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Q3739756 Português
Leia o texto a seguir:


CONJUNTURA DA VIOLÊNCIA NO BRASIL


    Entre 2022 e 2023, houve redução de 2,3% na taxa de homicídio por 100 mil habitantes no país. Com isso, o Brasil atingiu o índice de 21,2, o menor dos últimos 11 anos. Em 2023, 45.747 pessoas perderam as vidas em face dos homicídios. Depois de uma estagnação nas taxas de homicídio entre 2019 e 2022, que estacionou no patamar de 21,7, voltamos timidamente à trajetória de queda iniciada em 2018 [...].

    Não obstante, uma pesquisa de opinião feita recentemente pela Genial/Quaest apontou que 29% dos entrevistados enxergavam a questão da criminalidade como o maior problema do Brasil. Essa proporção aumentou 19 pontos percentuais em pouco mais de um ano, uma vez que em dezembro de 2023, apenas 10% dos entrevistados citavam a violência. Essa aparente contradição entre a redução das taxas de homicídio e o aumento da percepção do crime e de insegurança como maior problema a ser enfrentado pode ser compreendida por duas razões. Em primeiro lugar, como há muito se sabe, a prevalência de crimes e a percepção de segurança não caminham necessariamente juntas. Existem inúmeros elementos que interferem nessa relação que, entre outras questões, passa pela intensidade de como os incidentes são tratados nas mídias e redes sociais, pela localização geoespacial dos conflitos e pela maneira como as pessoas se sentem expostas aos crimes praticados. 

    O segundo ponto diz respeito à mudança do padrão de criminalidade. Sobre esse aspecto, além da citada queda dos homicídios, em 2023 observou-se redução em quase todos os crimes contra o patrimônio praticados na rua, no comércio e nas residências, como apontado no 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Entretanto, o estelionato praticado em meios digitais aumentou de forma extraordinária nos últimos anos, alcançando quase dois milhões de registros de ocorrência, apenas em 2023, ou um golpe a cada 16 segundos. 

    A transformação digital da sociedade ao mesmo tempo em que ajuda a revelar os altos níveis de violência que permeiam as relações sociais (inclusive intrafamiliares e relacionadas ao ambiente escolar, como o cyberbullying), traz em seu bojo novas relações que potencializam o medo do crime. Esse é o caso do estelionato no rastro do furto ou roubo de celular, que pode ocasionar prejuízos significativos às vítimas, em valores muitas vezes superiores ao valor do aparelho subtraído.

    Em síntese, ao mesmo tempo em que houve redução de crimes violentos letais nos últimos anos – tendo o número de homicídios reduzido cerca de 30%, de 65.602, em 2017 para 45.747, em 2023 – vivenciamos um aumento da percepção de insegurança.


Fonte: https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2025/05/atlasviolencia-2025.pdf. Acesso em 03/09/2025. Excerto.
No trecho “[...] quase dois milhões de registros de ocorrência, apenas em 2023, ou um golpe a cada 16 segundos” (3º parágrafo), o termo em destaque está empregado em sentido:
Alternativas
Q3739755 Português
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CONJUNTURA DA VIOLÊNCIA NO BRASIL


    Entre 2022 e 2023, houve redução de 2,3% na taxa de homicídio por 100 mil habitantes no país. Com isso, o Brasil atingiu o índice de 21,2, o menor dos últimos 11 anos. Em 2023, 45.747 pessoas perderam as vidas em face dos homicídios. Depois de uma estagnação nas taxas de homicídio entre 2019 e 2022, que estacionou no patamar de 21,7, voltamos timidamente à trajetória de queda iniciada em 2018 [...].

    Não obstante, uma pesquisa de opinião feita recentemente pela Genial/Quaest apontou que 29% dos entrevistados enxergavam a questão da criminalidade como o maior problema do Brasil. Essa proporção aumentou 19 pontos percentuais em pouco mais de um ano, uma vez que em dezembro de 2023, apenas 10% dos entrevistados citavam a violência. Essa aparente contradição entre a redução das taxas de homicídio e o aumento da percepção do crime e de insegurança como maior problema a ser enfrentado pode ser compreendida por duas razões. Em primeiro lugar, como há muito se sabe, a prevalência de crimes e a percepção de segurança não caminham necessariamente juntas. Existem inúmeros elementos que interferem nessa relação que, entre outras questões, passa pela intensidade de como os incidentes são tratados nas mídias e redes sociais, pela localização geoespacial dos conflitos e pela maneira como as pessoas se sentem expostas aos crimes praticados. 

