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Questões Discursivas

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Q4188156 Teologia
Papa Paulo VI, em Marialis Cultus, 35, afirma: “A Virgem Maria foi proposta pela Igreja sempre como modelo a ser imitado, não precisamente pelo tipo de vida que levou, e menos ainda pelo ambiente sociocultural em que se desenvolveu, hoje superado quase por toda parte, mas porque, na sua condição concreta de vida, aderiu total e responsavelmente à vontade de Deus”. A afirmação de Paulo VI destaca Maria como modelo de fé e adesão à vontade de Deus. Essa perspectiva está profundamente enraizada na tradição dogmática da Igreja, especialmente na definição de Maria como Theotókos no Concílio de Éfeso.

Considerando essa relação entre o Magistério e a definição dogmática, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4188155 Teologia
O Círio de Nazaré, realizado anualmente em Belém, no Estado do Pará, expressa a devoção do povo a Nossa Senhora de Nazaré, cuja referência remete diretamente à figura histórica de Maria de Nazaré, tal como apresentada nas Sagradas Escrituras. Nos Evangelhos, Maria aparece como a Virgem do anúncio (Lc 1, 26-38), aquela que acredita na Palavra (Lc 1, 45), a discípula fiel que acompanha o mistério de Cristo (Jo 2, 1-12). Entretanto, a fé da Igreja, ao longo da Tradição, desenvolveu a compreensão de Maria culminando na definição dogmática de sua assunção ao céu, o que levanta a seguinte questão: como articular corretamente os dados bíblicos com o desenvolvimento doutrinal?

À luz da Teologia católica, qual alternativa expressa corretamente a relação entre a figura bíblica de Maria de Nazaré e a doutrina da Assunção de Maria, conforme a Tradição e o desenvolvimento dogmático da Igreja? 
Alternativas
Q4188154 Teologia
No século XX, a herança teológica do Concílio de Constantinopla I e da contribuição dos Padres Capadócios foi retomada e aprofundada por autores e documentos magisteriais, o que contribuiu significativamente para uma Pneumatologia mais explícita e aprofundada.

Segundo essa afirmação, assinale a alternativa que expressa corretamente o pensamento da Teologia capadócia na Pneumatologia contemporânea.
Alternativas
Q4188153 Teologia
No contexto das controvérsias trinitárias do século IV, os Padres Capadócios, especialmente Basílio de Cesareia, Gregório de Nazianzo e Gregório de Nissa, desempenharam papel decisivo na formulação conceitual da doutrina trinitária, especialmente no que tange aos conceitos de ousia e hypóstasis. Essa contribuição teve impactos no Concílio de Constantinopla I e na doutrina nicena.

Com relação a essa contribuição, é correto afirmar que
Alternativas
Q4188152 História
No século XVI, o monge agostiniano Martinho Lutero desencadeou um intenso debate teológico sobre a justificação. Sua interpretação de textos paulinos como Romanos 3,28 (“O homem é justificado pela fé, sem as obras da lei”) levou a uma ruptura com a doutrina tradicional da Igreja.

Considerando as contribuições de Santo Agostinho e a definição dogmática do Concílio de Trento, é correto afirmar que, em oposição à tese de Lutero, para a doutrina católica, a justificação
Alternativas
Q4188151 Teologia
Um grupo de fiéis, em uma comunidade paroquial, passa a defender que a Sagrada Escritura deve ser interpretada exclusivamente de forma individual, sem a necessidade da Tradição da Igreja ou da autoridade do Magistério. Argumentam que “a Bíblia é suficiente por si mesma”, e que qualquer mediação eclesial comprometeria a liberdade do fiel diante da Palavra de Deus. Diante disso, o pároco decide propor um estudo com base na Dei Verbum, buscando esclarecer a correta relação entre Escritura, Tradição e Magistério, bem como os critérios autênticos de interpretação bíblica.

