Homem de 62 anos, fumante atual (carga tabágica de
45 maços-ano), comparece à consulta queixando-se de
dispneia progressiva que piora ao esforço (mMRC grau
2) e tosse crônica produtiva presente há alguns anos.
Relata um episódio de agudização dos sintomas há seis
meses, que exigiu o uso de antibióticos e corticosteroides
orais em regime ambulatorial. Ao exame físico: observam-se sinais sugestivos de hiperinsuflação pulmonar.
A espirometria realizada após o uso de broncodilatador
revelou uma relação VEF1/CVF de 0,62 e um VEF1 de
58% do valor previsto. O hemograma mostra uma contagem de eosinófilos sanguíneos de 350 células/mm3
.
Considerando a apresentação descrita, conforme as
mais recentes diretrizes, é correto afirmar: