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“Efeito Google” muda uso da memória humana
Pense rápido: qual o número de telefone da casa em que morou quando era criança? E o celular das pessoas com quem tem trocado mensagens recentemente? Por certo, foi mais fácil responder à primeira pergunta do que à segunda – mas você não está sozinho. Estudos científicos chamam esse fenômeno de “efeito Google” ou “amnésia digital”, um sintoma de um comportamento cada vez mais comum: o de confiar o armazenamento de dados importantes aos nossos dispositivos eletrônicos e à internet em vez de guardá-los na cabeça.
Na internet, basta um clique para vasculhar um sem- -número de informações. Segundo Adrian F. Ward, da Universidade de Austin, nos Estados Unidos, o acesso rápido e a quantidade de textos fazem com que o cérebro humano não considere útil gravar esses dados, uma vez que é fácil encontrá-los de novo rapidamente. “É como quando consultamos o telefone de uma loja: após discar e fazer a ligação, não precisamos mais dele”, explica Paulo Bertolucci, da Unifesp.
É o que mostra também uma pesquisa recente conduzida pela empresa de segurança digital Kaspersky, realizada com 6 mil pessoas em países da União Europeia. Ao receberem uma questão, 57% dos entrevistados tentam sugerir uma resposta sozinhos, mas 36% usam a internet para elaborar sua resposta. Além disso, 24% de todos os entrevistados admitiram esquecer a informação logo após utilizá-la para responder à pergunta – o que gerou a expressão “amnésia digital”.
Para Bertolucci, no entanto, o conceito é incorreto. “Amnésia significa esquecer-se de algo; na ‘amnésia digital’, a pessoa não chega nem a aprender e, portanto, não consegue esquecer algo que escolheu nem lembrar.”
(Bruno Capelas. O Estado de S.Paulo, 06.06.2016. Adaptado)
“Efeito Google” muda uso da memória humana
Pense rápido: qual o número de telefone da casa em que morou quando era criança? E o celular das pessoas com quem tem trocado mensagens recentemente? Por certo, foi mais fácil responder à primeira pergunta do que à segunda – mas você não está sozinho. Estudos científicos chamam esse fenômeno de “efeito Google” ou “amnésia digital”, um sintoma de um comportamento cada vez mais comum: o de confiar o armazenamento de dados importantes aos nossos dispositivos eletrônicos e à internet em vez de guardá-los na cabeça.
Na internet, basta um clique para vasculhar um sem- -número de informações. Segundo Adrian F. Ward, da Universidade de Austin, nos Estados Unidos, o acesso rápido e a quantidade de textos fazem com que o cérebro humano não considere útil gravar esses dados, uma vez que é fácil encontrá-los de novo rapidamente. “É como quando consultamos o telefone de uma loja: após discar e fazer a ligação, não precisamos mais dele”, explica Paulo Bertolucci, da Unifesp.
É o que mostra também uma pesquisa recente conduzida pela empresa de segurança digital Kaspersky, realizada com 6 mil pessoas em países da União Europeia. Ao receberem uma questão, 57% dos entrevistados tentam sugerir uma resposta sozinhos, mas 36% usam a internet para elaborar sua resposta. Além disso, 24% de todos os entrevistados admitiram esquecer a informação logo após utilizá-la para responder à pergunta – o que gerou a expressão “amnésia digital”.
Para Bertolucci, no entanto, o conceito é incorreto. “Amnésia significa esquecer-se de algo; na ‘amnésia digital’, a pessoa não chega nem a aprender e, portanto, não consegue esquecer algo que escolheu nem lembrar.”
(Bruno Capelas. O Estado de S.Paulo, 06.06.2016. Adaptado)
“Efeito Google” muda uso da memória humana
Pense rápido: qual o número de telefone da casa em que morou quando era criança? E o celular das pessoas com quem tem trocado mensagens recentemente? Por certo, foi mais fácil responder à primeira pergunta do que à segunda – mas você não está sozinho. Estudos científicos chamam esse fenômeno de “efeito Google” ou “amnésia digital”, um sintoma de um comportamento cada vez mais comum: o de confiar o armazenamento de dados importantes aos nossos dispositivos eletrônicos e à internet em vez de guardá-los na cabeça.
Na internet, basta um clique para vasculhar um sem- -número de informações. Segundo Adrian F. Ward, da Universidade de Austin, nos Estados Unidos, o acesso rápido e a quantidade de textos fazem com que o cérebro humano não considere útil gravar esses dados, uma vez que é fácil encontrá-los de novo rapidamente. “É como quando consultamos o telefone de uma loja: após discar e fazer a ligação, não precisamos mais dele”, explica Paulo Bertolucci, da Unifesp.
É o que mostra também uma pesquisa recente conduzida pela empresa de segurança digital Kaspersky, realizada com 6 mil pessoas em países da União Europeia. Ao receberem uma questão, 57% dos entrevistados tentam sugerir uma resposta sozinhos, mas 36% usam a internet para elaborar sua resposta. Além disso, 24% de todos os entrevistados admitiram esquecer a informação logo após utilizá-la para responder à pergunta – o que gerou a expressão “amnésia digital”.
Para Bertolucci, no entanto, o conceito é incorreto. “Amnésia significa esquecer-se de algo; na ‘amnésia digital’, a pessoa não chega nem a aprender e, portanto, não consegue esquecer algo que escolheu nem lembrar.”
(Bruno Capelas. O Estado de S.Paulo, 06.06.2016. Adaptado)
O valor que será exibido na célula A4 após esta ser preenchida com a fórmula =SE(MAIOR(A1:C3;2)<C3;A3;B2) é:
No processo de edição de documentos, pode ser necessário criar um vínculo em uma parte do documento que redireciona para outro local do documento, como, por exemplo, o vínculo “Veja a tabela 6 para mais detalhes”, que, ao ser clicado, redireciona para o local desejado.
O recurso do MS-Word 2010, em sua configuração padrão, que permite criar esses vínculos é:
Considere a seguinte situação hipotética:
O Serviço de Informações ao Cidadão – SIC da Polícia Militar do Estado de São Paulo recebe pedido de informação de documento cujo teor não possui qualquer restrição de acesso. Todavia constata-se que a manipulação do documento que contém a informação solicitada pode prejudicar sua integridade, por se tratar de documento muito antigo cuja conservação não foi realizada de forma adequada.
Nesse caso, a correta conduta a ser tomada pelo SIC, conforme previsto na Lei Federal n° 12.527/11, é
Considere a seguinte situação hipotética:
Governador do Estado de São Paulo declara que a construção de teatro com grande capacidade em Município de pequeno porte, com recursos públicos estaduais, deu-se para atender a um pedido da sogra dele.
Diante dessa constatação, seria possível aplicar aos fatos hipotéticos o previsto na Lei Estadual n° 10.177/1998 para fins de decretar a invalidação dos atos administrativos praticados no caso, pois estes desatenderam os pressupostos legais e regulamentares de sua edição, por
Nessas condições, se a empresa adotar h1 = 10 cm para P1, a medida do raio de P2, em centímetros, deverá ser igual a
Para avaliar a aptidão física, fase eliminatória em um concurso, todos os candidatos foram submetidos a uma bateria de 5 testes. Sabe-se que, para cada teste, os dois únicos resultados possíveis eram: reprovado, e, nesse caso, o candidato receberia zero ponto; ou aprovado, e, nesse caso, o candidato receberia 50 pontos, sendo o resultado final dado pela soma dos pontos obtidos nos 5 testes. A tabela mostra a porcentagem de candidatos aprovados em cada um dos cinco testes.

Nessas condições, é correto afirmar que a média aritmética
do número de pontos obtidos pelos candidatos nessa avaliação foi igual a
Um terreno, com a forma de um triângulo ABC, foi dividido em duas regiões pelo segmento ED, conforme mostra a figura.

A área da região delimitada pelo quadrilátero ABDE é,
em m2
, igual a
Leia o texto para responder à questão.
Police in England and Wales consider making
misogyny a hate crime

September 10, 2016
Police forces across England and Wales are considering expanding their definition of hate crime to include misogyny (hatred, dislike, or mistrust of women, or prejudice against women) after an experiment in one city that saw more than 20 investigations launched in two months.
The initial success of Nottingham’s crackdown against sexist abuse has drawn national interest after the city’s police revealed that they investigated a case of misogyny every three days during July and August, the first months to see specially trained officers targeting behaviour ranging from street harassment to unwanted physical approaches.
Several other forces have confirmed they are sending representatives to Nottingham this month to discuss the introduction of misogyny as a hate crime. Police and campaigners said the initial figures were broadly in line with other categories of hate crime such as Islamophobia and antisemitism but were likely to rise significantly as awareness increased.
Dave Alton, the hate crime manager for Nottingham police, said: “The number of reports we are receiving is comparable with other, more established, categories of hate crime. We have received numerous reports and have been able to provide a service to women in Nottinghamshire who perhaps would not have approached us six months ago. The reality is that all of the reports so far have required some form of police action.”
(www.theguardian.com. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Police in England and Wales consider making
misogyny a hate crime

September 10, 2016
Police forces across England and Wales are considering expanding their definition of hate crime to include misogyny (hatred, dislike, or mistrust of women, or prejudice against women) after an experiment in one city that saw more than 20 investigations launched in two months.
The initial success of Nottingham’s crackdown against sexist abuse has drawn national interest after the city’s police revealed that they investigated a case of misogyny every three days during July and August, the first months to see specially trained officers targeting behaviour ranging from street harassment to unwanted physical approaches.
Several other forces have confirmed they are sending representatives to Nottingham this month to discuss the introduction of misogyny as a hate crime. Police and campaigners said the initial figures were broadly in line with other categories of hate crime such as Islamophobia and antisemitism but were likely to rise significantly as awareness increased.
Dave Alton, the hate crime manager for Nottingham police, said: “The number of reports we are receiving is comparable with other, more established, categories of hate crime. We have received numerous reports and have been able to provide a service to women in Nottinghamshire who perhaps would not have approached us six months ago. The reality is that all of the reports so far have required some form of police action.”
(www.theguardian.com. Adaptado)
Leia o texto para responder à questão.
Police in England and Wales consider making
misogyny a hate crime

September 10, 2016
Police forces across England and Wales are considering expanding their definition of hate crime to include misogyny (hatred, dislike, or mistrust of women, or prejudice against women) after an experiment in one city that saw more than 20 investigations launched in two months.
The initial success of Nottingham’s crackdown against sexist abuse has drawn national interest after the city’s police revealed that they investigated a case of misogyny every three days during July and August, the first months to see specially trained officers targeting behaviour ranging from street harassment to unwanted physical approaches.
Several other forces have confirmed they are sending representatives to Nottingham this month to discuss the introduction of misogyny as a hate crime. Police and campaigners said the initial figures were broadly in line with other categories of hate crime such as Islamophobia and antisemitism but were likely to rise significantly as awareness increased.
Dave Alton, the hate crime manager for Nottingham police, said: “The number of reports we are receiving is comparable with other, more established, categories of hate crime. We have received numerous reports and have been able to provide a service to women in Nottinghamshire who perhaps would not have approached us six months ago. The reality is that all of the reports so far have required some form of police action.”
(www.theguardian.com. Adaptado)