A compreensão da anatomia da região inguinocrural e da pare...

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Q3255393 Medicina
A compreensão da anatomia da região inguinocrural e da parede abdominal é essencial para a correção cirúrgica tecnicamente adequada das hérnias dessa topografia. Quais os limites anatômicos (anterior, posterior e lateral) do canal femoral?
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A questão aborda a anatomia do canal femoral, uma parte importante da região inguinocrural e da parede abdominal. Compreender essa anatomia é essencial para a correção cirúrgica de hérnias femorais, que são comuns nessa área.

O canal femoral é um espaço na base do triângulo femoral, e seus limites anatômicos são fundamentais para entender a sua localização e a passagem de estruturas importantes. Vamos analisar a alternativa correta e as incorretas para compreender melhor:

Alternativa B: Trato ílio-púbico, ligamento de Cooper e veia femoral. Esta é a alternativa correta. O canal femoral é delimitado anteriormente pelo trato ílio-púbico, posteriormente pelo ligamento de Cooper (também conhecido como ligamento pectíneo) e lateralmente pela veia femoral. Esta configuração é importante para a prática cirúrgica, especialmente na correção de hérnias femorais, que podem protruir através deste canal.

Alternativa A: Aponeurose do m. oblíquo externo, aponeurose do m. transverso e ligamento inguinal. Esta opção descreve estruturas que são mais relevantes para o canal inguinal, não o canal femoral. A aponeurose do m. oblíquo externo está localizada mais superiormente e é relacionada ao canal inguinal.

Alternativa C: Vasos epigástricos inferiores, bainha do reto abdominal e ligamento inguinal. Os vasos epigástricos inferiores e a bainha do reto abdominal não são limites do canal femoral, mas estão relacionados com a região inguinal e a parede abdominal.

Alternativa D: M. oblíquo externo, m. oblíquo interno e crista ilíaca. Esta descrição é mais associada à delimitação da parede abdominal lateral, não ao canal femoral.

Alternativa E: Margem superior do púbis, margem lateral do m. reto abdominal e arco transversal. Novamente, esta descrição não corresponde à anatomia do canal femoral, mas a outras estruturas pélvicas.

É essencial, ao estudar anatomia para concursos, focar na precisão dos limites anatômicos, pois isso afeta diretamente a compreensão clínica e cirúrgica das condições associadas.

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