e de novo eu morria.
    Só horas depois é que veio a salvação. E se depressa agarrei-me a ela é porque tanto precisava me salvar. Um menino de uns 12 anos, o que para mim significava um rapaz, esse menino muito bonito parou diante de mim e, numa mistura de carinho, grossura, brincadeira e sensualidade, cobriu meus cabelos já lisos de confete: por um instante ficamos nos defrontando, sorrindo, sem falar. E eu então, mulherzinha de 8 anos, considerei pelo resto da noite que enfim alguém me havia reconhecido: eu era, sim, uma rosa. 

                       (Lispector, Clarice. Felicidade clandestina: contos. Rio de Janeiro: Rocco, 1998)

Preencha os parênteses com a letra correspondente à classe gramatical das palavras grifadas. Depois assinale a alternativa que contém a sequência correta. (Alguns números poderão não ser usados.)

“... fui correndo( ), correndo, perplexa, atônita( ), entre( ) serpentinas, confetes e( ) gritos( ) de carnaval." (9º§)

(1) Adjetivo
(2) Advérbio
(3) Preposição
(4) Substantivo
(5) Verbo
(6) Conjunção


Alternativas
Respostas
19401: A
19402: C
19403: A
19404: D
19405: C
19406: D
19407: D
19408: B
19409: B
19410: D
19411: D
19412: A
19413: B
19414: B
19415: D
19416: D
19417: C
19418: C
19419: A
19420: D