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Q3810733 Redação Oficial
No que diz respeito à correspondência oficial e sua adequação linguística aos gêneros textuais, indique o item correto.
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Q3810731 Português
Utilize o Texto III para responder à questão.

TEXTO III


Ana Terra descia a coxilha no alto da qual ficava o rancho da estância, e dirigia-se para a sanga, equilibrando sobre a cabeça uma cesta cheia de roupa suja, e pensando no que a mãe sempre lhe dizia: “Quem carrega peso na cabeça fica papudo”. Ela não queria ficar papuda. Tinha vinte e cinco anos e ainda esperava casar. Não que sentisse muita falta de homem, mas acontecia que casando poderia ao menos ter alguma esperança de sair daquele cafundó, ir morar no Rio Pardo, em Viamão ou até mesmo voltar para a Capitania de São Paulo, onde nascera. Ali na estância a vida era triste e dura.


VERÍSSIMO, Érico. Ana Terra. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
Sobre colocação de pronomes átonos em uma oração, marque a opção que analisa corretamente o seguinte trecho do Texto III: “e pensando no que a mãe sempre lhe dizia”.
Alternativas
Q3810729 Português
Utilize o Texto III para responder à questão.

TEXTO III


Ana Terra descia a coxilha no alto da qual ficava o rancho da estância, e dirigia-se para a sanga, equilibrando sobre a cabeça uma cesta cheia de roupa suja, e pensando no que a mãe sempre lhe dizia: “Quem carrega peso na cabeça fica papudo”. Ela não queria ficar papuda. Tinha vinte e cinco anos e ainda esperava casar. Não que sentisse muita falta de homem, mas acontecia que casando poderia ao menos ter alguma esperança de sair daquele cafundó, ir morar no Rio Pardo, em Viamão ou até mesmo voltar para a Capitania de São Paulo, onde nascera. Ali na estância a vida era triste e dura.


VERÍSSIMO, Érico. Ana Terra. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
Considerando o contexto gramatical do Texto III, o emprego das aspas na frase “Quem carrega peso na cabeça fica papudo” se justifica por
Alternativas
Q3810727 Português
Utilize o Texto III para responder à questão.

TEXTO III


Ana Terra descia a coxilha no alto da qual ficava o rancho da estância, e dirigia-se para a sanga, equilibrando sobre a cabeça uma cesta cheia de roupa suja, e pensando no que a mãe sempre lhe dizia: “Quem carrega peso na cabeça fica papudo”. Ela não queria ficar papuda. Tinha vinte e cinco anos e ainda esperava casar. Não que sentisse muita falta de homem, mas acontecia que casando poderia ao menos ter alguma esperança de sair daquele cafundó, ir morar no Rio Pardo, em Viamão ou até mesmo voltar para a Capitania de São Paulo, onde nascera. Ali na estância a vida era triste e dura.


VERÍSSIMO, Érico. Ana Terra. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
No trecho “Tinha vinte e cinco anos e ainda esperava casar”, retirado do Texto III, as orações possuem uma relação de  
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Q3810725 Português
Utilize o Texto II para responder à questão.

TEXTO II 


Q4_6.png (205×369)

QUINTANA, Mário. Antologia poética. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2015, p. 41.
No Texto II, o autor usou no poema o verbo “Dancemos”. Tendo em vista o emprego e a correlação de tempos e modos verbais na coesão textual, indique a alternativa correta. 
Alternativas
Q3810723 Português
Utilize o Texto II para responder à questão.

TEXTO II 


Q4_6.png (205×369)

QUINTANA, Mário. Antologia poética. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2015, p. 41.
A última estrofe do poema do Texto II diz: “Até que as paineiras tenham por sobre os muros florido!”. Sob a perspectiva da coesão textual, o termo “até que” se configura como 
Alternativas
Q3810722 Português
Utilize o Texto II para responder à questão.

