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Q1989851 Português

O jornal e sua importância na escola

        Os estudantes do 4º ano de uma escola municipal de Boa Vista, capital de Roraima, queriam saber como se faz um jornal, esse importante meio de comunicação social, como é impresso e onde os jornalistas buscam as informações, além de comentarem sobre as seções de que mais gostavam e as notícias que tinham lido em casa com suas famílias.

        Esse bate-papo com os alunos aconteceu durante a visita que fiz para realizar uma formação de professores da rede municipal de ensino. O assunto foi sobre como potencializar o uso do jornal na escola.

        Quando tem a chance de se informar por meio de um veículo de imprensa adequado, a criança se sente inserida na situação, percebe que as notícias também são produzidas para ela – o que, por consequência, proporciona que se veja como parte integrante e ativa da sociedade. É o que os educadores promovem ao realizar frequentemente rodas de leitura e comentários sobre as matérias com linguagem adequada ao público infantojuvenil ou quando elaboram a produção do jornal da turma tendo como referência as leituras jornalísticas realizadas.

        De acordo com a pesquisadora Délia Lerner, precisamos ensinar os alunos a ler e a escrever os gêneros textuais reais da mesma forma como fazem os leitores e escritores adultos ou do mundo fora da escola.

        Além disso, saber que estão produzindo um texto que não ficará esquecido dentre as páginas de um caderno e que poderá ser lido por muitas pessoas, e não apenas pelo professor, torna o trabalho muito mais significativo e envolvente. É a realidade trazida pela leitura de notícias, na ponte que o jornal cria entre a escola e a mundo.

(Jacqueline de Grandi. “O jornal e sua importância na escola”. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao, 14.08. 2022. Adaptado)

A colocação dos pronomes oblíquos átonos atende à norma-padrão em:
Alternativas
Q1989850 Português

O jornal e sua importância na escola

        Os estudantes do 4º ano de uma escola municipal de Boa Vista, capital de Roraima, queriam saber como se faz um jornal, esse importante meio de comunicação social, como é impresso e onde os jornalistas buscam as informações, além de comentarem sobre as seções de que mais gostavam e as notícias que tinham lido em casa com suas famílias.

        Esse bate-papo com os alunos aconteceu durante a visita que fiz para realizar uma formação de professores da rede municipal de ensino. O assunto foi sobre como potencializar o uso do jornal na escola.

        Quando tem a chance de se informar por meio de um veículo de imprensa adequado, a criança se sente inserida na situação, percebe que as notícias também são produzidas para ela – o que, por consequência, proporciona que se veja como parte integrante e ativa da sociedade. É o que os educadores promovem ao realizar frequentemente rodas de leitura e comentários sobre as matérias com linguagem adequada ao público infantojuvenil ou quando elaboram a produção do jornal da turma tendo como referência as leituras jornalísticas realizadas.

        De acordo com a pesquisadora Délia Lerner, precisamos ensinar os alunos a ler e a escrever os gêneros textuais reais da mesma forma como fazem os leitores e escritores adultos ou do mundo fora da escola.

        Além disso, saber que estão produzindo um texto que não ficará esquecido dentre as páginas de um caderno e que poderá ser lido por muitas pessoas, e não apenas pelo professor, torna o trabalho muito mais significativo e envolvente. É a realidade trazida pela leitura de notícias, na ponte que o jornal cria entre a escola e a mundo.

(Jacqueline de Grandi. “O jornal e sua importância na escola”. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao, 14.08. 2022. Adaptado)

No trecho – Além disso, saber que estão produzindo um texto que não ficará esquecido dentre as páginas de um caderno e que poderá ser lido por muitas pessoas, e não apenas pelo professor, torna o trabalho muito mais significativo e envolvente. –, as formas verbais destacadas estão flexionadas no tempo
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Q1989849 Português

O jornal e sua importância na escola

        Os estudantes do 4º ano de uma escola municipal de Boa Vista, capital de Roraima, queriam saber como se faz um jornal, esse importante meio de comunicação social, como é impresso e onde os jornalistas buscam as informações, além de comentarem sobre as seções de que mais gostavam e as notícias que tinham lido em casa com suas famílias.

