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Q535703 Literatura
Caracterizam o estilo barroco, EXCETO:
Alternativas
Q535702 Literatura
A relação contexto histórico/estilo de época NÃO está correta em:
Alternativas
Q535701 Literatura
Ilustram corretamente o Modernismo brasileiro, os grandes autores e suas respectivas obras, EXCETO:
Alternativas
Q535700 Português

TELEFONE, UM INIMIGO NECESSÁRIO 

Anna Veronica Mautner

    Na vida nossa de cada dia, muitos tornam o número de telefone acessível, nem sempre com disposição para atender as exigências que disso decorrem. Existe aí uma responsabilidade em relação ao "outro". Se eu dou meu número para alguém, estou anunciando que sou acessível.

    No tempo em que existia lista telefônica, isso poderia ser discutível, pois os números ficavam públicos de certa forma, por lei. Mas, hoje, meu número de celular não está em lista oficial nenhuma, só é acessível se eu der. A partir daí, torno-me responsável por atendê-lo. O processo funciona em mão dupla. Quando ligo para alguém, imagino que vá me atender - senão, por que teria me dado seu número?

    A relação com a telefonia é uma escolha pessoal. Há quem ama falar, há quem é lacônico. Seja como for, tornar-se acessível significa perder graus de liberdade e, ao mesmo tempo, ganhar em acessibilidade. 

    O telefone me torna pública, mas também pode preservar minha privacidade. Para me garantir e me defender, posso usar a secretária eletrônica ou o bina, aliás, inventado e patenteado por um brasileiro. 

    Tudo isso é muito recente. Há cinquenta anos, o telefone era uma raridade reservada para pessoas da classe A. A linha era comprada a preço de ouro. Muitas lojas não tinham mais do que um aparelho - muitas vezes com cadeado; outras, com cadeado só das 13h às 15h, quando ilegalmente recebiam o resultado do jogo do bicho - não disponível para fregueses.

    E, então, um dia, privatizaram a companhia telefônica, e a cidade foi inundada por telefones. Logo depois chegaram os celulares, que invadiram definitivamente nossa vida. 

     Tudo isso transformou as relações interpessoais de maneira avassaladora. Não atender o celular pode ser visto quase como um estelionato. Você está privando o outro do acesso a você - que você prometeu quando deu o número.

    O celular foi uma revolução tão grande quanto a difusão do telefone fixo. Se ligo para o fixo de alguém que não me atende, só sei que a pessoa não está lá. Mas, com o celular, temos que aprender a mentir melhor. Vamos desenvolvendo jeitinhos. Se fulano não me atende, ligo de um número que ele não conhece e descubro se não está lá ou se não quer me atender. Inventamos o bina e depois inventamos jeitinhos para driblá-lo.

     A barreira da invisibilidade ainda não foi vencida. Se é meu amigo ou meu inimigo, não sou capaz de distinguir antes de atender e ouvir a voz. Só depois de atender, o enigma se desfaz. Uma educação para o uso do telefone se faz cada dia mais necessária. 

Folha de São Paulo, 05 fev.2013

VOCABULÁRIO

Lacônico: breve, conciso.

A posição do pronome oblíquo é facultativa em
Alternativas
Q535699 Português

TELEFONE, UM INIMIGO NECESSÁRIO 

Anna Veronica Mautner

    Na vida nossa de cada dia, muitos tornam o número de telefone acessível, nem sempre com disposição para atender as exigências que disso decorrem. Existe aí uma responsabilidade em relação ao "outro". Se eu dou meu número para alguém, estou anunciando que sou acessível.

    No tempo em que existia lista telefônica, isso poderia ser discutível, pois os números ficavam públicos de certa forma, por lei. Mas, hoje, meu número de celular não está em lista oficial nenhuma, só é acessível se eu der. A partir daí, torno-me responsável por atendê-lo. O processo funciona em mão dupla. Quando ligo para alguém, imagino que vá me atender - senão, por que teria me dado seu número?

    A relação com a telefonia é uma escolha pessoal. Há quem ama falar, há quem é lacônico. Seja como for, tornar-se acessível significa perder graus de liberdade e, ao mesmo tempo, ganhar em acessibilidade. 

    O telefone me torna pública, mas também pode preservar minha privacidade. Para me garantir e me defender, posso usar a secretária eletrônica ou o bina, aliás, inventado e patenteado por um brasileiro. 

    Tudo isso é muito recente. Há cinquenta anos, o telefone era uma raridade reservada para pessoas da classe A. A linha era comprada a preço de ouro. Muitas lojas não tinham mais do que um aparelho - muitas vezes com cadeado; outras, com cadeado só das 13h às 15h, quando ilegalmente recebiam o resultado do jogo do bicho - não disponível para fregueses.

    E, então, um dia, privatizaram a companhia telefônica, e a cidade foi inundada por telefones. Logo depois chegaram os celulares, que invadiram definitivamente nossa vida. 

     Tudo isso transformou as relações interpessoais de maneira avassaladora. Não atender o celular pode ser visto quase como um estelionato. Você está privando o outro do acesso a você - que você prometeu quando deu o número.

    O celular foi uma revolução tão grande quanto a difusão do telefone fixo. Se ligo para o fixo de alguém que não me atende, só sei que a pessoa não está lá. Mas, com o celular, temos que aprender a mentir melhor. Vamos desenvolvendo jeitinhos. Se fulano não me atende, ligo de um número que ele não conhece e descubro se não está lá ou se não quer me atender. Inventamos o bina e depois inventamos jeitinhos para driblá-lo.

     A barreira da invisibilidade ainda não foi vencida. Se é meu amigo ou meu inimigo, não sou capaz de distinguir antes de atender e ouvir a voz. Só depois de atender, o enigma se desfaz. Uma educação para o uso do telefone se faz cada dia mais necessária. 

Folha de São Paulo, 05 fev.2013

VOCABULÁRIO

Lacônico: breve, conciso.

Em “No tempo em que existia lista telefônica, isso poderia ser discutível, pois os números ficavam públicos de certa forma, por lei.”, o verbo destacado está flexionado no
Alternativas
Q535698 Português

TELEFONE, UM INIMIGO NECESSÁRIO 

Anna Veronica Mautner

    Na vida nossa de cada dia, muitos tornam o número de telefone acessível, nem sempre com disposição para atender as exigências que disso decorrem. Existe aí uma responsabilidade em relação ao "outro". Se eu dou meu número para alguém, estou anunciando que sou acessível.

    No tempo em que existia lista telefônica, isso poderia ser discutível, pois os números ficavam públicos de certa forma, por lei. Mas, hoje, meu número de celular não está em lista oficial nenhuma, só é acessível se eu der. A partir daí, torno-me responsável por atendê-lo. O processo funciona em mão dupla. Quando ligo para alguém, imagino que vá me atender - senão, por que teria me dado seu número?

    A relação com a telefonia é uma escolha pessoal. Há quem ama falar, há quem é lacônico. Seja como for, tornar-se acessível significa perder graus de liberdade e, ao mesmo tempo, ganhar em acessibilidade. 

    O telefone me torna pública, mas também pode preservar minha privacidade. Para me garantir e me defender, posso usar a secretária eletrônica ou o bina, aliás, inventado e patenteado por um brasileiro. 

    Tudo isso é muito recente. Há cinquenta anos, o telefone era uma raridade reservada para pessoas da classe A. A linha era comprada a preço de ouro. Muitas lojas não tinham mais do que um aparelho - muitas vezes com cadeado; outras, com cadeado só das 13h às 15h, quando ilegalmente recebiam o resultado do jogo do bicho - não disponível para fregueses.

    E, então, um dia, privatizaram a companhia telefônica, e a cidade foi inundada por telefones. Logo depois chegaram os celulares, que invadiram definitivamente nossa vida. 

