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Questões Militares Para policial

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Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180922 Matemática
Um prédio foi inaugurado em uma segunda-feira, dia 10 de outubro de 1910. Esse prédio foi demolido 33000 dias depois de inaugurado, no dia 14 de fevereiro de 2001, que era
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Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180921 Matemática
Carlos comprou uma moto e a revendeu por um valor 15% maior do que ele pagou. Com o dinheiro dessa revenda ele comprou um celular por R$ 720,00 e, com o restante, comprou outra moto pelo mesmo preço que pagou pela moto anterior, ou seja, por
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Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180920 Matemática
Em uma biblioteca há 16 livros em inglês para cada 11 livros em espanhol. O bibliotecário chefe encomendou mais 99 livros em inglês e mais vários livros em espanhol, de maneira que a razão indicada passará a ser de 7 livros em inglês para cada 8 livros em espanhol. Se após essa encomenda a biblioteca tiver 795 livros nesses dois idiomas, o número de livros em espanhol que o bibliotecário encomendou foi 
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Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180919 Raciocínio Lógico
Uma feira de livro foi realizada pela turma Águia Azul. Cada oficial combatente levou pelo menos um livro, que deveria ser de Primeiros Socorros ou de Materiais Inflamáveis ou de Técnicas e Regras de Combate. Alguns oficiais levaram livros de duas dessas disciplinas. Quem levou livro de Técnicas e Regras de Combate também levou livro de alguma das outras duas disciplinas. Quem levou livro de Primeiros Socorros não levou livro de Materiais Inflamáveis. Foram 26 oficiais que levaram um único livro e, entre eles, 7 levaram de Primeiros Socorros. Foram 50 oficiais que levaram livro de Técnicas e Regras de Combate. O número de funcionários que levou livro de Primeiros Socorros excede em 22 o número de oficiais que levou livro de Materiais Inflamáveis. O total de oficiais combatentes da turma Águia Azul é
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Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180918 Raciocínio Lógico
Considere a afirmação: "João gosta de cozidão e não gosta de tacacá". Uma negação lógica dessa afirmação é equivalente à proposição 
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Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180917 Raciocínio Lógico
Cinco amigas nasceram respectivamente em 1991, 1992, 1993, 1994 e 1995. Em um encontro, elas fizeram as seguintes afirmações:

- Ana: Eu sou mais velha do que Celi.
- Bia: Celi é mais velha do que eu.
- Celi: Dina e Ema são as mais velhas entre nós.
- Dina: Ana é mais nova do que Celi.
- Ema: Ana nasceu em 1993.

Sabendo que, dessas afirmações, exatamente uma é falsa, quem nasceu em 1995 foi
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Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180916 Matemática
Uma turma de oficiais combatentes é formada por 16 homens e 19 mulheres, sendo que 13 dessas pessoas praticam esgrima. Sabendo que, entre as mulheres, 12 não praticam esgrima, o número de homens que não praticam esgrima é
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Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180915 Matemática
Alfredo irá dividir R$ 936,00 entre seus três netos de maneira diretamente proporcional às suas idades. O mais velho dos netos irá receber R$ 409,50 e o neto de 15 anos irá receber R$ 292,50. A diferença de idade entre o neto mais velho e o neto mais novo é
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Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180914 Raciocínio Lógico
Sobre uma mesa estão 30 cartas. Dois jogadores irão se revezar e, em sua vez de jogar, devem retirar 1, 2, 3, 4 ou 5 cartas da mesa. O vencedor desse jogo é aquele que não retirar a última carta da mesa. Existe uma estratégia ideal que, a depender do número de cartas na mesa, obrigará o adversário a retirar a última carta. Pedro e Henrique começaram uma partida desse jogo, com Pedro iniciando e retirando, em sua primeira jogada, 2 cartas. O número de cartas que Henrique deverá retirar em sua primeira jogada, de modo que, usando a estratégia ideal, force Pedro a retirar a última carta, é 
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Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180913 Matemática
Os mantimentos para um acampamento de oficiais combatentes foram separados de maneira que fossem o suficiente para que 8 homens se alimentassem por 8 dias. Após 2 dias de acampamento, 2 dos 8 homens saíram do acampamento sem levar mantimentos. Considerando que cada homem consome uma mesma quantidade diária dos mantimentos, os 6 homens que permaneceram no acampamento ainda têm mantimentos suficientes para
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Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180912 Raciocínio Lógico
Considere a sequência infinita (100, 103, 107, 99, 102, 106, 98, ...). Nessa sequência, o elemento da posição 1 é 100, da posição 2 é 103, da posição 3 é 107 e assim, seguindo com o padrão de formação, o primeiro elemento negativo dessa sequência ocorre na posição 
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Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180911 Matemática
No dia da inauguração de uma academia para oficiais, 180 mulheres e alguns homens fizeram matrícula. No dia seguinte à inauguração, mais 60 mulheres e 70 homens fizeram matrícula, de maneira que, considerando o total de mulheres e homens inscritos nos dois primeiros dias, dois terços eram mulheres. O número de homens que fizeram matrícula na academia no dia da inauguração foi
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Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180910 Matemática
Dois grupos foram formados para uma pesquisa sobre práticas esportivas. Um dos grupos tem 200 pessoas, sendo que 25% são praticantes de paraquedismo, e o outro grupo tem 350 pessoas, sendo 24% praticantes de paraquedismo. O número total de praticantes de paraquedismo nesses dois grupos é
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Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180909 Matemática
Um professor escreveu na lousa três pequenas expressões envolvendo números inteiros:

Q17.png (345×41)

Solicitou, então, que 5 de seus alunos, Ulisses, Davi, Ricardo, Bárbara e Isabel, efetuassem a soma dos resultados das três expressões. Cada um desses cinco alunos chegou a um valor diferente para essa soma, sendo tais valores, respectivamente, 23, 26, 29, 37 e 50. Dentre esses cinco alunos, o único que acertou o valor da soma foi 
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Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180908 Matemática
Para uma gincana inscreveram-se 150 oficiais. A organização do evento montou 3 grupos com 135 desses oficiais, com 45 oficiais por grupo. Os 15 oficiais ainda não alocados em um grupo poderão escolher em qual grupo participar independentemente de outras escolhas, ou seja, é possível que os 15 oficiais escolham um mesmo grupo, que 5 escolham um grupо е 10 escolham outro, ou qualquer distribuição que desejarem. Após esses 15 oficiais escolherem o grupo de que querem participar, é necessariamente verdadeiro que
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Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180907 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.


[A força necessária dos princípios]


    Não vamos subestimar a força daquilo a que nos opomos. O mundo é, para todos nós, aquilo sobre o qual não temos quase nenhum controle. O senso comum e o sentido de autoproteção nos dizem para nos acomodarmos àquilo que não podemos mudar.

    Não é difícil ver como alguns de nós poderíamos ser convencidos da justiça, da necessidade das violências. Pense-se numa guerra que é formulada como série de ações militares pequenas, que irão de fato contribuir para a paz ou reforçar a segurança. Todas as violências na guerra foram justificadas como uma retaliação necessária: estamos nos defendendo, eles é que querem nos matar.

    Diante das violências em curso, alguém dotado de um princípio moral parece alguém que corre ao lado de um trem e grita: "Pare! Pare!" O trem pode ser detido? Será que outras pessoas dentro do trem vão se sentir dispostas a saltar e unir-se aos que estão fora? Talvez alguns o façam, mas não a maioria.

    Agir por princípio é um gesto político, no sentido de que não estamos fazendo isso por nós mesmos. Não fazemos isso só para agir corretamente ou para aplacara nossa consciência; muito menos porque estamos certos de que a nossa ação vai de fato alcançar o seu objetivo. Resistimos como um ato de solidariedade com todas as pessoas e comunidades que agem igualmente por algum principio moral.

    As ações comandadas por um bom princípio nos dizem que não temos de pensar se agir por princípio é adequado, ou se podemos contar com o êxito final das ações que levamos a efeito. Agir por princípio é bom em si mesmo. Os princípios nos convidam a fazer algo a respeito do pântano de contradições em que agimos moralmente. Os princípios nos convidam a ter mais rigor em nossas ações, ser intolerantes com a frouxidão moral, a contemporização, a covardia e com a fuga diante do que é perturbador. No curso da História encontram-se os grandes modelos de resistência, os feitos daqueles que, por princípio, agiram dizendo não à negação dos princípios justos. Inspiremo-nos nesses modelos.


(Adaptado de: SONTAG, Susan. Ao mesmo tempo. Trad. Rubens Figueiredo. São Paulo, Companhia das Letras, p.192-193, passim)
É correta a flexão de todas as formas verbais na frase:
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Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180906 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.


[A força necessária dos princípios]


    Não vamos subestimar a força daquilo a que nos opomos. O mundo é, para todos nós, aquilo sobre o qual não temos quase nenhum controle. O senso comum e o sentido de autoproteção nos dizem para nos acomodarmos àquilo que não podemos mudar.