        Esse bate-papo com os alunos aconteceu durante a visita que fiz para realizar uma formação de professores da rede municipal de ensino. O assunto foi sobre como potencializar o uso do jornal na escola.

        Quando tem a chance de se informar por meio de um veículo de imprensa adequado, a criança se sente inserida na situação, percebe que as notícias também são produzidas para ela – o que, por consequência, proporciona que se veja como parte integrante e ativa da sociedade. É o que os educadores promovem ao realizar frequentemente rodas de leitura e comentários sobre as matérias com linguagem adequada ao público infantojuvenil ou quando elaboram a produção do jornal da turma tendo como referência as leituras jornalísticas realizadas.

        De acordo com a pesquisadora Délia Lerner, precisamos ensinar os alunos a ler e a escrever os gêneros textuais reais da mesma forma como fazem os leitores e escritores adultos ou do mundo fora da escola.

        Além disso, saber que estão produzindo um texto que não ficará esquecido dentre as páginas de um caderno e que poderá ser lido por muitas pessoas, e não apenas pelo professor, torna o trabalho muito mais significativo e envolvente. É a realidade trazida pela leitura de notícias, na ponte que o jornal cria entre a escola e a mundo.

(Jacqueline de Grandi. “O jornal e sua importância na escola”. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao, 14.08. 2022. Adaptado)

No trecho “Os estudantes do 4º ano de uma escola municipal de Boa Vista, capital de Roraima, queriam saber como se faz um jornal, esse importante meio de comunicação social, como é impresso...”, empregam- -se as vírgulas nas expressões destacadas com a finalidade de indicar o sentido de 
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Q1989842 Pedagogia

“Alguns alunos fracassam porque não têm dom para estudar”

“O fracasso de alguns alunos explica-se pelo desinteresse das famílias na escola”.

“Para ser aprovado com a professora X, o aluno tem que ser bom”.

“Quando muitos reprovam é porque o índice de qualidade do ensino é alto”.


As frases apresentadas expressam concepções sobre o fracasso escolar. Acerca do tema, Paulilo (2017) defende que

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Q1989841 Pedagogia
“Qual a função social da escola em um contexto de pandemia e isolamento social? Como garantir o direito à educação de todos, considerando as pessoas com deficiência? Como garantir o direito à educação de todos, considerando as pessoas em maior vulnerabilidade social e econômica, em um modelo que se vale das TIC’S, às quais nem todos têm acesso? O modelo escolar que temos já se esgotou e a pandemia só deixou isso mais evidente? Quais e como têm sido utilizadas as TIC’S?”. Discutindo o modelo e o funcionamento da escola durante e pós pandemia, Alcântara (2022) compreende que a resposta às indagações anteriores exige uma reflexão sobre
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Q1989831 História

Ao analisar a Revolução de 1930, o historiador Boris Fausto considerou que Um novo tipo de Estado nasceu após 1930, distinguindo-se do Estado oligárquico não apenas pela centralização e pelo maior grau de autonomia como também por outros elementos.

(Boris Fausto, História do Brasil. Adaptado)


Entre esses outros elementos constitutivos do Estado brasileiro, após 1930, é correto apontar que houve atuação relativa à questão

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Q1989822 Português

        Estamos sempre em contato com nossos sentimentos, mas a parte complicada é que nossas emoções e nossos sentimentos não são a mesma coisa. Tendemos a confundi-los, mas sentimentos são estados subjetivos internos que, falando em sentido estrito, são conhecidos apenas por aqueles que os possuem. Conheço meus sentimentos, mas não conheço os seus, exceto pelo que você me conta sobre eles. Nós nos comunicamos sobre nossos sentimentos pela linguagem. Emoções, por outro lado, são estados corporais e mentais − a raiva, o medo, a afeição, bem como a busca de vantagens − que movem o comportamento. Desencadeadas por certos estímulos e acompanhadas de mudanças comportamentais, as emoções são detectáveis externamente na expressão facial, na cor da pele, no timbre da voz, nos gestos, no odor e assim por diante. Somente quando a pessoa que experimenta essas mudanças toma consciência delas é que elas se tornam sentimentos, que são experiências conscientes. Mostramos nossas emoções, mas falamos sobre nossos sentimentos.

(Frans de Waal, O último abraço da matriarca: as emoções dos animais e o que elas revelam sobre nós.)

De acordo com o texto, é possível afirmar que
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Q1989819 Português

        Nossa relação com os animais repete, de maneira invertida, os cuidados que recebemos na primeira infância. Nós também fomos, no início, dependentes, desamparados e estávamos nas mãos de uma figura prestativa e generosa, mas que tinha todo poder sobre nós. Nossa capacidade de sentir piedade vem daí. A irresistível combinação de piedade, simpatia e acolhimento que a imagem de um animal fofinho desperta em nós, também. Contudo, esse é um amor de baixa qualidade e de grande aptidão à dispersão quando falamos em um projeto de longo prazo. Animais de estimação são como filhos. Mas filhos que não crescem, não resistem para ir à escola, não reclamam por autonomias adolescentes nem vão embora para a faculdade e se casam, deixando-nos para trás.

      Com os animais de estimação cada um revive a forma de amar e ser amado que Freud descreveu como narcisismo. Nele, confunde-se o amar o outro e o amar-se a si mesmo através do outro. E muitas vezes essa confusão se infiltra e atrapalha decisivamente a vida dos casais. Quando alguém declara que ama os cães a ponto de ter dois ou sete deles em casa, isso não representa nenhuma contradição com o ato de maltratá-los. Tudo depende da qualidade do laço que se estabelece nesse amor.

        Quando amamos nossos cães, nossos filhos ou nossas mulheres como a nós mesmos, podemos chegar a maltratá-los da pior maneira. Daí a importância de amar o outro conferindo algum espaço para o fato de que ele é um estranho, alguém diferente de mim. O amor não é garantia nem de si mesmo nem do desejo que ele deve habilitar. Isso vai aparecer na relação com os animais, como uma espécie de raio x das nossas formas de amar. Quem trata seus animais como uma parte de si mesmo, humanizando-os realmente como filhos, chamando-os de nenês, por exemplo, pode estar indicando uma forma mais simples e narcísica de amar.

(Christian Dunker, Reinvenção da intimidade – políticas do sofrimento cotidiano. Adaptado)

De acordo com o texto, é possível afirmar que
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Q1989813 Matemática

A figura mostra um prisma ABCDEFGH. Sabe-se que A(0, 0, 0), B(2, 0, 0), C(2, 1, 0), D(0, 1, 0), e que π é o plano de equação x + y + z = 6 que contém a face EFGH do prisma.

Imagem associada para resolução da questão

O volume do prisma ABCDEFGH, em unidades de volume consistente com a unidade de comprimento usada nos eixos x, y e z, é igual a

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Q1989812 Matemática

A figura mostra um prisma ABCDEFGH. Sabe-se que A(0, 0, 0), B(2, 0, 0), C(2, 1, 0), D(0, 1, 0), e que π é o plano de equação x + y + z = 6 que contém a face EFGH do prisma.

Imagem associada para resolução da questão

Na situação descrita, o volume do prisma, em unidades de volume consistente com a unidade de comprimento usada nos eixos x, y e z, pode ser calculado por meio de

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Q1989803 Matemática

A figura indica o gráfico da função f: ℝ - {5/2} → ℝ, definida por , e o segmento de reta PQ, que intersecta o gráfico de f(x) em P(3, yP) e Q(5, yQ).


Imagem associada para resolução da questão

Nas condições dadas, a área da região marcada em cinza na figura, em unidades de área do plano cartesiano de eixos ortogonais, é igual a

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Q1989791 Matemática

Na figura, ABCD é um quadrado de lado 36 cm. Imagem associada para resolução da questão e Imagem associada para resolução da questão são arcos de circunferência de centros D, C e A, respectivamente.'