TEXTO II 


Q4_6.png (205×369)

QUINTANA, Mário. Antologia poética. Rio de Janeiro: Alfaguara, 2015, p. 41.
No poema Canção da primavera (Texto II), o autor utiliza determinados mecanismos de coesão textual. Considerando as definições gramaticais sobre elementos de referenciação, substituição e repetição, assinale a alternativa correta.
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Q3810720 Português
Utilize o Texto I para responder à questão.

TEXTO I


Épico


    O futebol de calçada era com narração, e o próprio jogador fornecia a narração. Jogava e descrevia sua jogada ao mesmo tempo, e nunca deixava de se autoentusiasmar. “Sensacional, senhores ouvintes!” (Naquele tempo os locutores tratavam o público de “senhores ouvintes”).

    “Sensacional! Mata no peito, põe no chão, faz que vai, mas não vai, passa por um, por dois... Fáu! Foi fáu do béque! O juiz não deu! O juiz está comprado, senhores ouvintes!”

    Fáu era “foul” e béque era “back”, na língua daquela terra estranha, o passado. E o juiz, claro, era imaginário. Tudo era imaginário no futebol de calçada, a começar pela nossa genialidade. A bola era de borracha, quando não era qualquer coisa remotamente redonda. A bola número cinco oficial de couro ganhada no Natal não aparecia na calçada, tá doido? Estragar uma bola de futebol novinha jogando futebol?

    Mas éramos gênios na nossa própria narração. 

    “Lá vai ele de novo. Cabeça erguida! Passa a bola e corre para receber de volta... Que lance! O passe não vem! Não lhe devolvem a bola! Assim não dá, senhores ouvintes ... Só ele joga nesse time!” 

    A narração dava um toque épico ao futebol. Lembro que na primeira vez em que fui a um campo, acostumado a só ouvir futebol pelo rádio, senti falta de alguma coisa que não sabia o que era. Tudo era maravilhoso, o público, o cheiro de grama, os ídolos que eu conhecia de fotografias desbotadas no jornal ali, em cores vivas... Mas faltava alguma coisa. Faltava uma voz me dizendo que o que eu estava vendo era mais do que estava vendo. Faltava a narrativa heroica. Faltava o Homero.

    Na calçada éramos os nossos próprios heróis e os nossos próprios Homeros.

    “Atenção. Ele olha para o gol. Vai chutar. Lá vai a bomba. O goleiro treme. Ele chuta! A bola toma efeito. Entra pela janela. E lá vem a mãe, senhores ouvintes! A mãe invade o campo. Ele tenta se esquivar. Dá um drible espetacular na mãe. Dois. A mãe pega ele pela orelha. Pela orelha! E o juiz não vê isso!”

    Mesmo se nem tudo merecesse o toque épico.


Luís Fernando Veríssimo
Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/. Acesso em: 31 ago. 2025
Na frase do Texto I: “Na calçada éramos os nossos próprios heróis”, a acentuação gráfica empregada nas palavras próprios e heróis se justifica por serem, respectivamente,
Alternativas
Q3810718 Português
Utilize o Texto I para responder à questão.

TEXTO I


Épico


    O futebol de calçada era com narração, e o próprio jogador fornecia a narração. Jogava e descrevia sua jogada ao mesmo tempo, e nunca deixava de se autoentusiasmar. “Sensacional, senhores ouvintes!” (Naquele tempo os locutores tratavam o público de “senhores ouvintes”).

    “Sensacional! Mata no peito, põe no chão, faz que vai, mas não vai, passa por um, por dois... Fáu! Foi fáu do béque! O juiz não deu! O juiz está comprado, senhores ouvintes!”

    Fáu era “foul” e béque era “back”, na língua daquela terra estranha, o passado. E o juiz, claro, era imaginário. Tudo era imaginário no futebol de calçada, a começar pela nossa genialidade. A bola era de borracha, quando não era qualquer coisa remotamente redonda. A bola número cinco oficial de couro ganhada no Natal não aparecia na calçada, tá doido? Estragar uma bola de futebol novinha jogando futebol?

