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( ) Atividades convulsivas descontroladas (a terapia realizada com um espelho na frente do paciente é aconselhável para detectar crises).
( ) Hidrocefalia (com derivação shunt). O uso do macacão terapêutico ortopédico é permitido; mas qualquer atividade que coloque o paciente com a cabeça para baixo deve ser limitada.
( ) Altura inferior a 110 cm.
( ) Pressão arterial elevada, uma vez que, em repouso, a ação do macacão terapêutico ortopédico pode aumentar a pressão arterial em 20% (é necessário monitorar pacientes com pressão alta constantemente).
A sequência está correta em
I. Ulceração da mucosa e parede traqueal. II. Formação de granulomas e necroses. III. Destruição da cartilagem, ruptura traqueal e laceração. IV. Fístula traqueoesofágica, traqueoarterial e lesão da carina.
Está correto o que se afirma em
I. Obstrução do fluxo aéreo, reversível (embora não completamente em alguns pacientes) espontaneamente ou com tratamento.
II. Inflamação na qual as células têm um papel importante, em particular os mastócitos e os eosinófilos.
III. Aumento da reatividade das vias aéreas a uma variedade de estímulos (hiper-reatividade brônquica).
IV. Episódios recorrentes de sibilância, dispneia, aperto no peito e tosse, particularmente à noite e pela manhã, ao acordar.
Está correto o que se afirma em
( ) O uso da PEEP é amplamente discutido como forma de minimizar a lesão pulmonar induzida pela ventilação mecânica (LPIV), bem como para melhorar a troca gasosa. Seu uso pode reduzir o shunt pulmonar e a abertura e o fechamento cíclico alveolar (strain dinâmico), estabilizando os alvéolos abertos, tornando possíveis as estratégias protetoras baseadas no uso de baixo volume corrente.
( ) Um grande desafio no manejo da ventilação mecânica, em pacientes com SDRA, é, justamente, indicar ou não o incremento de PEEP e/ou manobras de recrutamento alveolar (MRAs), por conta da dificuldade de determinar quais pacientes realmente se beneficiam dessa abordagem, sendo mais indicada em pacientes com causas pulmonares.
( ) O grau de hipoxemia está correlacionado com a quantidade de tecido não aerado, com a fração de shunt, bem como a hipertensão pulmonar. A complacência pulmonar traduz o tamanho funcional do pulmão (áreas aeradas). Sendo assim, descobriu-se que os pulmões de pacientes com SDRA não são rígidos, mas, sim, pequenos.
( ) Há evidências consideráveis que salientam que o tipo de lesão pulmonar na SDRA interfere diretamente na resposta à MRA. Nesse contexto, estudos sugerem que as MRAs são menos eficazes em pacientes com SDRA de causa pulmonar (primária), quando comparados àqueles com SDRA de causa extrapulmonar (secundária).
( ) Durante a manobra de recrutamento alveolar há o aumento transitório da pressão transpulmonar e a homogeneização pulmonar, proporcionando elevação da pressão de distensão (driving pressure).
( ) A tomografia computadorizada mudou drasticamente a visão científica da SDRA, mostrando um pulmão heterogêneo, com áreas de maiores densidades nas regiões dependentes. Ao quantificar as áreas normalmente ventiladas, medidas no final da expiração, demonstrou uma quantidade de tecido entre 200 e 500 g em casos de SDRA grave.
A sequência está correta em