Em seu acesso transnasal ao seio esfenoidal, o risco de sang...
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Tema central: O foco da questão é a anatomia vascular da cavidade nasal, especialmente sobre o risco de sangramento durante o acesso transnasal ao seio esfenoidal. O domínio desses detalhes é fundamental para a segurança em procedimentos de otorrinolaringologia.
Justificativa da alternativa correta:
A artéria nasosseptal (ou artéria nasopalatina) é o principal ramo medial da artéria esfenopalatina, cruzando o septo nasal na região próxima ao piso do seio esfenoidal. Ao realizar um acesso transnasal para abordar o seio esfenoidal — comum em cirurgias endoscópicas —, essa artéria fica em posição vulnerável, podendo ser lesada e provocar sangramento significativo.
Segundo obras de referência, como Gray’s Anatomy e o Cummings Otolaryngology, a artéria nasosseptal “percorre a parede medial da cavidade nasal e pode ser identificada próxima ao forame esfenopalatino, dirigindo-se ao septo em direção ao canal incisivo”. O controle hemorrágico adequado é essencial no intraoperatório.
Análise crítica das alternativas:
A) Artéria esfenopalatina: Embora seja o tronco do qual partem ramos para todo o nariz, incluindo o septo e as paredes laterais, a esfenopalatina em si é menos vulnerável no piso do seio esfenoidal. O risco direto do acesso é com seu ramo medial, a nasosseptal.
B) Artéria nasal lateral posterior: Este ramo da esfenopalatina irriga principalmente a parede lateral do nariz, não cruzando o septo próximo ao piso do seio esfenoidal. Portanto, seu risco em abordagem ao seio esfenoidal é muito menor.
C) Artéria nasosseptal: Alternativa correta. É o ramo que cruza a cavidade nasal junto ao septo, na altura do piso do seio esfenoidal, tornando-se referência anatômica crítica nesse procedimento.
D) Artéria etmoidal posterior: Sua abordagem é mais superior, suprindo a região do teto e parede superior das fossas nasais, sem cruzar próximo ao piso do seio esfenoidal. Portanto, não está associada ao risco citado no enunciado.
Estrategicamente, atenção a possíveis pegadinhas: é comum confundirem o ramo (nasosseptal) com o tronco (esfenopalatina). Busque no enunciado descrições anatômicas precisas e associe ao trajeto real dos ramos vasculares.
Resumo: Para cirurgias endoscópicas do seio esfenoidal, identifique e proteja cuidadosamente a artéria nasosseptal, principal risco de sangramento local.
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