Questões Militares Comentadas para idecan

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Q3810764 Sistemas Operacionais
Um usuário precisa verificar, de forma rápida e direta, a estrutura de pastas de um pen drive conectado ao computador com Windows 10, sem usar o mouse. Ele sabe que o pen drive foi reconhecido como unidade E: e deseja listar apenas os nomes dos arquivos e pastas principais presentes na raiz dessa unidade, usando comandos simples e sem interface gráfica. O recurso do sistema operacional que permite realizar essa operação, acessado por meio do menu Iniciar ou atalho no teclado, é:
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Q3810760 Física
Em impressoras a jato de tinta, gotículas eletricamente carregadas são manipuladas por campos elétricos para direcionar a impressão. Considere uma gotícula de tinta de massa 10−9 kg, carregada com 5×10–10 C. Para que a gota permaneça em equilíbrio suspensa em um campo elétrico vertical, de modo que o peso seja exatamente compensado pela força elétrica, a intensidade e a direção do campo aplicado devem ser: (Dado: g=10m/s2 ) 
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Q3810756 Oceanografia Geológica
Sobre o derretimento de geleiras, assinale a alternativa correta.
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Q3810754 Física
Um projétil é lançado horizontalmente com velocidade inicial de 200 m/s a partir de um canhão situado a 80 m acima do solo (considerado plano horizontal). Assinale a alternativa que apresenta corretamente o tempo de permanência do projétil no ar e seu alcance horizontal.

Considere: g=10 m/s² e despreze forças dissipativas.
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Q3810753 Química
Na agricultura, o uso de defensivos agrícolas é fundamental para proteger as plantações de pragas, plantas indesejadas e doenças causadas por fungos, garantindo maior produtividade e qualidade dos alimentos. Esses produtos químicos são substâncias orgânicas projetadas para agir de maneira seletiva sobre determinados organismos, sem afetar significativamente outras espécies. Além de sua função biológica, os agroquímicos apresentam características físico-químicas que influenciam sua aplicação e comportamento no ambiente. Algumas dessas propriedades determinam a rapidez com que o produto age, sua facilidade de transporte, seu tempo de permanência no solo e a possibilidade de acumulação em organismos vivos.
Herbicidas mais polares tendem a se dissolver facilmente em água, o que facilita a aplicação e a dispersão, mas geralmente apresentam menor tendência à bioacumulação. Compostos mais lipofílicos, por outro lado, podem se acumular em tecidos de animais e plantas e apresentam meia-vida mais longa no solo ou na água, aumentando o risco ambiental.

Abaixo estão as estruturas de defensivos agrícolas:

Q30.png (448×589)

Analisando as estruturas químicas dos compostos citados e as características gerais dos herbicidas, assinale a alternativa correta.
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Q3810748 Química
Compreender o comportamento dos elementos representativos é fundamental para prever reações e planejar sínteses. Por exemplo, o magnésio é amplamente utilizado em ligas metálicas leves e na produção de fogos de artifício; o oxigênio é essencial para processos de combustão e respiração celular; o fósforo é um componente chave de fertilizantes; e o flúor é aplicado na produção de compostos altamente reativos, como o teflon e produtos farmacêuticos.

Com base nessas informações, marque a alternativa que corretamente descreve uma característica típica de um elemento representativo.
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Q3810745 Física
O radioisótopo cobalto-60 (⁶⁰Co) foi produzido pela primeira vez em reatores nucleares na década de 1940 e, desde então, passou a ter aplicações amplas e estratégicas. Em radioterapia, é usado para o tratamento de diferentes tipos de câncer; na indústria, aplica-se em radiografias para inspeção de soldas e estruturas metálicas, bem como na esterilização de materiais médicos e alimentos. Por outro lado, acidentes como o de Goiânia (1987), envolvendo o manuseio inadequado de uma fonte de ⁶⁰Co, mostraram o elevado risco de contaminação quando não há controle adequado. Do ponto de vista nuclear, o ⁶⁰Co sofre decaimento β⁻, formando níquel-60 em estado excitado, que emite fótons gama ao retornar ao estado fundamental. Com base nessas informações, marque o item correto.
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Q3810741 Matemática
Marcos comprou três terrenos. Porém, a planta desses terrenos é muito antiga e algumas medidas estão apagadas, como mostra a figura abaixo:

Q18.png (270×186)

Considerando a frente (30 m, 40 m e 25 m) e o fundo do terreno (142,5 m) retas transversais e as laterais todas paralelas, as medidas x, y e z que estão faltando são, respectivamente:
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Q3810733 Redação Oficial
No que diz respeito à correspondência oficial e sua adequação linguística aos gêneros textuais, indique o item correto.
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Q3810731 Português
Utilize o Texto III para responder à questão.