À luz da Constituição Dogmática Dei Verbum, assinale a alternativa que refuta a posição defendida pelo grupo mais completo e teologicamente adequado. 
Alternativas
Q4188147 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


As dificuldades para lidar com o que o destino nos traz


    Não é trivial analisar, ao menos a meus olhos míopes, a complexidade do mundo de hoje, e, menos ainda, ter claro como deveríamos lidar com o que há, e com o que o destino nos traz. Uma provocação interessante seria explorar eventuais conexões entre “fato” (aquilo que foi feito), “fado” (destino, aquilo que foi dito, postulado por alguma transcendência) e “fatalidade”, um acontecimento vivido como destino.

    Quando sentimos a serenidade abalada, vem à memória o torturado solilóquio* de Hamlet: o dilema entre sofrer passivamente as flechas da fortuna**, ou postar-se contra o mar de aflições. O célebre trecho não refletiria uma opção entre coragem e covardia, mas entre duas atitudes diante da fatalidade. Hamlet sabe que “o mar” não pode ser derrotado e hesita, não porque teme agir, mas porque sabe que sua ação não resolverá o mundo. A pergunta dele talvez não seja “o que se deve escolher?”, mas “como viver com o que não escolhemos?”.

    Para os estoicos, o destino não é capricho dos deuses, mas uma necessidade racional do cosmos. A ética consistiria em viver de acordo com a natureza, aceitar o que não depende de nós e agir virtuosamente no que depende. O estoico não se queixa, rejeita o ressentimento e mantém a dignidade sem ilusões; o mundo seria, no fundo, compreensível, e a serenidade, possível.

    Uma terceira via, que seguiria sem rebelar-se ao fado, nem tentar sua “domesticação” via razão, seria a adotada por Nietzsche: o “amor fati”, literalmente “amor ao destino”, amor ao mundo como é, sem buscar desculpas. Em Ecce Homo, ele afirma: “Minha receita para a grandeza do ser humano (amor fati) é não querer nada diferente, nem para frente, nem para trás, por toda a eternidade. Não apenas suportar o necessário, ou justificá-lo, mas amá-lo”. Assumir o destino como fato, e responder por ele, sem a resignação estoica, nem a hesitação hamletiana. Não se questiona se o mundo é justo, racional ou digno; pergunta-se apenas se somos capazes de afirmá-lo. Amor fati – amar o destino – seria a recusa radical ao álibi. Não cabe dizer “tudo acontece por alguma razão”, mas sim afirmar “isto aconteceu – e eu o assumo”. Amar o destino é tratar o fado como se fato fosse, não no sentido de tê-lo causado, mas em responder por ele.

    Amenizando, haveria talvez ainda outra resposta, bem menos rebuscada e muito mais conhecida, que veio de um conjunto musical nos anos 70. Ela nos tranquiliza lembrando-nos que, quando estamos em tempos de tribulação, “… a mãe Maria vem a mim e me diz, com palavras de sabedoria, ‘deixa estar’”… Let it be!


(Demi Getschko, “As dificuldades para lidar com o que o destino nos traz”, O Estado de S.Paulo. Disponível em: https://www.estadao.com.br/ economia/demi-getschko/as-dificuldades-para-lidar-como-que-o-destino-nos-traz/. Adaptado)


*Solilóquio: monólogo.

**Fortuna: destino, fado.



Assinale a alternativa em que o termo em destaque tem equivalência morfossintática ao destacado na passagem “… vem à memória o torturado solilóquio de Hamlet…” (2° parágrafo).
Alternativas
Q4188144 Português
Leia o poema a seguir para responder à questão:


Atávica


Minha mãe me dava o peito e eu escutava,

o ouvido colado à fonte dos seus suspiros:

“Ó meu Deus, meu Jesus, misericórdia.”

Comia leite e culpa de estar alegre quando fico.

Se ficasse na roça ia ser carpideira, puxadeira de terço,

cantadeira, o que na vida é beleza sem esfuziamentos,

as tristezas maravilhosas.