     Tudo isso transformou as relações interpessoais de maneira avassaladora. Não atender o celular pode ser visto quase como um estelionato. Você está privando o outro do acesso a você - que você prometeu quando deu o número.

    O celular foi uma revolução tão grande quanto a difusão do telefone fixo. Se ligo para o fixo de alguém que não me atende, só sei que a pessoa não está lá. Mas, com o celular, temos que aprender a mentir melhor. Vamos desenvolvendo jeitinhos. Se fulano não me atende, ligo de um número que ele não conhece e descubro se não está lá ou se não quer me atender. Inventamos o bina e depois inventamos jeitinhos para driblá-lo.

     A barreira da invisibilidade ainda não foi vencida. Se é meu amigo ou meu inimigo, não sou capaz de distinguir antes de atender e ouvir a voz. Só depois de atender, o enigma se desfaz. Uma educação para o uso do telefone se faz cada dia mais necessária. 

Folha de São Paulo, 05 fev.2013

VOCABULÁRIO

Lacônico: breve, conciso.

Todas as palavras destacadas abaixo têm natureza adverbial, EXCETO:
Alternativas
Q535697 Português

TELEFONE, UM INIMIGO NECESSÁRIO 

Anna Veronica Mautner

    Na vida nossa de cada dia, muitos tornam o número de telefone acessível, nem sempre com disposição para atender as exigências que disso decorrem. Existe aí uma responsabilidade em relação ao "outro". Se eu dou meu número para alguém, estou anunciando que sou acessível.

    No tempo em que existia lista telefônica, isso poderia ser discutível, pois os números ficavam públicos de certa forma, por lei. Mas, hoje, meu número de celular não está em lista oficial nenhuma, só é acessível se eu der. A partir daí, torno-me responsável por atendê-lo. O processo funciona em mão dupla. Quando ligo para alguém, imagino que vá me atender - senão, por que teria me dado seu número?

    A relação com a telefonia é uma escolha pessoal. Há quem ama falar, há quem é lacônico. Seja como for, tornar-se acessível significa perder graus de liberdade e, ao mesmo tempo, ganhar em acessibilidade. 

    O telefone me torna pública, mas também pode preservar minha privacidade. Para me garantir e me defender, posso usar a secretária eletrônica ou o bina, aliás, inventado e patenteado por um brasileiro. 

    Tudo isso é muito recente. Há cinquenta anos, o telefone era uma raridade reservada para pessoas da classe A. A linha era comprada a preço de ouro. Muitas lojas não tinham mais do que um aparelho - muitas vezes com cadeado; outras, com cadeado só das 13h às 15h, quando ilegalmente recebiam o resultado do jogo do bicho - não disponível para fregueses.

    E, então, um dia, privatizaram a companhia telefônica, e a cidade foi inundada por telefones. Logo depois chegaram os celulares, que invadiram definitivamente nossa vida. 

     Tudo isso transformou as relações interpessoais de maneira avassaladora. Não atender o celular pode ser visto quase como um estelionato. Você está privando o outro do acesso a você - que você prometeu quando deu o número.

    O celular foi uma revolução tão grande quanto a difusão do telefone fixo. Se ligo para o fixo de alguém que não me atende, só sei que a pessoa não está lá. Mas, com o celular, temos que aprender a mentir melhor. Vamos desenvolvendo jeitinhos. Se fulano não me atende, ligo de um número que ele não conhece e descubro se não está lá ou se não quer me atender. Inventamos o bina e depois inventamos jeitinhos para driblá-lo.

     A barreira da invisibilidade ainda não foi vencida. Se é meu amigo ou meu inimigo, não sou capaz de distinguir antes de atender e ouvir a voz. Só depois de atender, o enigma se desfaz. Uma educação para o uso do telefone se faz cada dia mais necessária. 

Folha de São Paulo, 05 fev.2013

VOCABULÁRIO

Lacônico: breve, conciso.