    O segundo ponto diz respeito à mudança do padrão de criminalidade. Sobre esse aspecto, além da citada queda dos homicídios, em 2023 observou-se redução em quase todos os crimes contra o patrimônio praticados na rua, no comércio e nas residências, como apontado no 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Entretanto, o estelionato praticado em meios digitais aumentou de forma extraordinária nos últimos anos, alcançando quase dois milhões de registros de ocorrência, apenas em 2023, ou um golpe a cada 16 segundos. 

    A transformação digital da sociedade ao mesmo tempo em que ajuda a revelar os altos níveis de violência que permeiam as relações sociais (inclusive intrafamiliares e relacionadas ao ambiente escolar, como o cyberbullying), traz em seu bojo novas relações que potencializam o medo do crime. Esse é o caso do estelionato no rastro do furto ou roubo de celular, que pode ocasionar prejuízos significativos às vítimas, em valores muitas vezes superiores ao valor do aparelho subtraído.

    Em síntese, ao mesmo tempo em que houve redução de crimes violentos letais nos últimos anos – tendo o número de homicídios reduzido cerca de 30%, de 65.602, em 2017 para 45.747, em 2023 – vivenciamos um aumento da percepção de insegurança.


Fonte: https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2025/05/atlasviolencia-2025.pdf. Acesso em 03/09/2025. Excerto.
O trecho “Não obstante, uma pesquisa [...] apontou que 29% dos entrevistados enxergavam a criminalidade como o maior problema do Brasil” (2º parágrafo) cumpre uma função argumentativa específica no texto, que é a de:
Alternativas
Q3739754 Português
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CONJUNTURA DA VIOLÊNCIA NO BRASIL


    Entre 2022 e 2023, houve redução de 2,3% na taxa de homicídio por 100 mil habitantes no país. Com isso, o Brasil atingiu o índice de 21,2, o menor dos últimos 11 anos. Em 2023, 45.747 pessoas perderam as vidas em face dos homicídios. Depois de uma estagnação nas taxas de homicídio entre 2019 e 2022, que estacionou no patamar de 21,7, voltamos timidamente à trajetória de queda iniciada em 2018 [...].

    Não obstante, uma pesquisa de opinião feita recentemente pela Genial/Quaest apontou que 29% dos entrevistados enxergavam a questão da criminalidade como o maior problema do Brasil. Essa proporção aumentou 19 pontos percentuais em pouco mais de um ano, uma vez que em dezembro de 2023, apenas 10% dos entrevistados citavam a violência. Essa aparente contradição entre a redução das taxas de homicídio e o aumento da percepção do crime e de insegurança como maior problema a ser enfrentado pode ser compreendida por duas razões. Em primeiro lugar, como há muito se sabe, a prevalência de crimes e a percepção de segurança não caminham necessariamente juntas. Existem inúmeros elementos que interferem nessa relação que, entre outras questões, passa pela intensidade de como os incidentes são tratados nas mídias e redes sociais, pela localização geoespacial dos conflitos e pela maneira como as pessoas se sentem expostas aos crimes praticados. 

    O segundo ponto diz respeito à mudança do padrão de criminalidade. Sobre esse aspecto, além da citada queda dos homicídios, em 2023 observou-se redução em quase todos os crimes contra o patrimônio praticados na rua, no comércio e nas residências, como apontado no 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Entretanto, o estelionato praticado em meios digitais aumentou de forma extraordinária nos últimos anos, alcançando quase dois milhões de registros de ocorrência, apenas em 2023, ou um golpe a cada 16 segundos. 

    A transformação digital da sociedade ao mesmo tempo em que ajuda a revelar os altos níveis de violência que permeiam as relações sociais (inclusive intrafamiliares e relacionadas ao ambiente escolar, como o cyberbullying), traz em seu bojo novas relações que potencializam o medo do crime. Esse é o caso do estelionato no rastro do furto ou roubo de celular, que pode ocasionar prejuízos significativos às vítimas, em valores muitas vezes superiores ao valor do aparelho subtraído.

    Em síntese, ao mesmo tempo em que houve redução de crimes violentos letais nos últimos anos – tendo o número de homicídios reduzido cerca de 30%, de 65.602, em 2017 para 45.747, em 2023 – vivenciamos um aumento da percepção de insegurança.