    Mas éramos gênios na nossa própria narração. 

    “Lá vai ele de novo. Cabeça erguida! Passa a bola e corre para receber de volta... Que lance! O passe não vem! Não lhe devolvem a bola! Assim não dá, senhores ouvintes ... Só ele joga nesse time!” 

    A narração dava um toque épico ao futebol. Lembro que na primeira vez em que fui a um campo, acostumado a só ouvir futebol pelo rádio, senti falta de alguma coisa que não sabia o que era. Tudo era maravilhoso, o público, o cheiro de grama, os ídolos que eu conhecia de fotografias desbotadas no jornal ali, em cores vivas... Mas faltava alguma coisa. Faltava uma voz me dizendo que o que eu estava vendo era mais do que estava vendo. Faltava a narrativa heroica. Faltava o Homero.

    Na calçada éramos os nossos próprios heróis e os nossos próprios Homeros.

    “Atenção. Ele olha para o gol. Vai chutar. Lá vai a bomba. O goleiro treme. Ele chuta! A bola toma efeito. Entra pela janela. E lá vem a mãe, senhores ouvintes! A mãe invade o campo. Ele tenta se esquivar. Dá um drible espetacular na mãe. Dois. A mãe pega ele pela orelha. Pela orelha! E o juiz não vê isso!”

    Mesmo se nem tudo merecesse o toque épico.


Luís Fernando Veríssimo
Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/. Acesso em: 31 ago. 2025
O gênero textual referente ao Texto I é definido como 
Alternativas
Q3810715 Português
Utilize o Texto I para responder à questão.

TEXTO I


Épico


    O futebol de calçada era com narração, e o próprio jogador fornecia a narração. Jogava e descrevia sua jogada ao mesmo tempo, e nunca deixava de se autoentusiasmar. “Sensacional, senhores ouvintes!” (Naquele tempo os locutores tratavam o público de “senhores ouvintes”).

    “Sensacional! Mata no peito, põe no chão, faz que vai, mas não vai, passa por um, por dois... Fáu! Foi fáu do béque! O juiz não deu! O juiz está comprado, senhores ouvintes!”

    Fáu era “foul” e béque era “back”, na língua daquela terra estranha, o passado. E o juiz, claro, era imaginário. Tudo era imaginário no futebol de calçada, a começar pela nossa genialidade. A bola era de borracha, quando não era qualquer coisa remotamente redonda. A bola número cinco oficial de couro ganhada no Natal não aparecia na calçada, tá doido? Estragar uma bola de futebol novinha jogando futebol?

    Mas éramos gênios na nossa própria narração. 

    “Lá vai ele de novo. Cabeça erguida! Passa a bola e corre para receber de volta... Que lance! O passe não vem! Não lhe devolvem a bola! Assim não dá, senhores ouvintes ... Só ele joga nesse time!” 

    A narração dava um toque épico ao futebol. Lembro que na primeira vez em que fui a um campo, acostumado a só ouvir futebol pelo rádio, senti falta de alguma coisa que não sabia o que era. Tudo era maravilhoso, o público, o cheiro de grama, os ídolos que eu conhecia de fotografias desbotadas no jornal ali, em cores vivas... Mas faltava alguma coisa. Faltava uma voz me dizendo que o que eu estava vendo era mais do que estava vendo. Faltava a narrativa heroica. Faltava o Homero.

    Na calçada éramos os nossos próprios heróis e os nossos próprios Homeros.

    “Atenção. Ele olha para o gol. Vai chutar. Lá vai a bomba. O goleiro treme. Ele chuta! A bola toma efeito. Entra pela janela. E lá vem a mãe, senhores ouvintes! A mãe invade o campo. Ele tenta se esquivar. Dá um drible espetacular na mãe. Dois. A mãe pega ele pela orelha. Pela orelha! E o juiz não vê isso!”