Mas eu vim pra cidade fazer versos tão tristes

que dão gosto, meu Jesus misericórdia.

Por prazer da tristeza eu vivo alegre.


(Adélia Prado, Reunião de poesia)
Assinale a alternativa em que a reescrita de informações do texto atende à norma-padrão de pontuação e de acento indicativo de crase.
Alternativas
Q4188143 Português
Leia o poema a seguir para responder à questão:


Atávica


Minha mãe me dava o peito e eu escutava,

o ouvido colado à fonte dos seus suspiros:

“Ó meu Deus, meu Jesus, misericórdia.”

Comia leite e culpa de estar alegre quando fico.

Se ficasse na roça ia ser carpideira, puxadeira de terço,

cantadeira, o que na vida é beleza sem esfuziamentos,

as tristezas maravilhosas.

Mas eu vim pra cidade fazer versos tão tristes

que dão gosto, meu Jesus misericórdia.

Por prazer da tristeza eu vivo alegre.


(Adélia Prado, Reunião de poesia)
O poema é marcado por combinações de palavras caracterizadas por
Alternativas
Q4188142 Português
Leia o poema a seguir para responder à questão:


Atávica


Minha mãe me dava o peito e eu escutava,

o ouvido colado à fonte dos seus suspiros:

“Ó meu Deus, meu Jesus, misericórdia.”

Comia leite e culpa de estar alegre quando fico.

Se ficasse na roça ia ser carpideira, puxadeira de terço,

cantadeira, o que na vida é beleza sem esfuziamentos,

as tristezas maravilhosas.

Mas eu vim pra cidade fazer versos tão tristes

que dão gosto, meu Jesus misericórdia.

Por prazer da tristeza eu vivo alegre.


(Adélia Prado, Reunião de poesia)
Os elementos textuais do poema permitem deduzir que o eu lírico exprime
Alternativas
Q4188141 Português
Leia a tira a seguir para responder à questão:

Q10_11.png (673×204)

(Jim Davis, Garfield em grande forma)
Assinale a alternativa em que, em conformidade com a norma-padrão e o sentido original do texto, o verbo e os recursos coesivos de referenciação dão continuidade à frase, com clareza e coerência.

Levei o Garfield ao veterinário para que…
Alternativas
Q4188140 Português
Leia a tira a seguir para responder à questão:

Q10_11.png (673×204)

(Jim Davis, Garfield em grande forma)
O diálogo entre os personagens Jon (o tutor do gato Garfield) e seu amigo Lyman leva a deduzir que o efeito de sentido de humor na tira se deve
Alternativas
Q4188139 Português
Para responder à questão, leia o texto do imperador Marco Aurélio (121 – 180 d.C.) a seguir:


    O próprio Hipócrates, que curou muitas doenças, caiu doente e morreu. Os caldeus* previram as mortes de multidões e, ao final, o destino também ceifou suas vidas. Alexandre Pompeu e Caio César, que destruíram muitas cidades e tiraram a vida de milhares de soldados de cavalaria e infantaria no campo de batalha, também um dia deixaram esta vida. Heráclito, que muito especulou sobre a conflagração do mundo, morreu engolido pela água e coberto de estrume de gado. Demócrito foi destruído por vermes; Sócrates foi morto por outro tipo de verme. Por que tudo isso?

    Embarcaste, empreendeste tua viagem e atracaste no ancoradouro. Desembarca. Se for em outra vida, lá também haverá um Deus; se for no meio do nada, ao menos não haverá mais dores e prazeres e não serás mais escravo de um corpo tão vil quanto seu escravo. A alma é, pois, inteligência e divindade, mas o corpo, pó e corrupção.

(Marco Aurélio, Meditações. Adaptado)


*Caldeus: habitantes da Caldeia, país na antiga Mesopotâmia.
Na relação de subordinação entre orações, uma oração (ou mais de uma) exerce uma função sintática de outra, dita principal.