    Não é difícil ver como alguns de nós poderíamos ser convencidos da justiça, da necessidade das violências. Pense-se numa guerra que é formulada como série de ações militares pequenas, que irão de fato contribuir para a paz ou reforçar a segurança. Todas as violências na guerra foram justificadas como uma retaliação necessária: estamos nos defendendo, eles é que querem nos matar.

    Diante das violências em curso, alguém dotado de um princípio moral parece alguém que corre ao lado de um trem e grita: "Pare! Pare!" O trem pode ser detido? Será que outras pessoas dentro do trem vão se sentir dispostas a saltar e unir-se aos que estão fora? Talvez alguns o façam, mas não a maioria.

    Agir por princípio é um gesto político, no sentido de que não estamos fazendo isso por nós mesmos. Não fazemos isso só para agir corretamente ou para aplacara nossa consciência; muito menos porque estamos certos de que a nossa ação vai de fato alcançar o seu objetivo. Resistimos como um ato de solidariedade com todas as pessoas e comunidades que agem igualmente por algum principio moral.

    As ações comandadas por um bom princípio nos dizem que não temos de pensar se agir por princípio é adequado, ou se podemos contar com o êxito final das ações que levamos a efeito. Agir por princípio é bom em si mesmo. Os princípios nos convidam a fazer algo a respeito do pântano de contradições em que agimos moralmente. Os princípios nos convidam a ter mais rigor em nossas ações, ser intolerantes com a frouxidão moral, a contemporização, a covardia e com a fuga diante do que é perturbador. No curso da História encontram-se os grandes modelos de resistência, os feitos daqueles que, por princípio, agiram dizendo não à negação dos princípios justos. Inspiremo-nos nesses modelos.


(Adaptado de: SONTAG, Susan. Ao mesmo tempo. Trad. Rubens Figueiredo. São Paulo, Companhia das Letras, p.192-193, passim)
No contexto em que surgem as referências a trem e a pântano, deve-se reconhecer que caracterizam um recurso de
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Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180905 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.


[A força necessária dos princípios]


    Não vamos subestimar a força daquilo a que nos opomos. O mundo é, para todos nós, aquilo sobre o qual não temos quase nenhum controle. O senso comum e o sentido de autoproteção nos dizem para nos acomodarmos àquilo que não podemos mudar.

    Não é difícil ver como alguns de nós poderíamos ser convencidos da justiça, da necessidade das violências. Pense-se numa guerra que é formulada como série de ações militares pequenas, que irão de fato contribuir para a paz ou reforçar a segurança. Todas as violências na guerra foram justificadas como uma retaliação necessária: estamos nos defendendo, eles é que querem nos matar.

    Diante das violências em curso, alguém dotado de um princípio moral parece alguém que corre ao lado de um trem e grita: "Pare! Pare!" O trem pode ser detido? Será que outras pessoas dentro do trem vão se sentir dispostas a saltar e unir-se aos que estão fora? Talvez alguns o façam, mas não a maioria.

    Agir por princípio é um gesto político, no sentido de que não estamos fazendo isso por nós mesmos. Não fazemos isso só para agir corretamente ou para aplacara nossa consciência; muito menos porque estamos certos de que a nossa ação vai de fato alcançar o seu objetivo. Resistimos como um ato de solidariedade com todas as pessoas e comunidades que agem igualmente por algum principio moral.

    As ações comandadas por um bom princípio nos dizem que não temos de pensar se agir por princípio é adequado, ou se podemos contar com o êxito final das ações que levamos a efeito. Agir por princípio é bom em si mesmo. Os princípios nos convidam a fazer algo a respeito do pântano de contradições em que agimos moralmente. Os princípios nos convidam a ter mais rigor em nossas ações, ser intolerantes com a frouxidão moral, a contemporização, a covardia e com a fuga diante do que é perturbador. No curso da História encontram-se os grandes modelos de resistência, os feitos daqueles que, por princípio, agiram dizendo não à negação dos princípios justos. Inspiremo-nos nesses modelos.


(Adaptado de: SONTAG, Susan. Ao mesmo tempo. Trad. Rubens Figueiredo. São Paulo, Companhia das Letras, p.192-193, passim)
É plenamente adequada a pontuação da frase:
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Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180904 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.


[A força necessária dos princípios]


    Não vamos subestimar a força daquilo a que nos opomos. O mundo é, para todos nós, aquilo sobre o qual não temos quase nenhum controle. O senso comum e o sentido de autoproteção nos dizem para nos acomodarmos àquilo que não podemos mudar.