TEXTO III


Ana Terra descia a coxilha no alto da qual ficava o rancho da estância, e dirigia-se para a sanga, equilibrando sobre a cabeça uma cesta cheia de roupa suja, e pensando no que a mãe sempre lhe dizia: “Quem carrega peso na cabeça fica papudo”. Ela não queria ficar papuda. Tinha vinte e cinco anos e ainda esperava casar. Não que sentisse muita falta de homem, mas acontecia que casando poderia ao menos ter alguma esperança de sair daquele cafundó, ir morar no Rio Pardo, em Viamão ou até mesmo voltar para a Capitania de São Paulo, onde nascera. Ali na estância a vida era triste e dura.


VERÍSSIMO, Érico. Ana Terra. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
Sobre colocação de pronomes átonos em uma oração, marque a opção que analisa corretamente o seguinte trecho do Texto III: “e pensando no que a mãe sempre lhe dizia”.
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Q3810729 Português
Utilize o Texto III para responder à questão.

TEXTO III


Ana Terra descia a coxilha no alto da qual ficava o rancho da estância, e dirigia-se para a sanga, equilibrando sobre a cabeça uma cesta cheia de roupa suja, e pensando no que a mãe sempre lhe dizia: “Quem carrega peso na cabeça fica papudo”. Ela não queria ficar papuda. Tinha vinte e cinco anos e ainda esperava casar. Não que sentisse muita falta de homem, mas acontecia que casando poderia ao menos ter alguma esperança de sair daquele cafundó, ir morar no Rio Pardo, em Viamão ou até mesmo voltar para a Capitania de São Paulo, onde nascera. Ali na estância a vida era triste e dura.


VERÍSSIMO, Érico. Ana Terra. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
Considerando o contexto gramatical do Texto III, o emprego das aspas na frase “Quem carrega peso na cabeça fica papudo” se justifica por
Alternativas
Q3810727 Português
Utilize o Texto III para responder à questão.

TEXTO III


Ana Terra descia a coxilha no alto da qual ficava o rancho da estância, e dirigia-se para a sanga, equilibrando sobre a cabeça uma cesta cheia de roupa suja, e pensando no que a mãe sempre lhe dizia: “Quem carrega peso na cabeça fica papudo”. Ela não queria ficar papuda. Tinha vinte e cinco anos e ainda esperava casar. Não que sentisse muita falta de homem, mas acontecia que casando poderia ao menos ter alguma esperança de sair daquele cafundó, ir morar no Rio Pardo, em Viamão ou até mesmo voltar para a Capitania de São Paulo, onde nascera. Ali na estância a vida era triste e dura.


VERÍSSIMO, Érico. Ana Terra. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
No trecho “Tinha vinte e cinco anos e ainda esperava casar”, retirado do Texto III, as orações possuem uma relação de  
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Q3810720 Português
Utilize o Texto I para responder à questão.

TEXTO I


Épico


    O futebol de calçada era com narração, e o próprio jogador fornecia a narração. Jogava e descrevia sua jogada ao mesmo tempo, e nunca deixava de se autoentusiasmar. “Sensacional, senhores ouvintes!” (Naquele tempo os locutores tratavam o público de “senhores ouvintes”).

    “Sensacional! Mata no peito, põe no chão, faz que vai, mas não vai, passa por um, por dois... Fáu! Foi fáu do béque! O juiz não deu! O juiz está comprado, senhores ouvintes!”

    Fáu era “foul” e béque era “back”, na língua daquela terra estranha, o passado. E o juiz, claro, era imaginário. Tudo era imaginário no futebol de calçada, a começar pela nossa genialidade. A bola era de borracha, quando não era qualquer coisa remotamente redonda. A bola número cinco oficial de couro ganhada no Natal não aparecia na calçada, tá doido? Estragar uma bola de futebol novinha jogando futebol?