A partir dessa informação, assinale a alternativa em que uma oração exerce função sintática de outra.
Alternativas
Q4188138 Português
Para responder à questão, leia o texto do imperador Marco Aurélio (121 – 180 d.C.) a seguir:


    O próprio Hipócrates, que curou muitas doenças, caiu doente e morreu. Os caldeus* previram as mortes de multidões e, ao final, o destino também ceifou suas vidas. Alexandre Pompeu e Caio César, que destruíram muitas cidades e tiraram a vida de milhares de soldados de cavalaria e infantaria no campo de batalha, também um dia deixaram esta vida. Heráclito, que muito especulou sobre a conflagração do mundo, morreu engolido pela água e coberto de estrume de gado. Demócrito foi destruído por vermes; Sócrates foi morto por outro tipo de verme. Por que tudo isso?

    Embarcaste, empreendeste tua viagem e atracaste no ancoradouro. Desembarca. Se for em outra vida, lá também haverá um Deus; se for no meio do nada, ao menos não haverá mais dores e prazeres e não serás mais escravo de um corpo tão vil quanto seu escravo. A alma é, pois, inteligência e divindade, mas o corpo, pó e corrupção.

(Marco Aurélio, Meditações. Adaptado)


*Caldeus: habitantes da Caldeia, país na antiga Mesopotâmia.
No trecho “Embarcaste, empreendeste tua viagem e atracaste no ancoradouro. Desembarca. Se for em outra vida, lá também haverá um Deus; se for no meio do nada, ao menos não haverá mais dores e prazeres e não serás mais escravo de um corpo tão vil quanto seu escravo” (2° parágrafo), as frases com verbo no imperativo, interpelando o leitor, caracterizam estilisticamente a função
Alternativas
Q4188137 Português
Para responder à questão, leia o texto do imperador Marco Aurélio (121 – 180 d.C.) a seguir:


    O próprio Hipócrates, que curou muitas doenças, caiu doente e morreu. Os caldeus* previram as mortes de multidões e, ao final, o destino também ceifou suas vidas. Alexandre Pompeu e Caio César, que destruíram muitas cidades e tiraram a vida de milhares de soldados de cavalaria e infantaria no campo de batalha, também um dia deixaram esta vida. Heráclito, que muito especulou sobre a conflagração do mundo, morreu engolido pela água e coberto de estrume de gado. Demócrito foi destruído por vermes; Sócrates foi morto por outro tipo de verme. Por que tudo isso?

    Embarcaste, empreendeste tua viagem e atracaste no ancoradouro. Desembarca. Se for em outra vida, lá também haverá um Deus; se for no meio do nada, ao menos não haverá mais dores e prazeres e não serás mais escravo de um corpo tão vil quanto seu escravo. A alma é, pois, inteligência e divindade, mas o corpo, pó e corrupção.

(Marco Aurélio, Meditações. Adaptado)


*Caldeus: habitantes da Caldeia, país na antiga Mesopotâmia.
Sem que haja prejuízo ao sentido original e de acordo com a norma-padrão, no trecho “… se for no meio do nada, ao menos não haverá mais dores e prazeres e não serás mais escravo de um corpo tão vil quanto seu escravo.” (2° parágrafo), as expressões destacadas podem ser substituídas, respectivamente, por:
Alternativas
Q4188136 Português
Para responder à questão, leia o texto do imperador Marco Aurélio (121 – 180 d.C.) a seguir:


    O próprio Hipócrates, que curou muitas doenças, caiu doente e morreu. Os caldeus* previram as mortes de multidões e, ao final, o destino também ceifou suas vidas. Alexandre Pompeu e Caio César, que destruíram muitas cidades e tiraram a vida de milhares de soldados de cavalaria e infantaria no campo de batalha, também um dia deixaram esta vida. Heráclito, que muito especulou sobre a conflagração do mundo, morreu engolido pela água e coberto de estrume de gado. Demócrito foi destruído por vermes; Sócrates foi morto por outro tipo de verme. Por que tudo isso?

