Mulher de 65 anos, com histórico de diabetes tipo 2, hipertensão arterial e infarto do miocárdio da parede anterior há 5 anos, apresenta quadro de dispneia progressiva
subaguda. No momento, apresenta dispneia em repouso e está confinada em casa devido aos seus sintomas.
Medicações em uso: doses plenas de empagliflozina,
losartana e carvedilol e aspirina infantil. Refere ter tido
angioedema com enalapril. Exame físico: afebril. frequência cardíaca: 62 bpm; frequência respiratória: 18 irpm;
pressão arterial: 118 × 75 mmHg; saturação de oxigênio:
90% em ar ambiente; há estertores bibasais, com sibilos expiratórios dispersos; edema depressível simétrico
2+/4 nas extremidades inferiores. Eletrocardiograma:
ondas Q e inversões da onda T de V1 a V4. Radiografia
de tórax: cardiomegalia e congestão da vasculatura pulmonar. Ecocardiograma prévio de 1 ano mostra fração
de ejeção de 30%, com anormalidades na movimentação da parede anterior. Hemograma, eletrólitos e função
renal são normais.
Considerando as evidências científicas, constitui a intervenção mais importante na redução de desfechos
cardiovasculares de longo prazo:
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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