Imagem associada para resolução da questão

O perímetro da região demarcada em cinza na figura, em cm, é igual a

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Q1989786 Pedagogia
De acordo com Ropoli (2010), “A educação inclusiva questiona a artificialidade das identidades normais e entende as diferenças como resultantes da multiplicidade, e não da diversidade, como comumente se proclama. Trata-se de uma educação que garante o direito à diferença e não à diversidade, pois assegurar o direito à diversidade é continuar na mesma, ou seja, é seguir reafirmando o idêntico”. Com relação ao tema, a Lei Federal º 9.394/96 (Estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional), em seu artigo 58, § 3º , prevê que a oferta de educação especial tem início
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Q1989758 Inglês

Quanto às distinções entre tipos de texto e gêneros de texto/discurso, a mais famosa a esse respeito é a de Marcuschi (2002), que os define como


I. Usamos a expressão tipo textual para designar uma espécie de construção teórica definida pela natureza linguística de sua composição {aspectos lexicais, sintáticos, tempos verbais, relações lógicas}. Em geral, os tipos textuais abrangem cerca de meia dúzia de categorias conhecidas: descrição, narração, dissertação/ argumentação, exposição e injunção.

II. Usamos a expressão gênero textual como uma noção propositalmente vaga para referir os textos materializados que encontramos em nossa vida diária e que apresentam características sócio-comunicativas definidas por conteúdos, propriedades funcionais, estilo e composição característica. Se os tipos textuais são apenas meia dúzia, os gêneros são inúmeros.

        Tipos de textos vem sendo ensinados na escola há pelo menos uma centena de anos, o que faz deles gêneros escolares. Na escola, escrevemos narrações, na vida, lemos notícias, relatamos nossa vida, recontamos um filme. Na escola, redigimos “uma composição à vista de gravura” (descrição) fora dela, contamos como decoramos nosso apartamento, instruímos uma pessoa como chegar a um lugar desconhecido. Os gêneros de texto, ao contrário, não são classes gramaticais para classificar textos: são entidades da vida.

(ROJO, R. H. R.; BARBOSA, J. P. Hipermodernidade, multiletramentos e gêneros discursivos. São Paulo: Parábola Editorial, 2015. Adaptado)

Examples of academic genres would be
Alternativas
Q1989757 Inglês

Quanto às distinções entre tipos de texto e gêneros de texto/discurso, a mais famosa a esse respeito é a de Marcuschi (2002), que os define como


I. Usamos a expressão tipo textual para designar uma espécie de construção teórica definida pela natureza linguística de sua composição {aspectos lexicais, sintáticos, tempos verbais, relações lógicas}. Em geral, os tipos textuais abrangem cerca de meia dúzia de categorias conhecidas: descrição, narração, dissertação/ argumentação, exposição e injunção.

II. Usamos a expressão gênero textual como uma noção propositalmente vaga para referir os textos materializados que encontramos em nossa vida diária e que apresentam características sócio-comunicativas definidas por conteúdos, propriedades funcionais, estilo e composição característica. Se os tipos textuais são apenas meia dúzia, os gêneros são inúmeros.

        Tipos de textos vem sendo ensinados na escola há pelo menos uma centena de anos, o que faz deles gêneros escolares. Na escola, escrevemos narrações, na vida, lemos notícias, relatamos nossa vida, recontamos um filme. Na escola, redigimos “uma composição à vista de gravura” (descrição) fora dela, contamos como decoramos nosso apartamento, instruímos uma pessoa como chegar a um lugar desconhecido. Os gêneros de texto, ao contrário, não são classes gramaticais para classificar textos: são entidades da vida.