    Mas éramos gênios na nossa própria narração. 

    “Lá vai ele de novo. Cabeça erguida! Passa a bola e corre para receber de volta... Que lance! O passe não vem! Não lhe devolvem a bola! Assim não dá, senhores ouvintes ... Só ele joga nesse time!” 

    A narração dava um toque épico ao futebol. Lembro que na primeira vez em que fui a um campo, acostumado a só ouvir futebol pelo rádio, senti falta de alguma coisa que não sabia o que era. Tudo era maravilhoso, o público, o cheiro de grama, os ídolos que eu conhecia de fotografias desbotadas no jornal ali, em cores vivas... Mas faltava alguma coisa. Faltava uma voz me dizendo que o que eu estava vendo era mais do que estava vendo. Faltava a narrativa heroica. Faltava o Homero.

    Na calçada éramos os nossos próprios heróis e os nossos próprios Homeros.

    “Atenção. Ele olha para o gol. Vai chutar. Lá vai a bomba. O goleiro treme. Ele chuta! A bola toma efeito. Entra pela janela. E lá vem a mãe, senhores ouvintes! A mãe invade o campo. Ele tenta se esquivar. Dá um drible espetacular na mãe. Dois. A mãe pega ele pela orelha. Pela orelha! E o juiz não vê isso!”

    Mesmo se nem tudo merecesse o toque épico.


Luís Fernando Veríssimo
Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/. Acesso em: 31 ago. 2025
Na frase do Texto I: “Na calçada éramos os nossos próprios heróis”, a acentuação gráfica empregada nas palavras próprios e heróis se justifica por serem, respectivamente,
Alternativas
Q3810718 Português
Utilize o Texto I para responder à questão.

TEXTO I


Épico


    O futebol de calçada era com narração, e o próprio jogador fornecia a narração. Jogava e descrevia sua jogada ao mesmo tempo, e nunca deixava de se autoentusiasmar. “Sensacional, senhores ouvintes!” (Naquele tempo os locutores tratavam o público de “senhores ouvintes”).

    “Sensacional! Mata no peito, põe no chão, faz que vai, mas não vai, passa por um, por dois... Fáu! Foi fáu do béque! O juiz não deu! O juiz está comprado, senhores ouvintes!”

    Fáu era “foul” e béque era “back”, na língua daquela terra estranha, o passado. E o juiz, claro, era imaginário. Tudo era imaginário no futebol de calçada, a começar pela nossa genialidade. A bola era de borracha, quando não era qualquer coisa remotamente redonda. A bola número cinco oficial de couro ganhada no Natal não aparecia na calçada, tá doido? Estragar uma bola de futebol novinha jogando futebol?

    Mas éramos gênios na nossa própria narração. 

    “Lá vai ele de novo. Cabeça erguida! Passa a bola e corre para receber de volta... Que lance! O passe não vem! Não lhe devolvem a bola! Assim não dá, senhores ouvintes ... Só ele joga nesse time!” 

    A narração dava um toque épico ao futebol. Lembro que na primeira vez em que fui a um campo, acostumado a só ouvir futebol pelo rádio, senti falta de alguma coisa que não sabia o que era. Tudo era maravilhoso, o público, o cheiro de grama, os ídolos que eu conhecia de fotografias desbotadas no jornal ali, em cores vivas... Mas faltava alguma coisa. Faltava uma voz me dizendo que o que eu estava vendo era mais do que estava vendo. Faltava a narrativa heroica. Faltava o Homero.

    Na calçada éramos os nossos próprios heróis e os nossos próprios Homeros.

    “Atenção. Ele olha para o gol. Vai chutar. Lá vai a bomba. O goleiro treme. Ele chuta! A bola toma efeito. Entra pela janela. E lá vem a mãe, senhores ouvintes! A mãe invade o campo. Ele tenta se esquivar. Dá um drible espetacular na mãe. Dois. A mãe pega ele pela orelha. Pela orelha! E o juiz não vê isso!”

    Mesmo se nem tudo merecesse o toque épico.


Luís Fernando Veríssimo
Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/. Acesso em: 31 ago. 2025
O gênero textual referente ao Texto I é definido como 
Alternativas
Q3810715 Português
Utilize o Texto I para responder à questão.