Fonte: https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2025/05/atlasviolencia-2025.pdf. Acesso em 03/09/2025. Excerto.
Ao afirmar que a transformação digital “traz em seu bojo novas relações que potencializam o medo do crime”, o texto sugere que:
Alternativas
Q3739753 Português
Leia o texto a seguir:


CONJUNTURA DA VIOLÊNCIA NO BRASIL


    Entre 2022 e 2023, houve redução de 2,3% na taxa de homicídio por 100 mil habitantes no país. Com isso, o Brasil atingiu o índice de 21,2, o menor dos últimos 11 anos. Em 2023, 45.747 pessoas perderam as vidas em face dos homicídios. Depois de uma estagnação nas taxas de homicídio entre 2019 e 2022, que estacionou no patamar de 21,7, voltamos timidamente à trajetória de queda iniciada em 2018 [...].

    Não obstante, uma pesquisa de opinião feita recentemente pela Genial/Quaest apontou que 29% dos entrevistados enxergavam a questão da criminalidade como o maior problema do Brasil. Essa proporção aumentou 19 pontos percentuais em pouco mais de um ano, uma vez que em dezembro de 2023, apenas 10% dos entrevistados citavam a violência. Essa aparente contradição entre a redução das taxas de homicídio e o aumento da percepção do crime e de insegurança como maior problema a ser enfrentado pode ser compreendida por duas razões. Em primeiro lugar, como há muito se sabe, a prevalência de crimes e a percepção de segurança não caminham necessariamente juntas. Existem inúmeros elementos que interferem nessa relação que, entre outras questões, passa pela intensidade de como os incidentes são tratados nas mídias e redes sociais, pela localização geoespacial dos conflitos e pela maneira como as pessoas se sentem expostas aos crimes praticados. 

    O segundo ponto diz respeito à mudança do padrão de criminalidade. Sobre esse aspecto, além da citada queda dos homicídios, em 2023 observou-se redução em quase todos os crimes contra o patrimônio praticados na rua, no comércio e nas residências, como apontado no 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Entretanto, o estelionato praticado em meios digitais aumentou de forma extraordinária nos últimos anos, alcançando quase dois milhões de registros de ocorrência, apenas em 2023, ou um golpe a cada 16 segundos. 

    A transformação digital da sociedade ao mesmo tempo em que ajuda a revelar os altos níveis de violência que permeiam as relações sociais (inclusive intrafamiliares e relacionadas ao ambiente escolar, como o cyberbullying), traz em seu bojo novas relações que potencializam o medo do crime. Esse é o caso do estelionato no rastro do furto ou roubo de celular, que pode ocasionar prejuízos significativos às vítimas, em valores muitas vezes superiores ao valor do aparelho subtraído.

    Em síntese, ao mesmo tempo em que houve redução de crimes violentos letais nos últimos anos – tendo o número de homicídios reduzido cerca de 30%, de 65.602, em 2017 para 45.747, em 2023 – vivenciamos um aumento da percepção de insegurança.


Fonte: https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2025/05/atlasviolencia-2025.pdf. Acesso em 03/09/2025. Excerto.
Considerando a informação de que o estelionato digital ocorre, em média, uma vez a cada 16 segundos, pode-se inferir corretamente que:
Alternativas
Q3739752 Português
Leia o texto a seguir:


CONJUNTURA DA VIOLÊNCIA NO BRASIL


    Entre 2022 e 2023, houve redução de 2,3% na taxa de homicídio por 100 mil habitantes no país. Com isso, o Brasil atingiu o índice de 21,2, o menor dos últimos 11 anos. Em 2023, 45.747 pessoas perderam as vidas em face dos homicídios. Depois de uma estagnação nas taxas de homicídio entre 2019 e 2022, que estacionou no patamar de 21,7, voltamos timidamente à trajetória de queda iniciada em 2018 [...].

    Não obstante, uma pesquisa de opinião feita recentemente pela Genial/Quaest apontou que 29% dos entrevistados enxergavam a questão da criminalidade como o maior problema do Brasil. Essa proporção aumentou 19 pontos percentuais em pouco mais de um ano, uma vez que em dezembro de 2023, apenas 10% dos entrevistados citavam a violência. Essa aparente contradição entre a redução das taxas de homicídio e o aumento da percepção do crime e de insegurança como maior problema a ser enfrentado pode ser compreendida por duas razões. Em primeiro lugar, como há muito se sabe, a prevalência de crimes e a percepção de segurança não caminham necessariamente juntas. Existem inúmeros elementos que interferem nessa relação que, entre outras questões, passa pela intensidade de como os incidentes são tratados nas mídias e redes sociais, pela localização geoespacial dos conflitos e pela maneira como as pessoas se sentem expostas aos crimes praticados. 

