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I. Pode ser usada de forma proativa, visando concentrações específicas de medicamentos para pacientes em fase de indução da remissão ou, de forma reativa, durante uma agudização na fase de manutenção da remissão.
II. A TDM proativa pode contribuir para a decisão sobre a otimização da dose, ou a troca de medicamento em caso de perda de resposta secundária.
III. A TDM reativa pode contribuir para a decisão sobre a otimização da dose, ou a troca de medicamento em caso de perda de resposta secundária.
IV. A TDM reativa é definida pela medição dos níveis séricos de drogas e anticorpos imediatamente antes da próxima infusão (concentração mínima), visando à orientação sobre o escalonamento da dose, bem como prevenção de perda de resposta.
Está correto o que se afirma apenas em
O caso hipotético a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
“Paciente, sexo feminino, 35 anos, com história de dismenorreia, constipação intestinal e infertilidade de longa data. Após
ampla investigação, foi apontado pelo ginecologista assistente, o diagnóstico de endometriose com acometimento intestinal.”
O caso hipotético a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
“Paciente, sexo feminino, 35 anos, com história de dismenorreia, constipação intestinal e infertilidade de longa data. Após
ampla investigação, foi apontado pelo ginecologista assistente, o diagnóstico de endometriose com acometimento intestinal.”
O caso hipotético a seguir contextualiza a questão. Leia-o atentamente.
“Paciente, sexo feminino, 35 anos, com história de dismenorreia, constipação intestinal e infertilidade de longa data. Após
ampla investigação, foi apontado pelo ginecologista assistente, o diagnóstico de endometriose com acometimento intestinal.”
I. A American Society of Clinical Oncology recomenda o seguimento desses pacientes utilizando tomografia computadorizada de tórax a cada seis meses nos primeiros dois anos e, posteriormente, anualmente.
II. Não há evidência da superioridade do PET com FDG-18F (fluordeoxiglicose) em relação à tomografia computadorizada na diferenciação das alterações pulmonares pós-cirúrgicas, justificando a recomendação da tomografia para o seguimento radiológico.
III. Embora a chance de recorrência tumoral local diminua com o tempo, tal fato não ocorre com o risco de uma segunda neoplasia.
Esta correto o que se afirma em