Todas as palavras em destaque estão corretamente interpretadas entre parênteses, EXCETO:
Alternativas
Q535696 Português

TELEFONE, UM INIMIGO NECESSÁRIO 

Anna Veronica Mautner

    Na vida nossa de cada dia, muitos tornam o número de telefone acessível, nem sempre com disposição para atender as exigências que disso decorrem. Existe aí uma responsabilidade em relação ao "outro". Se eu dou meu número para alguém, estou anunciando que sou acessível.

    No tempo em que existia lista telefônica, isso poderia ser discutível, pois os números ficavam públicos de certa forma, por lei. Mas, hoje, meu número de celular não está em lista oficial nenhuma, só é acessível se eu der. A partir daí, torno-me responsável por atendê-lo. O processo funciona em mão dupla. Quando ligo para alguém, imagino que vá me atender - senão, por que teria me dado seu número?

    A relação com a telefonia é uma escolha pessoal. Há quem ama falar, há quem é lacônico. Seja como for, tornar-se acessível significa perder graus de liberdade e, ao mesmo tempo, ganhar em acessibilidade. 

    O telefone me torna pública, mas também pode preservar minha privacidade. Para me garantir e me defender, posso usar a secretária eletrônica ou o bina, aliás, inventado e patenteado por um brasileiro. 

    Tudo isso é muito recente. Há cinquenta anos, o telefone era uma raridade reservada para pessoas da classe A. A linha era comprada a preço de ouro. Muitas lojas não tinham mais do que um aparelho - muitas vezes com cadeado; outras, com cadeado só das 13h às 15h, quando ilegalmente recebiam o resultado do jogo do bicho - não disponível para fregueses.

    E, então, um dia, privatizaram a companhia telefônica, e a cidade foi inundada por telefones. Logo depois chegaram os celulares, que invadiram definitivamente nossa vida. 

     Tudo isso transformou as relações interpessoais de maneira avassaladora. Não atender o celular pode ser visto quase como um estelionato. Você está privando o outro do acesso a você - que você prometeu quando deu o número.

    O celular foi uma revolução tão grande quanto a difusão do telefone fixo. Se ligo para o fixo de alguém que não me atende, só sei que a pessoa não está lá. Mas, com o celular, temos que aprender a mentir melhor. Vamos desenvolvendo jeitinhos. Se fulano não me atende, ligo de um número que ele não conhece e descubro se não está lá ou se não quer me atender. Inventamos o bina e depois inventamos jeitinhos para driblá-lo.

     A barreira da invisibilidade ainda não foi vencida. Se é meu amigo ou meu inimigo, não sou capaz de distinguir antes de atender e ouvir a voz. Só depois de atender, o enigma se desfaz. Uma educação para o uso do telefone se faz cada dia mais necessária. 

Folha de São Paulo, 05 fev.2013

VOCABULÁRIO

Lacônico: breve, conciso.

Com base numa leitura global do texto, é possível fazer as seguintes afirmações, EXCETO:
Alternativas
Q468017 Espanhol
Lee la siguiente crónica del escritor argentino Roberto Arlt y resuelve las cuestiones

                                    El origen de algunas palabras de nuestro léxico popular

      Ensalzaré con esmero el benemérito “fiacún”. Yo, cronista meditabundo y aburrido, dedicaré todas mis energías a hacer el elogio del “fiacún”, a establecer el origen de la “fiaca”, y a dejar determinados de modo matemático y preciso los alcances del término […] No hay porteño, desde la Boca a Núñez, y desde Núñez a Corrales, que no haya dicho alguna vez:
      - Hoy estoy con “fiaca”.
      O que se haya sentado en el escritorio de su oficina y mirando al jefe, no dijera:
      - ¡Tengo una “fiaca”!
      […]
      De ello deducirán seguramente mis asiduos y entusiastas lectores que la “fiaca” expresa la intención de “tirarse a muerto”, pero ello es un grave error.
      Confundir la “fiaca” con el acto de tirarse a muerto es lo mismo que confundir un asno con una cebra o un burro con un caballo. Exactamente lo mismo.
      […]
      Y, hoy, el “fiacún” es el hombre que momentáneamente no tiene ganas de trabajar […]
      Aclaración. No debe confundirse este término con el de “tirarse a muerto”, pues tirarse a muerto supone premeditación de no hacer algo, mientras que la “fiaca” excluye toda premeditación, elemento constituyente de la alevosía según los juristas. De modo que el “fiacún” al negarse a trabajar no obra con premeditación, sino instintivamente, lo cual lo hace digno de todo respeto.


