Questões Militares
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Mulher, 51 anos, hipertensa de difícil controle e dislipidêmica, é internada na unidade de terapia intensiva após quadro de cefaleia intensa, vômitos e hemiplegia esquerda com afasia global. A tomografia de crânio revela a presença de sangramento núcleo-capsular à direita. Exame clínico: PA = 190 x 115 mmHg, FC = 90 bpm, FR = 18 ipm, T = 36,6 ºC; SpO2 = 95%, glicemia capilar = 129 mg/dL; escala de Glasgow = 11 (AO = 4; MRM = 6; MRV = 1), hemiplegia esquerda. Não foram encontradas outras alterações no exame físico.
Em relação ao controle da pressão arterial sistólica (PAS) no caso em questão, assinale a alternativa correta.
Mulher, 59 anos, relata que, há 4 semanas, surgiram lesões nodulares, eritematosas e levemente dolorosas em membro superior direito. A paciente habita a zona urbana e nega viagens recentes. Refere que notou o aparecimento lento e progressivo das lesões, após trauma com espinho na mão direita, enquanto mexia no jardim de sua casa. A imagem das lesões está ilustrada a seguir.

O tratamento adequado deve ser feito com
Assinale a alternativa que apresenta a conduta correta.
Mulher, 69 anos, encontra-se na sala de emergência de um pronto atendimento com quadro anginoso e evolui com taquicardia ventricular sustentada, sem pulso. Foram iniciadas as manobras de ressuscitação cardiopulmonar (RCP), e a paciente está sendo bem ventilada com o dispositivo bolsa-valva-máscara.
Assinale a alternativa correta sobre o momento em que deve ser realizada a inserção da via aérea avançada, neste caso.
Mulher, 52 anos, previamente hígida, apresenta episódio sincopal e é levada à consulta hospitalar. Exame físico na admissão: presença de edema bipalpebral, bradicardia sinusal e discreta hipertensão arterial sistêmica. Nota-se um aumento difuso da tireoide, sem rouquidão. Quando perguntada, a paciente nega disfagia ou alteração recente de peso. Durante a investigação diagnóstica, é realizada ultrassonografia do pescoço, que mostra 2 nódulos de bordas regulares, parcialmente císticos, com componente sólido isoecoico, sem calcificações, de 0,4 cm e 0,8 cm. Não há linfadenopatia cervical. Os exames laboratoriais são normais, exceto TSH = 18,4 mUI/mL (valor de referência = 0,3 a 5,0 mUI/mL).
A abordagem adequada para o caso é
Mulher, 38 anos, apresenta episódio de sangramento anal vermelho vivo, indolor, espontâneo, em pequena quantidade durante evacuação. Exame físico: bom estado geral, normocorada, PA = 110x60 mmHg, FC = 66 bpm e com pulso regular; abdome plano, indolor à palpação, sem massas palpáveis e sem sinais de irritação peritoneal; a anuscopia não demonstrou doença hemorroidária externa ou fissuras anais; o toque retal não identificou lesões palpáveis, porém evidenciou discreta quantidade de sangue em dedo-de-luva. Foi realizado hemograma que não evidenciou anemia. Realizada colonoscopia ambulatorialmente que mostrou alguns pólipos colônicos, não peduculados, além de lesão de borda elevada com ulceração central, séssil, com mais ou menos 2,0 cm de diâmetro, em cólon sigmoide, distando 30 cm da margem anal. Foram realizadas biópsias dessa lesão.
A hipótese diagnóstica mais provável é de