    O segundo ponto diz respeito à mudança do padrão de criminalidade. Sobre esse aspecto, além da citada queda dos homicídios, em 2023 observou-se redução em quase todos os crimes contra o patrimônio praticados na rua, no comércio e nas residências, como apontado no 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Entretanto, o estelionato praticado em meios digitais aumentou de forma extraordinária nos últimos anos, alcançando quase dois milhões de registros de ocorrência, apenas em 2023, ou um golpe a cada 16 segundos. 

    A transformação digital da sociedade ao mesmo tempo em que ajuda a revelar os altos níveis de violência que permeiam as relações sociais (inclusive intrafamiliares e relacionadas ao ambiente escolar, como o cyberbullying), traz em seu bojo novas relações que potencializam o medo do crime. Esse é o caso do estelionato no rastro do furto ou roubo de celular, que pode ocasionar prejuízos significativos às vítimas, em valores muitas vezes superiores ao valor do aparelho subtraído.

    Em síntese, ao mesmo tempo em que houve redução de crimes violentos letais nos últimos anos – tendo o número de homicídios reduzido cerca de 30%, de 65.602, em 2017 para 45.747, em 2023 – vivenciamos um aumento da percepção de insegurança.


Fonte: https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2025/05/atlasviolencia-2025.pdf. Acesso em 03/09/2025. Excerto.
O texto apresenta duas causas principais para a contradição entre redução de homicídios e aumento da percepção da violência. Essas causas são:
Alternativas
Q3739751 Português
Leia o texto a seguir:


CONJUNTURA DA VIOLÊNCIA NO BRASIL


    Entre 2022 e 2023, houve redução de 2,3% na taxa de homicídio por 100 mil habitantes no país. Com isso, o Brasil atingiu o índice de 21,2, o menor dos últimos 11 anos. Em 2023, 45.747 pessoas perderam as vidas em face dos homicídios. Depois de uma estagnação nas taxas de homicídio entre 2019 e 2022, que estacionou no patamar de 21,7, voltamos timidamente à trajetória de queda iniciada em 2018 [...].

    Não obstante, uma pesquisa de opinião feita recentemente pela Genial/Quaest apontou que 29% dos entrevistados enxergavam a questão da criminalidade como o maior problema do Brasil. Essa proporção aumentou 19 pontos percentuais em pouco mais de um ano, uma vez que em dezembro de 2023, apenas 10% dos entrevistados citavam a violência. Essa aparente contradição entre a redução das taxas de homicídio e o aumento da percepção do crime e de insegurança como maior problema a ser enfrentado pode ser compreendida por duas razões. Em primeiro lugar, como há muito se sabe, a prevalência de crimes e a percepção de segurança não caminham necessariamente juntas. Existem inúmeros elementos que interferem nessa relação que, entre outras questões, passa pela intensidade de como os incidentes são tratados nas mídias e redes sociais, pela localização geoespacial dos conflitos e pela maneira como as pessoas se sentem expostas aos crimes praticados. 

    O segundo ponto diz respeito à mudança do padrão de criminalidade. Sobre esse aspecto, além da citada queda dos homicídios, em 2023 observou-se redução em quase todos os crimes contra o patrimônio praticados na rua, no comércio e nas residências, como apontado no 18º Anuário Brasileiro de Segurança Pública publicado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Entretanto, o estelionato praticado em meios digitais aumentou de forma extraordinária nos últimos anos, alcançando quase dois milhões de registros de ocorrência, apenas em 2023, ou um golpe a cada 16 segundos. 

    A transformação digital da sociedade ao mesmo tempo em que ajuda a revelar os altos níveis de violência que permeiam as relações sociais (inclusive intrafamiliares e relacionadas ao ambiente escolar, como o cyberbullying), traz em seu bojo novas relações que potencializam o medo do crime. Esse é o caso do estelionato no rastro do furto ou roubo de celular, que pode ocasionar prejuízos significativos às vítimas, em valores muitas vezes superiores ao valor do aparelho subtraído.

    Em síntese, ao mesmo tempo em que houve redução de crimes violentos letais nos últimos anos – tendo o número de homicídios reduzido cerca de 30%, de 65.602, em 2017 para 45.747, em 2023 – vivenciamos um aumento da percepção de insegurança.


