Questões Militares Comentadas para vunesp

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Q2259559 Pedagogia
A Reforma enfatizou fortemente o papel de Jesus Cristo como mediador entre Deus e a humanidade. Nesse sentido:
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Q2259558 Pedagogia
Para Geisler, a Bíblia reivindica sua divindade e autoridade como um texto sagrado. Os autores bíblicos afirmam ter sido movidos pelo Espírito Santo para transmitir as palavras de Deus. Eles relatam que receberam a mensagem por meio de revelação divina, de modo que suas palavras foram inspiradas por Deus, como se fossem sopradas por Ele.
O autor compreende que:
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Q2259557 Pedagogia
A obra consumada de Cristo é o fundamento da Igreja. Na exaltação e por seu intermédio, a Igreja manifesta- -se como continuação da obra de Cristo. Pode-se afirmar, portanto, que a Igreja é o domínio de Cristo na terra e que perdura até a consumação.
Desse modo, é correto afirmar:
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Q2259556 Pedagogia
A soteriologia é o ramo da teologia que trata da salvação e do processo de redenção da humanidade. Martinho Lutero, reformador protestante do século XVI, enfatizou fortemente uma das principais questões teológicas de sua época, a doutrina:
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Q2259555 Pedagogia
McGrath (2005, p. 361), referindo-se à doutrina do Espírito Santo, diz que por muito tempo este assunto tem sido a “Cinderela da Trindade”. As duas irmãs podem ir ao baile de Teologia, mas o tema do Espírito Santo, toda vez, é deixado para trás. A respeito da Ruach, qual a dinâmica identificada pelo autor nas Escrituras?
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Q2259554 Pedagogia
A teologia sistemática de Paul Tillich (2009) difere de outras abordagens teológicas em vários aspectos-chave.
Assinale a alternativa que apresenta conceitos-chave na obra do autor.
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Q2259553 Pedagogia
A doutrina do pecado é entendida como a condição decaída e corrompida da humanidade como resultado da Queda. Essa doutrina enfatiza, conforme Langston (1977, p. 90), que:
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Q2259552 Pedagogia
Em sua obra, Grudem (2019) define a graça comum como “o favor de Deus em relação a toda a humanidade, na forma de bênçãos temporais e capacidades naturais, concedidas mesmo àqueles que não são salvos”. Dessa forma,
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Q2259551 Pedagogia
Norman Geisler (2015) afirma que os prolegômenos tratam dos pressupostos necessários para se estudar a teologia sistemática. Nesse sentido, assinale a alternativa correta.
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Q2259550 Pedagogia
A controvérsia teológica desencadeada por Ário, que questionava a divindade de Jesus Cristo, levou a debates intensos e divisões dentro da Igreja primitiva sobre o tema da natureza de Cristo e sua relação com Deus Pai.
Diante disso, foi convocado um concílio com o objetivo de resolver essa controvérsia e estabelecer uma doutrina unificada sobre a natureza de Cristo (McGrath, 2005, p. 56). Um importante credo foi formulado nesse concílio. Trata-se do Concílio
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Q2259549 Pedagogia
Os salmos imprecatórios podem ser entendidos como salmos de lamento, em que se observa a predominância da amargura e do desejo de vingança. Grant Osborn (2009, p. 301-302), percebe que tais declarações chocam as sensibilidades atuais e fazem com que muitos questionem os padrões éticos dos escritores bíblicos.
Com base no exposto, assinale a alternativa correta.
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Q2259548 Pedagogia
A proclamação do reino de Deus feita por Jesus não aconteceu dentro de um vazio histórico, como lembra F.F Bruce (2019). Nesse sentido, os estudos bíblico- -teológicos elucidam a relação entre o Antigo e o Novo Testamento em termos de continuidade e descontinuidade, reconhecendo tanto os elementos que permanecem consistentes quanto as mudanças trazidas pela vinda de Cristo e o estabelecimento da Nova Aliança. Com base no exposto, é correto afirmar que 
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Q2259547 Pedagogia
Walter Brueggemann (2014, p. 213) ao analisar sentenças verbais a partir do texto de Êxodo 6.12, reconhece que Javé é um Deus que liberta. Nesse sentido, é correto afirmar:
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Q2259546 Pedagogia
Para John Goldingay (2020, p.14), no modo de fazer teologia da própria Escritura é possível perceber que ambos os Testamentos possuem em sua composição diversas narrativas, o que aponta para um aspecto-chave: de uma teologia que se concentra em uma história.
Como o autor compreende as implicações dos eventos apresentados nessas narrativas?
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Q2259545 Pedagogia
De acordo com F.F. Bruce (2019): “à parte das próprias cartas paulinas, a maior parcela de informações que temos do apóstolo procede dos escritos de seu amigo e companheiro de jornadas”. Conforme Bruce, este escritor, além de autor de um dos evangelhos sinóticos, trata- -se do único gentio dentre os autores dos documentos neotestamentários. Seu nome é:
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Q2259538 Português
Assinale a alternativa em que o enunciado do segundo quadrinho – Deve ser porque as pessoas escondem as coisas valiosas quando você se aproxima. – está reescrito observando a norma-padrão de acentuação, do emprego do sinal de crase e da vírgula.
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Q2259536 Português
A alegria da música