                                                            ARLT, Roberto. Aguafuertes porteñas. Buenos Aires: E. Santiago Rueda Editor, 2005, p. 47-49. (Fragmento)


Según el narrador, la diferencia entre fiacún y tirarse a muerto es que
Alternativas
Q468016 Espanhol
Lee la siguiente crónica del escritor argentino Roberto Arlt y resuelve las cuestiones

                                    El origen de algunas palabras de nuestro léxico popular

      Ensalzaré con esmero el benemérito “fiacún”. Yo, cronista meditabundo y aburrido, dedicaré todas mis energías a hacer el elogio del “fiacún”, a establecer el origen de la “fiaca”, y a dejar determinados de modo matemático y preciso los alcances del término […] No hay porteño, desde la Boca a Núñez, y desde Núñez a Corrales, que no haya dicho alguna vez:
      - Hoy estoy con “fiaca”.
      O que se haya sentado en el escritorio de su oficina y mirando al jefe, no dijera:
      - ¡Tengo una “fiaca”!
      […]
      De ello deducirán seguramente mis asiduos y entusiastas lectores que la “fiaca” expresa la intención de “tirarse a muerto”, pero ello es un grave error.
      Confundir la “fiaca” con el acto de tirarse a muerto es lo mismo que confundir un asno con una cebra o un burro con un caballo. Exactamente lo mismo.
      […]
      Y, hoy, el “fiacún” es el hombre que momentáneamente no tiene ganas de trabajar […]
      Aclaración. No debe confundirse este término con el de “tirarse a muerto”, pues tirarse a muerto supone premeditación de no hacer algo, mientras que la “fiaca” excluye toda premeditación, elemento constituyente de la alevosía según los juristas. De modo que el “fiacún” al negarse a trabajar no obra con premeditación, sino instintivamente, lo cual lo hace digno de todo respeto.


                                                            ARLT, Roberto. Aguafuertes porteñas. Buenos Aires: E. Santiago Rueda Editor, 2005, p. 47-49. (Fragmento)


De acuerdo a la crónica, fiaca es lo mismo que
Alternativas
Q468015 Espanhol
Analiza la siguiente tira y resuelve las cuestiones

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De acuerdo a la tira, se nota que chatear significa
Alternativas
Q468014 Espanhol
Analiza la siguiente tira y resuelve las cuestiones

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La ironía de la tira está en el hecho de que el funcionario
Alternativas
Q468013 Espanhol
Analiza la siguiente tira y resuelve las cuestiones

imagem-001.jpg


De acuerdo a la tira, la definición CORRECTA para oficina es:
Alternativas
Q400683 Inglês
Michael Jackson went 60 days without real sleep

Michael Jackson died while preparing to set a world record for the most successful concert run ever, but he unknowingly set another record that led to his death.

Jackson may be the only human ever to go two months without REM - Rapid Eye Movement - sleep, which is vital to keep the brain and body alive. The 60 nights of propofol infusions Dr. Conrad Murray said he gave Jackson to treat his insomnia is something a sleep expert says no one had ever undergone.

“The symptoms that Mr. Jackson was exhibiting were consistent with what someone might expect to see of someone suffering from total sleep deprivation over a chronic period,” Dr. Charles Czeisler, a Harvard Medical School sleep expert, testified Friday at the wrongful-death trial of concert promoter AEG Live, company that hired Dr. Conrad Murray as Jackson's personal physician.
Propofol disrupts the normal sleep cycle and offers no REM sleep, yet it leaves a patient feeling refreshed as if they had experienced genuine sleep, according to Czeisler.
If the singer had not died on June 25, 2009, of an overdose of the surgical anesthetic, the lack of REM sleep may have soon taken his life anyway, according Czeisler's testimony Friday.


A tradução CORRETA para a frase do texto “Jackson died while preparing to set a world record for the most successful concert run ever” é:
Alternativas
Q400682 Inglês
Michael Jackson went 60 days without real sleep

Michael Jackson died while preparing to set a world record for the most successful concert run ever, but he unknowingly set another record that led to his death.

Jackson may be the only human ever to go two months without REM - Rapid Eye Movement - sleep, which is vital to keep the brain and body alive. The 60 nights of propofol infusions Dr. Conrad Murray said he gave Jackson to treat his insomnia is something a sleep expert says no one had ever undergone.

“The symptoms that Mr. Jackson was exhibiting were consistent with what someone might expect to see of someone suffering from total sleep deprivation over a chronic period,” Dr. Charles Czeisler, a Harvard Medical School sleep expert, testified Friday at the wrongful-death trial of concert promoter AEG Live, company that hired Dr. Conrad Murray as Jackson's personal physician.
Propofol disrupts the normal sleep cycle and offers no REM sleep, yet it leaves a patient feeling refreshed as if they had experienced genuine sleep, according to Czeisler.
If the singer had not died on June 25, 2009, of an overdose of the surgical anesthetic, the lack of REM sleep may have soon taken his life anyway, according Czeisler's testimony Friday.


A expressão “deprivation" utilizada no texto pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Q400681 Inglês
Michael Jackson went 60 days without real sleep

Michael Jackson died while preparing to set a world record for the most successful concert run ever, but he unknowingly set another record that led to his death.

Jackson may be the only human ever to go two months without REM - Rapid Eye Movement - sleep, which is vital to keep the brain and body alive. The 60 nights of propofol infusions Dr. Conrad Murray said he gave Jackson to treat his insomnia is something a sleep expert says no one had ever undergone.

“The symptoms that Mr. Jackson was exhibiting were consistent with what someone might expect to see of someone suffering from total sleep deprivation over a chronic period,” Dr. Charles Czeisler, a Harvard Medical School sleep expert, testified Friday at the wrongful-death trial of concert promoter AEG Live, company that hired Dr. Conrad Murray as Jackson's personal physician.
Propofol disrupts the normal sleep cycle and offers no REM sleep, yet it leaves a patient feeling refreshed as if they had experienced genuine sleep, according to Czeisler.
If the singer had not died on June 25, 2009, of an overdose of the surgical anesthetic, the lack of REM sleep may have soon taken his life anyway, according Czeisler's testimony Friday.


Na frase do texto “Propofol disrupts the normal sleep cycle and offers no REM sleep, yet it leaves a patient feeling refreshed”, a expressão “yet” poderia ser substituída por, EXCETO:
Alternativas
Q400680 Inglês
Michael Jackson went 60 days without real sleep

Michael Jackson died while preparing to set a world record for the most successful concert run ever, but he unknowingly set another record that led to his death.

Jackson may be the only human ever to go two months without REM - Rapid Eye Movement - sleep, which is vital to keep the brain and body alive. The 60 nights of propofol infusions Dr. Conrad Murray said he gave Jackson to treat his insomnia is something a sleep expert says no one had ever undergone.

“The symptoms that Mr. Jackson was exhibiting were consistent with what someone might expect to see of someone suffering from total sleep deprivation over a chronic period,” Dr. Charles Czeisler, a Harvard Medical School sleep expert, testified Friday at the wrongful-death trial of concert promoter AEG Live, company that hired Dr. Conrad Murray as Jackson's personal physician.
Propofol disrupts the normal sleep cycle and offers no REM sleep, yet it leaves a patient feeling refreshed as if they had experienced genuine sleep, according to Czeisler.
If the singer had not died on June 25, 2009, of an overdose of the surgical anesthetic, the lack of REM sleep may have soon taken his life anyway, according Czeisler's testimony Friday.