Fonte: https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2025/05/atlasviolencia-2025.pdf. Acesso em 03/09/2025. Excerto.
Apesar da queda de homicídios, 29% dos entrevistados pela Genial/Quaest, em pesquisa recente, citaram a criminalidade como maior problema do país. Esse dado revela que:
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Ano: 2025 Banca: UECE-CEV Órgão: CBM-CE Prova: UECE-CEV - 2025 - CBM-CE - Soldado |
Q3561010 Noções de Primeiros Socorros
Em um acidente automobilístico, um bombeiro chega ao local com vítima exposta em via de tráfego intenso. Ele utiliza luvas, máscara facial, óculos de proteção e colete refletivo antes de realizar qualquer procedimento. Com base no protocolo de Suporte Básico de Vida do SAMU, é correto afirmar que a principal razão para esse uso completo de equipamento de proteção individual ‒ EPI ‒ em situações de urgência e emergência é
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Ano: 2025 Banca: UECE-CEV Órgão: CBM-CE Prova: UECE-CEV - 2025 - CBM-CE - Soldado |
Q3561009 Noções de Primeiros Socorros
Em uma ocorrência de colisão frontal, a vítima apresenta cianose e confusão mental. O bombeiro socorrista precisa reconhecer alterações hemodinâmicas rápidas. Compreender a pequena circulação (pulmonar) e a grande circulação (sistêmica) ajuda a interpretar oxigenação e perfusão, a orientar posição e oxigenoterapia, e a priorizar o transporte ao hospital de referência com segurança e rapidez. Considerando a pequena circulação e a grande circulação do coração, assinale a opção correta.
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Ano: 2025 Banca: UECE-CEV Órgão: CBM-CE Prova: UECE-CEV - 2025 - CBM-CE - Soldado |
Q3561008 Noções de Primeiros Socorros
No atendimento pré-hospitalar, o socorrista do Corpo de Bombeiros deve conhecer a anatomia da coluna vertebral para imobilizar corretamente vítimas de trauma. O corpo humano adulto possui vértebras móveis que compõem as partes cervical, torácica e lombar. Essas vértebras, fundamentais para a sustentação e a mobilidade do corpo humano, estão localizadas nas regiões cervical, torácica e lombar, e apresentam-se nos seguintes números:
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Ano: 2025 Banca: UECE-CEV Órgão: CBM-CE Prova: UECE-CEV - 2025 - CBM-CE - Soldado |
Q3561007 Noções de Primeiros Socorros
Atendendo a uma ocorrência de queda em escada, o bombeiro observa no punho da vítima ‒ que se queixa de dor intensa no local ‒ deformidade visível, incapacidade total de movimentação, inchaço e ausência de pulso distal. Considerando os protocolos de trauma e Suporte Básico de Vida do SAMU, assinale a opção que descreve corretamente esse tipo de lesão de extremidade.
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Ano: 2025 Banca: UECE-CEV Órgão: CBM-CE Prova: UECE-CEV - 2025 - CBM-CE - Soldado |
Q3561006 Medicina
O cerebelo, que está localizado na fossa craniana posterior, entre o cérebro e o tronco encefálico, é dividido em três lobos: anterior, posterior e floculonodular. Estudos mostram que o cerebelo tenta manter uma homeostase, amortecendo as oscilações, tanto em processos motores quanto em processos cognitivos. Uma pessoa que tenha sofrido lesão no cerebelo, consequentemente, apresenta problemas de 
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Ano: 2025 Banca: UECE-CEV Órgão: CBM-CE Prova: UECE-CEV - 2025 - CBM-CE - Soldado |
Q3561005 Noções de Primeiros Socorros
Durante um resgate em residência incendiada, um bombeiro encontra uma vítima com pele avermelhada, áreas com bolhas e palpação dolorosa, além de regiões esbranquiçadas e insensíveis. Considerando os sinais clínicos do protocolo de Suporte Básico de Vida do SAMU e levando em conta os sinais típicos de tecidos afetados em diferentes camadas, é correto afirmar que essa queimadura é classificada como
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Ano: 2025 Banca: UECE-CEV Órgão: CBM-CE Prova: UECE-CEV - 2025 - CBM-CE - Soldado |
Q3561004 Noções de Primeiros Socorros
No atendimento a um acidente de colisão frontal de moto com carro, um bombeiro encontra o motociclista com sangramento no couro cabeludo, rebaixamento do nível de consciência, vômito em jato e anisocoria. A equipe isola a cervical e monitora sinais vitais. Considerando os protocolos do SAMU, assinale a opção que corresponde à correta descrição do quadro clínico evidenciado.
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Ano: 2025 Banca: UECE-CEV Órgão: CBM-CE Prova: UECE-CEV - 2025 - CBM-CE - Soldado |
Q3561003 Noções de Primeiros Socorros
Durante um resgate em zona rural, um bombeiro socorrista encontra um adolescente com ferimento profundo na região da coxa, com sangramento abundante e sinais de palidez. O bombeiro realiza a compressão direta com gaze limpa, no entanto, a gaze fica completamente encharcada. Diante desse contexto, como conduta imediata, o socorrista deve
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Ano: 2025 Banca: UECE-CEV Órgão: CBM-CE Prova: UECE-CEV - 2025 - CBM-CE - Soldado |
Q3561002 Química
Na química, as funções inorgânicas agrupam compostos que não apresentam átomos de carbono em cadeias. Existem quatro conjuntos básicos de substâncias inorgânicas: ácidos, bases, óxidos e sais. Com relação às funções inorgânicas, é correto afirmar que
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Ano: 2025 Banca: UECE-CEV Órgão: CBM-CE Prova: UECE-CEV - 2025 - CBM-CE - Soldado |
Q3561001 Química
Atente para o seguinte enunciado sobre gases ideais e assinale a opção cujos itens completam corretamente as lacunas: Os gases ideais são compostos exclusivamente por partículas de dimensões ________1 que se encontram em movimento ________ 2 e em alta velocidade. Nesse tipo de gás, a temperatura e a velocidade de ________3 das partículas são________4 . Uma vez que não há interação entre as partículas de um gás ideal, a energia ________ 5 desse gás é sempre igual à soma da energia ________6 de todas as partículas que o constituem.
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Ano: 2025 Banca: UECE-CEV Órgão: CBM-CE Prova: UECE-CEV - 2025 - CBM-CE - Soldado |
Q3560997 Química
As ligações químicas correspondem à união dos átomos dos elementos químicos para a formação das substâncias químicas. Com relação às ligações químicas, é correto afirmar que
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Ano: 2025 Banca: UECE-CEV Órgão: CBM-CE Prova: UECE-CEV - 2025 - CBM-CE - Soldado |
Q3560995 Química
A radioatividade é um fenômeno que resulta da emissão de energia por átomos, provocada em decorrência de uma desintegração, ou instabilidade, do núcleo de elementos químicos. Com relação à radioatividade, considere as seguintes afirmações:

I. Em transformações nucleares, o núcleo do átomo sofre alterações.
II. A radioatividade das partículas alfa, beta e das ondas gama são as mais comuns.
III. Quando um átomo instável emite uma partícula beta, aumenta-se o número atômico em uma unidade.
IV. Quando um átomo instável emite uma partícula alfa, diminui-se o número atômico em duas unidades.

É correto o que se afirma em
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UECE-CEV Órgão: CBM-CE Prova: UECE-CEV - 2025 - CBM-CE - Soldado |
Q3560994 Física
Durante um teste de eficiência, um laboratório avaliou o consumo energético de um ferro elétrico operando sob uma tensão constante de 220 V, com resistência elétrica ôhmica de 220 Ω. Esse ferro permaneceu ligado durante um minuto, funcionando com eficiência de 100% na conversão de energia elétrica em calor (efeito Joule). Considerando os dados fornecidos e o fato de que o calor gerado foi integralmente transferido para aquecer 0,2 kg de água à temperatura ambiente (25 °C) nas CNTP, é correto afirmar que o valor mais próximo da variação de temperatura da água, se considerarmos o calor específico da água igual a 4.200 J/kg °C, é 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: UECE-CEV Órgão: CBM-CE Prova: UECE-CEV - 2025 - CBM-CE - Soldado |
Q3560993 Física
Durante um experimento de criação de escalas termométricas, um estudante propôs uma nova escala T. Nessa escala, o ponto de fusão da água coincide com o ponto de fusão da água na escala Celsius, enquanto na escala T, o ponto de vaporização da água corresponde à metade do valor do ponto de vaporização da água na escala Fahrenheit. Sabendo que, na escala Fahrenheit, o ponto de vaporização da água é 212 °F, pode-se afirmar corretamente que a variação de temperatura na escala T correspondente a uma variação de 50 °C é
Alternativas
Respostas
641: B
642: A
643: D
644: A
645: B
646: C
647: B
648: B
649: D
650: B
651: D
652: B
653: B
654: A
655: B
656: C
657: D
658: D
659: E
660: C