(ROJO, R. H. R.; BARBOSA, J. P. Hipermodernidade, multiletramentos e gêneros discursivos. São Paulo: Parábola Editorial, 2015. Adaptado)

Considering the excerpt, it is correct to state that the “Letter to the editor” in newspapers is a
Alternativas
Q1989756 Inglês

Quanto às distinções entre tipos de texto e gêneros de texto/discurso, a mais famosa a esse respeito é a de Marcuschi (2002), que os define como


I. Usamos a expressão tipo textual para designar uma espécie de construção teórica definida pela natureza linguística de sua composição {aspectos lexicais, sintáticos, tempos verbais, relações lógicas}. Em geral, os tipos textuais abrangem cerca de meia dúzia de categorias conhecidas: descrição, narração, dissertação/ argumentação, exposição e injunção.

II. Usamos a expressão gênero textual como uma noção propositalmente vaga para referir os textos materializados que encontramos em nossa vida diária e que apresentam características sócio-comunicativas definidas por conteúdos, propriedades funcionais, estilo e composição característica. Se os tipos textuais são apenas meia dúzia, os gêneros são inúmeros.

        Tipos de textos vem sendo ensinados na escola há pelo menos uma centena de anos, o que faz deles gêneros escolares. Na escola, escrevemos narrações, na vida, lemos notícias, relatamos nossa vida, recontamos um filme. Na escola, redigimos “uma composição à vista de gravura” (descrição) fora dela, contamos como decoramos nosso apartamento, instruímos uma pessoa como chegar a um lugar desconhecido. Os gêneros de texto, ao contrário, não são classes gramaticais para classificar textos: são entidades da vida.

(ROJO, R. H. R.; BARBOSA, J. P. Hipermodernidade, multiletramentos e gêneros discursivos. São Paulo: Parábola Editorial, 2015. Adaptado)

No que tange o planejamento de ensino-aprendizagem da língua inglesa:
Alternativas
Q1989755 Inglês

        Language-centered methods are those that seek to provide opportunities for learners to practice preselected linguistic structures through form-focused exercises in class. The assumption is that language practice will ultimately lead to a mastery of the target language and that learners can draw from this formal repertoire whenever they wish to communicate in the target language outside the class. According to this belief, language development is largely intentional rather than incidental; and language learning seen as a linear, additive process.

         Learner-centered methods are those that are principally concerned with language use and learner needs. These methods seek to provide opportunities for learners to practice preselected, presequenced grammatical structures as well as communicative functions (i.e., speech acts such as apologizing, requesting, etc.) through meaning-focused activities. Proponents of learner-centered methods believe in accumulated entities, represented by structures plus notions and functions.

        Learning-centered methods are those that are principally concerned with learning processes. These methods seek to provide opportunities for learners to participate in open-ended meaningful interaction through communicative activities or problem-solving tasks in class. The assumption is that a preoccupation with meaning-making will most likely lead to grammatical as well as communicative mastery of the language and that learners can learn through the process of communication. In this approach, unlike the other two, language development is a nonlinear process and considered more incidental than intentional. Proponents of learningcentered methods believe that language is best learned when the learner’s attention is focused on understanding, saying and doing something with language, and not when their attention is focused explicitly on linguistic features.

(Kumaravadivelu, B. Beyond Methods: Macrostrategies for language learning. Haven and London: Yale University Press. 2003. Adaptado)

In the sentence “The assumption is that a preoccupation with meaning-making will most likely lead to grammatical as well as communicative mastery of the language and that learners can learn through the process of communication”, the underlined modal verbs express, respectively,
Alternativas
Q1989754 Inglês

        Language-centered methods are those that seek to provide opportunities for learners to practice preselected linguistic structures through form-focused exercises in class. The assumption is that language practice will ultimately lead to a mastery of the target language and that learners can draw from this formal repertoire whenever they wish to communicate in the target language outside the class. According to this belief, language development is largely intentional rather than incidental; and language learning seen as a linear, additive process.

         Learner-centered methods are those that are principally concerned with language use and learner needs. These methods seek to provide opportunities for learners to practice preselected, presequenced grammatical structures as well as communicative functions (i.e., speech acts such as apologizing, requesting, etc.) through meaning-focused activities. Proponents of learner-centered methods believe in accumulated entities, represented by structures plus notions and functions.