     Eu gosto muito de música clássica. Comecei a ouvir música clássica antes de nascer, quando ainda estava na barriga da minha mãe. Ela era pianista e tocava... Sem nada ouvir, eu ouvia. E assim a música clássica se misturou com minha carne e meu sangue. Agora, quando ouço as músicas que minha mãe tocava, eu retorno ao mundo inefável que existe antes das palavras, onde moram a perfeição e a beleza.
     Em outros tempos, falava-se muito mal da alienação. A palavra “alienado” era usada como xingamento. Alienação era uma doença pessoal e política a ser denunciada e combatida. A palavra alienação vem do latim alienum, que quer dizer “que pertence a um outro”. Daí a expressão alienar um imóvel. Pois a música produz alienação: ela me faz sair do meu mundo medíocre e entrar num outro, de beleza e formas perfeitas. Nesse outro mundo eu me liberto da pequenez e das picuinhas do meu cotidiano e experimento, ainda que momentaneamente, uma felicidade divina. A música me faz retornar à harmonia do ventre materno. Esse ventre é, por vezes, do tamanho de um ovo, como na Rêverie, de Schumann; por vezes é maior que o universo, como no Concerto nº 3 de Rachmaninoff. Porque a música é parte de mim, para me conhecer e me amar é preciso conhecer e amar as músicas que amo.
      Agora mesmo estou a ouvir uma fita cassete que me deu Ademar Ferreira dos Santos, um amigo português. Viajávamos de carro a caminho de Coimbra. O Ademar pôs música a tocar. Ele sempre faz isso. Fauré, numa transcrição para piano. A beleza pôs fim à nossa conversa. Nada do que disséssemos era melhor do que a música. A música produz silêncio. Toda palavra é profanação. Faz-se silêncio porque a beleza é uma epifania do divino, ouvir música é oração. Assim, eu e o Ademar adoramos juntos no altar da beleza. Terminada a viagem, o Ademar retirou a fita e m’a deu. “É sua”, ele disse de forma definitiva. Protestei. Senti-me mal, como se fosse um ladrão. Mas não adiantou. Existem gestos de amizade que não podem ser rejeitados. Assim, trouxe comigo um pedaço do Ademar que é também um pedaço de mim.