TEXTO I


Épico


    O futebol de calçada era com narração, e o próprio jogador fornecia a narração. Jogava e descrevia sua jogada ao mesmo tempo, e nunca deixava de se autoentusiasmar. “Sensacional, senhores ouvintes!” (Naquele tempo os locutores tratavam o público de “senhores ouvintes”).

    “Sensacional! Mata no peito, põe no chão, faz que vai, mas não vai, passa por um, por dois... Fáu! Foi fáu do béque! O juiz não deu! O juiz está comprado, senhores ouvintes!”

    Fáu era “foul” e béque era “back”, na língua daquela terra estranha, o passado. E o juiz, claro, era imaginário. Tudo era imaginário no futebol de calçada, a começar pela nossa genialidade. A bola era de borracha, quando não era qualquer coisa remotamente redonda. A bola número cinco oficial de couro ganhada no Natal não aparecia na calçada, tá doido? Estragar uma bola de futebol novinha jogando futebol?

    Mas éramos gênios na nossa própria narração. 

    “Lá vai ele de novo. Cabeça erguida! Passa a bola e corre para receber de volta... Que lance! O passe não vem! Não lhe devolvem a bola! Assim não dá, senhores ouvintes ... Só ele joga nesse time!” 

    A narração dava um toque épico ao futebol. Lembro que na primeira vez em que fui a um campo, acostumado a só ouvir futebol pelo rádio, senti falta de alguma coisa que não sabia o que era. Tudo era maravilhoso, o público, o cheiro de grama, os ídolos que eu conhecia de fotografias desbotadas no jornal ali, em cores vivas... Mas faltava alguma coisa. Faltava uma voz me dizendo que o que eu estava vendo era mais do que estava vendo. Faltava a narrativa heroica. Faltava o Homero.

    Na calçada éramos os nossos próprios heróis e os nossos próprios Homeros.

    “Atenção. Ele olha para o gol. Vai chutar. Lá vai a bomba. O goleiro treme. Ele chuta! A bola toma efeito. Entra pela janela. E lá vem a mãe, senhores ouvintes! A mãe invade o campo. Ele tenta se esquivar. Dá um drible espetacular na mãe. Dois. A mãe pega ele pela orelha. Pela orelha! E o juiz não vê isso!”

    Mesmo se nem tudo merecesse o toque épico.