        Learning-centered methods are those that are principally concerned with learning processes. These methods seek to provide opportunities for learners to participate in open-ended meaningful interaction through communicative activities or problem-solving tasks in class. The assumption is that a preoccupation with meaning-making will most likely lead to grammatical as well as communicative mastery of the language and that learners can learn through the process of communication. In this approach, unlike the other two, language development is a nonlinear process and considered more incidental than intentional. Proponents of learningcentered methods believe that language is best learned when the learner’s attention is focused on understanding, saying and doing something with language, and not when their attention is focused explicitly on linguistic features.

(Kumaravadivelu, B. Beyond Methods: Macrostrategies for language learning. Haven and London: Yale University Press. 2003. Adaptado)

É proposta consistente com o método centrado na aprendizagem: 
Alternativas
Q1989753 Inglês

        Language-centered methods are those that seek to provide opportunities for learners to practice preselected linguistic structures through form-focused exercises in class. The assumption is that language practice will ultimately lead to a mastery of the target language and that learners can draw from this formal repertoire whenever they wish to communicate in the target language outside the class. According to this belief, language development is largely intentional rather than incidental; and language learning seen as a linear, additive process.

         Learner-centered methods are those that are principally concerned with language use and learner needs. These methods seek to provide opportunities for learners to practice preselected, presequenced grammatical structures as well as communicative functions (i.e., speech acts such as apologizing, requesting, etc.) through meaning-focused activities. Proponents of learner-centered methods believe in accumulated entities, represented by structures plus notions and functions.

        Learning-centered methods are those that are principally concerned with learning processes. These methods seek to provide opportunities for learners to participate in open-ended meaningful interaction through communicative activities or problem-solving tasks in class. The assumption is that a preoccupation with meaning-making will most likely lead to grammatical as well as communicative mastery of the language and that learners can learn through the process of communication. In this approach, unlike the other two, language development is a nonlinear process and considered more incidental than intentional. Proponents of learningcentered methods believe that language is best learned when the learner’s attention is focused on understanding, saying and doing something with language, and not when their attention is focused explicitly on linguistic features.

(Kumaravadivelu, B. Beyond Methods: Macrostrategies for language learning. Haven and London: Yale University Press. 2003. Adaptado)

One concise way to help explain the introduction of new content in both the language-centered and languagelearner methods, as mentioned in the text, would be 
Alternativas
Q1989752 Inglês

        Language-centered methods are those that seek to provide opportunities for learners to practice preselected linguistic structures through form-focused exercises in class. The assumption is that language practice will ultimately lead to a mastery of the target language and that learners can draw from this formal repertoire whenever they wish to communicate in the target language outside the class. According to this belief, language development is largely intentional rather than incidental; and language learning seen as a linear, additive process.

         Learner-centered methods are those that are principally concerned with language use and learner needs. These methods seek to provide opportunities for learners to practice preselected, presequenced grammatical structures as well as communicative functions (i.e., speech acts such as apologizing, requesting, etc.) through meaning-focused activities. Proponents of learner-centered methods believe in accumulated entities, represented by structures plus notions and functions.

        Learning-centered methods are those that are principally concerned with learning processes. These methods seek to provide opportunities for learners to participate in open-ended meaningful interaction through communicative activities or problem-solving tasks in class. The assumption is that a preoccupation with meaning-making will most likely lead to grammatical as well as communicative mastery of the language and that learners can learn through the process of communication. In this approach, unlike the other two, language development is a nonlinear process and considered more incidental than intentional. Proponents of learningcentered methods believe that language is best learned when the learner’s attention is focused on understanding, saying and doing something with language, and not when their attention is focused explicitly on linguistic features.

(Kumaravadivelu, B. Beyond Methods: Macrostrategies for language learning. Haven and London: Yale University Press. 2003. Adaptado)

One main trait of language-centered courses is the
Alternativas
Respostas
6441: E
6442: A
6443: D
6444: D
6445: E
6446: B
6447: D
6448: C
6449: C
6450: C
6451: C
6452: E
6453: D
6454: A
6455: D
6456: C
6457: B
6458: D
6459: E
6460: B