    Mesmo se nem tudo merecesse o toque épico.


Luís Fernando Veríssimo
Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/. Acesso em: 31 ago. 2025
Com relação ao Texto I, o título “Épico” escolhido pelo autor Luís Fernando Veríssimo estabelece uma relação metafórica entre
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: PM-BA Prova: IDECAN - 2025 - PM-BA - Oficial Auxiliar |
Q3259271 Atualidades
Asseverou a Agência Brasil que a abstenção dos eleitores no segundo turno das eleições municipais ficou próxima do patamar registrado durante as restrições provocadas pela pandemia de Covid-19.A Justiça Eleitoral registrou, em todo o país, a ausência de 29,26% do eleitorado. O percentual equivale a 9,9 milhões de eleitores que não compareceram às urnas. O número de ausentes foi consolidado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em 2020, durante a pandemia de Covid, a abstenção no segundo turno foi de 29,53%. Nas eleições presidenciais de 2022, abstenção no segundo turno foi de 20,57%. O alto índice de abstenção no segundo turno foi registrado principalmente em capitais das regiões Sul e Sudeste do país, de modo que podemos assinalar corretamente apenas o que se afirma em:
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: PM-BA Prova: IDECAN - 2025 - PM-BA - Oficial Auxiliar |
Q3259270 Atualidades
O ano de 2024 quebrou mais um recorde. Só que desta vez, no quesito “desastres ambientais”. O Brasil bateu recorde de emissões de carbono, chegando a um volume de 183 milhões de toneladas, de acordo com o levantamento do Serviço de Monitoramento Atmosférico Copernicus (Cams). Desse total, um terço (65 milhões de toneladas) foi emitido apenas no mês de setembro. Ainda, estatisticamente, o Brasil encerrou o mês de agosto de 2024 com o pior número de registros em 14 anos: foram 68.635 ocorrências, um crescimento de 144% em relação ao mesmo período em 2023. Somente em setembro, foram registrados 83.157 casos, tornando este o pior mês do ano em número histórico, até então, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Sendo responsável por emissões recorde de carbono em um curto período de tempo, sob o ponto de vista energético, o país pode experimentar um agravamento de escassez de recursos hídricos a partir de tais eventos. Do ponto de vista energético, as consequências vêm a médio e longo prazo, impactando na nossa maior fonte da matriz energética, que é a hídrica. Tais inferências nos levam diretamente ao preocupante índice de
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: PM-BA Prova: IDECAN - 2025 - PM-BA - Oficial Auxiliar |
Q3259269 Atualidades
Desafortunadamente, 2023 foi um ano violento no cenário global. A guerra estourou entre Israel e o Hamas em Gaza, causando a morte de milhares de palestinos e centenas de israelenses, incluindo muitas crianças de ambos os lados. E a amarga guerra entre a Rússia e a Ucrânia continuou sem fim à vista. Como resultado do foco nesses dois conflitos, outros países ficaram fora do radar de muitas pessoas. Porém, algumas dessas nações estão lidando com uma agitação latente que entraram em erupção em 2024 e chamaram a atenção do mundo, a exemplo da guerra civil que segundo a ONU já causou mais de 300 mil mortes desde seu início em 2014, e que também continua sem horizonte visível para seu fim. Ainda segundo a ONU, metade das mortes naquele país foram causadas diretamente pelo conflito armado, enquanto que a outra metade ocorreu em consequência da fome e de doenças causadas pela crise humanitária em larga escala combinada com a tensão no Mar Vermelho, com ataques houthis relacionados ao embate Israel-Hamas, dez anos depois do início do conflito interno, fazendo daquele país o mais pobre do Oriente Médio. Estamos aqui nos referindo corretamente aos conflitos deflagrados apenas no / em:


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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: PM-BA Prova: IDECAN - 2025 - PM-BA - Oficial Auxiliar |
Q3259268 Atualidades
Em 2024, culturalmente, mesmo com a chegada em definitivo das plataformas de áudio e transmissão de arquivos, tivemos um gênero musical que continua sendo o mais ouvido do Brasil, segundo um ranking da Pro-Música, que representa gravadoras e produtoras do país. O levantamento considerou dados das principais plataformas de streaming e apontou uma lista das 50 faixas mais ouvidas no primeiro semestre de 2024. Dos dez artistas mais reproduzidos nesse período, oito são desse gênero. A cantora Lauana Prado é quem lidera, com um single que inclui a regravação de “Escrito nas Estrelas”, hit que fez sucesso na voz de Tetê Espíndola, em 1985. Estamos nos referindo corretamente ao estilo musical:
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: PM-BA Prova: IDECAN - 2025 - PM-BA - Oficial Auxiliar |
Q3259267 Atualidades
2023 começou com a taxa básica de juros nas alturas. Somente a partir da quinta reunião do ano, em agosto, vimos uma redução na Selic. Antes, durante todo o primeiro semestre de 2023 houve queda de braço. De um lado, o governo federal pressionava e criticava os juros altos. Em fevereiro, o presidente Lula disse que não havia explicação para juros anuais de 13,5%, o maior nível desde janeiro de 2017. Do outro lado, o presidente do Banco Central Roberto Campos Neto defendia a austeridade, em nome do controle da inflação. A redução de meio ponto percentual decidida em agosto, deu início a uma fase de relações mais amistosas. Foi o primeiro corte depois de três anos. Finalmente, em dezembro daquele ano, depois da quarta queda consecutiva, a Selic chegou a 11,75% ao ano. Assim, 2024 começou com promessas de mais cortes e, ao final do ano corrente, a estimativa dos analistas é que a Selic esteja em 9,25%. Diante de tal cenário, a definição quanto ao índice Selic, cabe exclusivamente ao órgão corretamente pontuado apenas em:
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: PM-BA Prova: IDECAN - 2025 - PM-BA - Oficial Auxiliar |
Q3259266 História e Geografia de Estados e Municípios
A pecuária na Bahia é influenciada pelas condições do solo e do clima, variando de uma região para outra. Sobre as práticas pecuárias no estado, marque a alternativa correta.
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: PM-BA Prova: IDECAN - 2025 - PM-BA - Oficial Auxiliar |
Q3259265 História e Geografia de Estados e Municípios
A economia baiana é caracterizada pela diversificação produtiva, integrando atividades de alta tecnologia e sistemas tradicionais de produção. Sobre o oeste da Bahia, assinale a alternativa que corretamente reflete suas características econômicas.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: PM-BA Prova: IDECAN - 2025 - PM-BA - Oficial Auxiliar |
Q3259264 Geografia
A geomorfologia do Brasil é influenciada por fatores como a tectônica e os processos de erosão ao longo do tempo. Acerca das formações geomorfológicas do país, assinale o item correto.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: PM-BA Prova: IDECAN - 2025 - PM-BA - Oficial Auxiliar |
Q3259263 Geografia
O território brasileiro é formado por diferentes domínios morfoclimáticos, onde o clima, o relevo e a vegetação se combinam para criar paisagens únicas. Sobre esse assunto, é correto afirmar que
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: PM-BA Prova: IDECAN - 2025 - PM-BA - Oficial Auxiliar |
Q3259262 Geografia
A geomorfologia da Bahia apresenta paisagens variadas, que incluem planaltos, chapadas e depressões, formadas por diferentes processos geológicos ao longo do tempo. Sobre as características geomorfológicas do estado, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
221: D
222: B
223: D
224: C
225: A
226: C
227: A
228: B
229: A
230: C
231: E
232: C
233: A
234: B
235: D
236: D
237: E
238: A
239: A
240: B