Luís Fernando Veríssimo
Disponível em: https://oglobo.globo.com/cultura/. Acesso em: 31 ago. 2025
Com relação ao Texto I, o título “Épico” escolhido pelo autor Luís Fernando Veríssimo estabelece uma relação metafórica entre
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: PM-BA Prova: IDECAN - 2025 - PM-BA - Oficial Auxiliar |
Q3259271 Atualidades
Asseverou a Agência Brasil que a abstenção dos eleitores no segundo turno das eleições municipais ficou próxima do patamar registrado durante as restrições provocadas pela pandemia de Covid-19.A Justiça Eleitoral registrou, em todo o país, a ausência de 29,26% do eleitorado. O percentual equivale a 9,9 milhões de eleitores que não compareceram às urnas. O número de ausentes foi consolidado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em 2020, durante a pandemia de Covid, a abstenção no segundo turno foi de 29,53%. Nas eleições presidenciais de 2022, abstenção no segundo turno foi de 20,57%. O alto índice de abstenção no segundo turno foi registrado principalmente em capitais das regiões Sul e Sudeste do país, de modo que podemos assinalar corretamente apenas o que se afirma em:
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: PM-BA Prova: IDECAN - 2025 - PM-BA - Oficial Auxiliar |
Q3259270 Atualidades
O ano de 2024 quebrou mais um recorde. Só que desta vez, no quesito “desastres ambientais”. O Brasil bateu recorde de emissões de carbono, chegando a um volume de 183 milhões de toneladas, de acordo com o levantamento do Serviço de Monitoramento Atmosférico Copernicus (Cams). Desse total, um terço (65 milhões de toneladas) foi emitido apenas no mês de setembro. Ainda, estatisticamente, o Brasil encerrou o mês de agosto de 2024 com o pior número de registros em 14 anos: foram 68.635 ocorrências, um crescimento de 144% em relação ao mesmo período em 2023. Somente em setembro, foram registrados 83.157 casos, tornando este o pior mês do ano em número histórico, até então, de acordo com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Sendo responsável por emissões recorde de carbono em um curto período de tempo, sob o ponto de vista energético, o país pode experimentar um agravamento de escassez de recursos hídricos a partir de tais eventos. Do ponto de vista energético, as consequências vêm a médio e longo prazo, impactando na nossa maior fonte da matriz energética, que é a hídrica. Tais inferências nos levam diretamente ao preocupante índice de
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: PM-BA Prova: IDECAN - 2025 - PM-BA - Oficial Auxiliar |
Q3259269 Atualidades
Desafortunadamente, 2023 foi um ano violento no cenário global. A guerra estourou entre Israel e o Hamas em Gaza, causando a morte de milhares de palestinos e centenas de israelenses, incluindo muitas crianças de ambos os lados. E a amarga guerra entre a Rússia e a Ucrânia continuou sem fim à vista. Como resultado do foco nesses dois conflitos, outros países ficaram fora do radar de muitas pessoas. Porém, algumas dessas nações estão lidando com uma agitação latente que entraram em erupção em 2024 e chamaram a atenção do mundo, a exemplo da guerra civil que segundo a ONU já causou mais de 300 mil mortes desde seu início em 2014, e que também continua sem horizonte visível para seu fim. Ainda segundo a ONU, metade das mortes naquele país foram causadas diretamente pelo conflito armado, enquanto que a outra metade ocorreu em consequência da fome e de doenças causadas pela crise humanitária em larga escala combinada com a tensão no Mar Vermelho, com ataques houthis relacionados ao embate Israel-Hamas, dez anos depois do início do conflito interno, fazendo daquele país o mais pobre do Oriente Médio. Estamos aqui nos referindo corretamente aos conflitos deflagrados apenas no / em:


Imagem associada para resolução da questão
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: PM-BA Prova: IDECAN - 2025 - PM-BA - Oficial Auxiliar |
Q3259268 Atualidades
Em 2024, culturalmente, mesmo com a chegada em definitivo das plataformas de áudio e transmissão de arquivos, tivemos um gênero musical que continua sendo o mais ouvido do Brasil, segundo um ranking da Pro-Música, que representa gravadoras e produtoras do país. O levantamento considerou dados das principais plataformas de streaming e apontou uma lista das 50 faixas mais ouvidas no primeiro semestre de 2024. Dos dez artistas mais reproduzidos nesse período, oito são desse gênero. A cantora Lauana Prado é quem lidera, com um single que inclui a regravação de “Escrito nas Estrelas”, hit que fez sucesso na voz de Tetê Espíndola, em 1985. Estamos nos referindo corretamente ao estilo musical:
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Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: PM-BA Prova: IDECAN - 2025 - PM-BA - Oficial Auxiliar |
Q3259267 Atualidades
2023 começou com a taxa básica de juros nas alturas. Somente a partir da quinta reunião do ano, em agosto, vimos uma redução na Selic. Antes, durante todo o primeiro semestre de 2023 houve queda de braço. De um lado, o governo federal pressionava e criticava os juros altos. Em fevereiro, o presidente Lula disse que não havia explicação para juros anuais de 13,5%, o maior nível desde janeiro de 2017. Do outro lado, o presidente do Banco Central Roberto Campos Neto defendia a austeridade, em nome do controle da inflação. A redução de meio ponto percentual decidida em agosto, deu início a uma fase de relações mais amistosas. Foi o primeiro corte depois de três anos. Finalmente, em dezembro daquele ano, depois da quarta queda consecutiva, a Selic chegou a 11,75% ao ano. Assim, 2024 começou com promessas de mais cortes e, ao final do ano corrente, a estimativa dos analistas é que a Selic esteja em 9,25%. Diante de tal cenário, a definição quanto ao índice Selic, cabe exclusivamente ao órgão corretamente pontuado apenas em:
Alternativas
Respostas
301: B
302: C
303: B
304: A
305: A
306: C
307: C
308: C
309: D
310: B
311: D
312: C
313: B
314: A
315: C
316: E
317: C
318: A
319: B
320: D