(Rubem Alves, Na morada das palavras. Adaptado)

No segundo parágrafo do texto, o autor afirma:
Em outros tempos, falava-se muito mal da alienação. A palavra “alienado” era usada como xingamento. Alienação era uma doença pessoal e política a ser denunciada e combatida. A palavra alienação vem do latim alienum, que quer dizer “que pertence a um outro”. Daí a expressão alienar um imóvel.
É correto afirmar que a abordagem do autor acerca da palavra “alienado” reporta-se à estilística, com foco
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Q2259534 Português
A alegria da música

     Eu gosto muito de música clássica. Comecei a ouvir música clássica antes de nascer, quando ainda estava na barriga da minha mãe. Ela era pianista e tocava... Sem nada ouvir, eu ouvia. E assim a música clássica se misturou com minha carne e meu sangue. Agora, quando ouço as músicas que minha mãe tocava, eu retorno ao mundo inefável que existe antes das palavras, onde moram a perfeição e a beleza.
     Em outros tempos, falava-se muito mal da alienação. A palavra “alienado” era usada como xingamento. Alienação era uma doença pessoal e política a ser denunciada e combatida. A palavra alienação vem do latim alienum, que quer dizer “que pertence a um outro”. Daí a expressão alienar um imóvel. Pois a música produz alienação: ela me faz sair do meu mundo medíocre e entrar num outro, de beleza e formas perfeitas. Nesse outro mundo eu me liberto da pequenez e das picuinhas do meu cotidiano e experimento, ainda que momentaneamente, uma felicidade divina. A música me faz retornar à harmonia do ventre materno. Esse ventre é, por vezes, do tamanho de um ovo, como na Rêverie, de Schumann; por vezes é maior que o universo, como no Concerto nº 3 de Rachmaninoff. Porque a música é parte de mim, para me conhecer e me amar é preciso conhecer e amar as músicas que amo.
      Agora mesmo estou a ouvir uma fita cassete que me deu Ademar Ferreira dos Santos, um amigo português. Viajávamos de carro a caminho de Coimbra. O Ademar pôs música a tocar. Ele sempre faz isso. Fauré, numa transcrição para piano. A beleza pôs fim à nossa conversa. Nada do que disséssemos era melhor do que a música. A música produz silêncio. Toda palavra é profanação. Faz-se silêncio porque a beleza é uma epifania do divino, ouvir música é oração. Assim, eu e o Ademar adoramos juntos no altar da beleza. Terminada a viagem, o Ademar retirou a fita e m’a deu. “É sua”, ele disse de forma definitiva. Protestei. Senti-me mal, como se fosse um ladrão. Mas não adiantou. Existem gestos de amizade que não podem ser rejeitados. Assim, trouxe comigo um pedaço do Ademar que é também um pedaço de mim.

(Rubem Alves, Na morada das palavras. Adaptado)

A alternativa que substitui, nos parênteses, a expressão destacada, de acordo com a norma-padrão de colocação do pronome, é:
Alternativas
Q2259530 Português
A alegria da música

     Eu gosto muito de música clássica. Comecei a ouvir música clássica antes de nascer, quando ainda estava na barriga da minha mãe. Ela era pianista e tocava... Sem nada ouvir, eu ouvia. E assim a música clássica se misturou com minha carne e meu sangue. Agora, quando ouço as músicas que minha mãe tocava, eu retorno ao mundo inefável que existe antes das palavras, onde moram a perfeição e a beleza.
     Em outros tempos, falava-se muito mal da alienação. A palavra “alienado” era usada como xingamento. Alienação era uma doença pessoal e política a ser denunciada e combatida. A palavra alienação vem do latim alienum, que quer dizer “que pertence a um outro”. Daí a expressão alienar um imóvel. Pois a música produz alienação: ela me faz sair do meu mundo medíocre e entrar num outro, de beleza e formas perfeitas. Nesse outro mundo eu me liberto da pequenez e das picuinhas do meu cotidiano e experimento, ainda que momentaneamente, uma felicidade divina. A música me faz retornar à harmonia do ventre materno. Esse ventre é, por vezes, do tamanho de um ovo, como na Rêverie, de Schumann; por vezes é maior que o universo, como no Concerto nº 3 de Rachmaninoff. Porque a música é parte de mim, para me conhecer e me amar é preciso conhecer e amar as músicas que amo.
      Agora mesmo estou a ouvir uma fita cassete que me deu Ademar Ferreira dos Santos, um amigo português. Viajávamos de carro a caminho de Coimbra. O Ademar pôs música a tocar. Ele sempre faz isso. Fauré, numa transcrição para piano. A beleza pôs fim à nossa conversa. Nada do que disséssemos era melhor do que a música. A música produz silêncio. Toda palavra é profanação. Faz-se silêncio porque a beleza é uma epifania do divino, ouvir música é oração. Assim, eu e o Ademar adoramos juntos no altar da beleza. Terminada a viagem, o Ademar retirou a fita e m’a deu. “É sua”, ele disse de forma definitiva. Protestei. Senti-me mal, como se fosse um ladrão. Mas não adiantou. Existem gestos de amizade que não podem ser rejeitados. Assim, trouxe comigo um pedaço do Ademar que é também um pedaço de mim.

(Rubem Alves, Na morada das palavras. Adaptado)

Tendo em conta as características do texto, é correto afirmar que se trata de um trecho de
Alternativas
Q2259529 Português
A alegria da música

     Eu gosto muito de música clássica. Comecei a ouvir música clássica antes de nascer, quando ainda estava na barriga da minha mãe. Ela era pianista e tocava... Sem nada ouvir, eu ouvia. E assim a música clássica se misturou com minha carne e meu sangue. Agora, quando ouço as músicas que minha mãe tocava, eu retorno ao mundo inefável que existe antes das palavras, onde moram a perfeição e a beleza.
     Em outros tempos, falava-se muito mal da alienação. A palavra “alienado” era usada como xingamento. Alienação era uma doença pessoal e política a ser denunciada e combatida. A palavra alienação vem do latim alienum, que quer dizer “que pertence a um outro”. Daí a expressão alienar um imóvel. Pois a música produz alienação: ela me faz sair do meu mundo medíocre e entrar num outro, de beleza e formas perfeitas. Nesse outro mundo eu me liberto da pequenez e das picuinhas do meu cotidiano e experimento, ainda que momentaneamente, uma felicidade divina. A música me faz retornar à harmonia do ventre materno. Esse ventre é, por vezes, do tamanho de um ovo, como na Rêverie, de Schumann; por vezes é maior que o universo, como no Concerto nº 3 de Rachmaninoff. Porque a música é parte de mim, para me conhecer e me amar é preciso conhecer e amar as músicas que amo.
      Agora mesmo estou a ouvir uma fita cassete que me deu Ademar Ferreira dos Santos, um amigo português. Viajávamos de carro a caminho de Coimbra. O Ademar pôs música a tocar. Ele sempre faz isso. Fauré, numa transcrição para piano. A beleza pôs fim à nossa conversa. Nada do que disséssemos era melhor do que a música. A música produz silêncio. Toda palavra é profanação. Faz-se silêncio porque a beleza é uma epifania do divino, ouvir música é oração. Assim, eu e o Ademar adoramos juntos no altar da beleza. Terminada a viagem, o Ademar retirou a fita e m’a deu. “É sua”, ele disse de forma definitiva. Protestei. Senti-me mal, como se fosse um ladrão. Mas não adiantou. Existem gestos de amizade que não podem ser rejeitados. Assim, trouxe comigo um pedaço do Ademar que é também um pedaço de mim.

(Rubem Alves, Na morada das palavras. Adaptado)

Considere os seguintes enunciados:
Nesse outro mundo eu me liberto da pequenez e das picuinhas do meu cotidiano e experimento, (I) ainda que momentaneamente, uma felicidade divina.
Protestei. Senti-me mal, (II) como se fosse um ladrão. (III) Mas não adiantou.
Assinale a alternativa que expressa corretamente as relações coesivas providas pelos conectivos nos enunciados e a respectiva reescrita.
Alternativas
Respostas
5301: E
5302: C
5303: A
5304: D
5305: D
5306: E
5307: B
5308: A
5309: A
5310: C
5311: E
5312: B
5313: D
5314: D
5315: B
5316: B
5317: E
5318: A
5319: C
5320: E