    Não é difícil ver como alguns de nós poderíamos ser convencidos da justiça, da necessidade das violências. Pense-se numa guerra que é formulada como série de ações militares pequenas, que irão de fato contribuir para a paz ou reforçar a segurança. Todas as violências na guerra foram justificadas como uma retaliação necessária: estamos nos defendendo, eles é que querem nos matar.

    Diante das violências em curso, alguém dotado de um princípio moral parece alguém que corre ao lado de um trem e grita: "Pare! Pare!" O trem pode ser detido? Será que outras pessoas dentro do trem vão se sentir dispostas a saltar e unir-se aos que estão fora? Talvez alguns o façam, mas não a maioria.

    Agir por princípio é um gesto político, no sentido de que não estamos fazendo isso por nós mesmos. Não fazemos isso só para agir corretamente ou para aplacara nossa consciência; muito menos porque estamos certos de que a nossa ação vai de fato alcançar o seu objetivo. Resistimos como um ato de solidariedade com todas as pessoas e comunidades que agem igualmente por algum principio moral.

    As ações comandadas por um bom princípio nos dizem que não temos de pensar se agir por princípio é adequado, ou se podemos contar com o êxito final das ações que levamos a efeito. Agir por princípio é bom em si mesmo. Os princípios nos convidam a fazer algo a respeito do pântano de contradições em que agimos moralmente. Os princípios nos convidam a ter mais rigor em nossas ações, ser intolerantes com a frouxidão moral, a contemporização, a covardia e com a fuga diante do que é perturbador. No curso da História encontram-se os grandes modelos de resistência, os feitos daqueles que, por princípio, agiram dizendo não à negação dos princípios justos. Inspiremo-nos nesses modelos.


(Adaptado de: SONTAG, Susan. Ao mesmo tempo. Trad. Rubens Figueiredo. São Paulo, Companhia das Letras, p.192-193, passim)
Os princípios nos convidam a fazer algo a respeito do pântano de contradições em que agimos moralmente.

O período acima permanecerá coerente e correto caso se substituam os elementos sublinhados, na ordem dada, por:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FCC Órgão: PM-AP Prova: FCC - 2025 - PM-AP - Oficial Combatente |
Q4180903 Português
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto seguinte.


[A força necessária dos princípios]


    Não vamos subestimar a força daquilo a que nos opomos. O mundo é, para todos nós, aquilo sobre o qual não temos quase nenhum controle. O senso comum e o sentido de autoproteção nos dizem para nos acomodarmos àquilo que não podemos mudar.

    Não é difícil ver como alguns de nós poderíamos ser convencidos da justiça, da necessidade das violências. Pense-se numa guerra que é formulada como série de ações militares pequenas, que irão de fato contribuir para a paz ou reforçar a segurança. Todas as violências na guerra foram justificadas como uma retaliação necessária: estamos nos defendendo, eles é que querem nos matar.

    Diante das violências em curso, alguém dotado de um princípio moral parece alguém que corre ao lado de um trem e grita: "Pare! Pare!" O trem pode ser detido? Será que outras pessoas dentro do trem vão se sentir dispostas a saltar e unir-se aos que estão fora? Talvez alguns o façam, mas não a maioria.

    Agir por princípio é um gesto político, no sentido de que não estamos fazendo isso por nós mesmos. Não fazemos isso só para agir corretamente ou para aplacara nossa consciência; muito menos porque estamos certos de que a nossa ação vai de fato alcançar o seu objetivo. Resistimos como um ato de solidariedade com todas as pessoas e comunidades que agem igualmente por algum principio moral.

    As ações comandadas por um bom princípio nos dizem que não temos de pensar se agir por princípio é adequado, ou se podemos contar com o êxito final das ações que levamos a efeito. Agir por princípio é bom em si mesmo. Os princípios nos convidam a fazer algo a respeito do pântano de contradições em que agimos moralmente. Os princípios nos convidam a ter mais rigor em nossas ações, ser intolerantes com a frouxidão moral, a contemporização, a covardia e com a fuga diante do que é perturbador. No curso da História encontram-se os grandes modelos de resistência, os feitos daqueles que, por princípio, agiram dizendo não à negação dos princípios justos. Inspiremo-nos nesses modelos.


(Adaptado de: SONTAG, Susan. Ao mesmo tempo. Trad. Rubens Figueiredo. São Paulo, Companhia das Letras, p.192-193, passim)
A ideia central desenvolvida no parágrafo
Alternativas
Respostas
921: D
922: E
923: D
924: E
925: B
926: C
927: A
928: C
929: D
930: C
931: E
932: A
933: B
934: B
935: D
936: E
937: A
938: C
939: E
940: D