    Embarcaste, empreendeste tua viagem e atracaste no ancoradouro. Desembarca. Se for em outra vida, lá também haverá um Deus; se for no meio do nada, ao menos não haverá mais dores e prazeres e não serás mais escravo de um corpo tão vil quanto seu escravo. A alma é, pois, inteligência e divindade, mas o corpo, pó e corrupção.

(Marco Aurélio, Meditações. Adaptado)


*Caldeus: habitantes da Caldeia, país na antiga Mesopotâmia.
Julgado por suposta corrupção da juventude e descrença nos deuses, Sócrates foi condenado à morte por envenenamento com cicuta, uma planta. No contexto dessas informações, a frase do autor “… Sócrates foi morto por outro tipo de verme.” (1° parágrafo) deve ser entendida como
Alternativas
Q4188135 Português
Para responder à questão, leia o texto do imperador Marco Aurélio (121 – 180 d.C.) a seguir:


    O próprio Hipócrates, que curou muitas doenças, caiu doente e morreu. Os caldeus* previram as mortes de multidões e, ao final, o destino também ceifou suas vidas. Alexandre Pompeu e Caio César, que destruíram muitas cidades e tiraram a vida de milhares de soldados de cavalaria e infantaria no campo de batalha, também um dia deixaram esta vida. Heráclito, que muito especulou sobre a conflagração do mundo, morreu engolido pela água e coberto de estrume de gado. Demócrito foi destruído por vermes; Sócrates foi morto por outro tipo de verme. Por que tudo isso?

    Embarcaste, empreendeste tua viagem e atracaste no ancoradouro. Desembarca. Se for em outra vida, lá também haverá um Deus; se for no meio do nada, ao menos não haverá mais dores e prazeres e não serás mais escravo de um corpo tão vil quanto seu escravo. A alma é, pois, inteligência e divindade, mas o corpo, pó e corrupção.

(Marco Aurélio, Meditações. Adaptado)


*Caldeus: habitantes da Caldeia, país na antiga Mesopotâmia.
No texto, o tema é desenvolvido por referências a figuras históricas e eventos, que servem de argumento para afirmar
Alternativas
Q4188133 Português
Para responder à questão, leia o trecho a seguir, extraído das reflexões filosóficas do imperador Marco Aurélio (121 – 180 d.C.):


    O homem deve levar em conta que, a cada dia, parte da sua vida se vai e que cada vez menos resta para ele, mas também que, mesmo que ele tenha uma longa vida, não se sabe se sua inteligência será como antes para lidar com seus negócios e para ter um vislumbre do conhecimento que tem como objetivo entender tanto as coisas humanas quanto as divinas. No início da decrepitude, a respiração, a alimentação, a imaginação, o impulso, entre outros atributos, não falharão. Entretanto, o autocontrole, o cumprimento de suas funções com exatidão, a capacidade de escrutinar que se apossa dos seus sentidos ou até de decidir quando é hora de parar, enfim, todos os poderes que exigem uma compreensão e um raciocínio bem treinados, serão nele extintos.

    Deixa-o, então, estar ativo, não apenas porque a morte aproxima-se a cada dia, mas porque a compreensão e a inteligência com frequência nos abandonam antes de morrermos.


(Marco Aurélio, Meditações. Adaptado)
As palavras destacadas são hiperônimos que remetem a uma sequência de termos anteriores em:
Alternativas
Q4158551 Medicina
A principal indicação para o transplante de córnea tectônico é:
Alternativas
Q4158550 Medicina
O teste das 4 luzes de Worth é um exame que tem por objetivo
Alternativas
Respostas
1821: D
1822: C
1823: E
1824: B
1825: A
1826: C
1827: E
1828: C
1829: B
1830: D
1831: A
1832: E
1833: E
1834: C
1835: A
1836: B
1837: B
1838: A
1839: B
1840: A