De acordo com o texto, analisar a sentença abaixo:

Jackson morreria certamente devido à falta de sono REM (1ª parte). De acordo com o Dr. Conrad Murray, o tratamento com injeções de propofol já havia sido usado/administrado em humanos e, por isso, foi recomendado a Michael Jackson (2ª parte).

A sentença está:
Alternativas
Q400679 Noções de Informática
Em relação à utilização do aplicativo para edição de textos Microsoft Office Word 2007, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) As tabulações são usadas com frequência para criar documentos em formatos fáceis de usar. É possível definir tabulações rapidamente clicando no seletor de tabulação na extremidade esquerda da régua até que ela exiba o tipo de tabulação que se deseja. Em seguida, deve-se clicar na régua no local desejado.

( ) É possível usar a ferramenta Pincel para aplicar formatação de texto e algumas formatações básicas de gráfico, como bordas e preenchimentos. Seu uso pode copiar inclusive a fonte e o tamanho da fonte no texto do WordArt.

( ) Os cabeçalhos e os rodapés são áreas situadas nas margens superior, inferior e lateral de cada página de um documento. É possível inserir ou alterar textos ou gráficos em cabeçalhos e em rodapés. Por exemplo, é possível adicionar números de página, hora e data, logomarca de empresa, título do documento ou nome do arquivo ou do autor.

( ) No Microsoft Office Word 2007, é possível inserir uma tabela escolhendo a partir de uma seleção de tabelas pré-formatadas ou selecionar o número de linhas e de colunas que se deseja. É possível inserir uma tabela em um documento ou inserir uma tabela em outra tabela para criar uma mais complexa.
Alternativas
Q400678 Noções de Informática
Para aproveitar com segurança as inúmeras possibilidades de uso da Internet, é importante que alguns cuidados sejam tomados. Devido ao uso de navegadores Web na maioria das ações realizadas na Internet, é necessário saber reconhecer os tipos de conexões existentes e verificar a confiabilidade dos certificados digitais antes de aceitá-los. Sobre os cuidados que devem ser tomados pelos usuários ao utilizar a Internet, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q400677 Noções de Informática
Sobre os hardwares e os softwares do computador, analisar os itens abaixo:

I - Software é toda parte lógica do computador. Existem softwares básicos (do fabricante), softwares utilitários (de apoio) e softwares aplicativos (do usuário). O software básico é orientado para a máquina e torna possível a operação e a própria programação do computador. Seus programas destinam-se a realizar tarefas básicas, como: acionar periféricos, gerenciar buffers, mapear memória, manter o relógio e a data etc. Um exemplo de software básico é o sistema operacional.

II - Os circuitos de memória ROM somente permitem leitura, mas perdem o conteúdo quando são desligados. Além disso, as memórias ROM são mais rápidas do que as memórias RAM. A memória RAM é lenta, permite a leitura e a escrita, mas, em compensação, o seu conteúdo não é perdido sempre que é desligada.

III - É na memória RAM que o processador carrega o sistema operacional, os programas e os documentos que estejam abertos para serem processados. Dessa forma, o processador acessa a memória RAM praticamente o tempo todo.

IV - O processador é um dos componentes mais importantes de um computador. É o responsável por executar as instruções que formam os programas. A velocidade de processamento das instruções que formam os programas é inversamente proporcional à execução dos programas.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Respostas
4701: B
4702: A
4703: D
4704: C
4705: B
4706: D
4707: D
4708: A
4709: C
4710: A
4711: B
4712: A
4713: D
4714: A
4715: C
4716: D
4717: D
4718: A
4719: C
4720: B