Sobre os tumores do estroma gastrointestinal (GISTs), assin...

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Q4194140 Medicina
Sobre os tumores do estroma gastrointestinal (GISTs), assinale a alternativa correta.
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Gabarito: E

Fundamento decisivo: Nos GISTs, a disseminação metastática ocorre preferencialmente para fígado e peritônio, e o fígado é o sítio metastático mais frequente. Esse padrão biológico torna correta a alternativa E.

Tema central: Padrão metastático do GIST
Análise das alternativas
A
Errada
Está errada porque o imatinibe pode reduzir o risco de recidiva em GIST com mutações sensíveis e indicação apropriada, além de ter atividade na doença avançada. A afirmação nega um benefício terapêutico reconhecido.
B
Errada
Está errada porque DOG1 é marcador muito útil para GIST, inclusive em casos KIT-negativos, e CD34 é frequentemente positivo e auxilia o diagnóstico no painel imuno-histoquímico.
C
Errada
Está errada porque a PET não é o exame principal para o diagnóstico inicial do GIST. Ela pode ter utilidade complementar em situações selecionadas, sobretudo para avaliação metabólica e resposta terapêutica.
D
Errada
Está errada porque os GISTs são mais comuns no estômago e no intestino delgado, não no cólon direito. Cólon é localização incomum para esse tumor.
E
Certa
A alternativa E está correta porque, nos GISTs, a doença metastática acomete sobretudo o fígado, por disseminação predominantemente hematogênica, frequentemente com envolvimento peritoneal associado. Esse é o padrão clássico de disseminação da doença.
Pegadinha da questão
A banca explora confusões clássicas: considerar PET como exame diagnóstico principal, trocar intestino delgado por cólon como localização frequente e desvalorizar DOG1/CD34 no diagnóstico.
Dica para questões semelhantes
  • Em GIST, lembre a tríade: estômago como sítio mais comum, intestino delgado em seguida e fígado/peritônio como sítios metastáticos típicos.
  • DOG1 e CD34 são marcadores úteis no diagnóstico; não confunda marcador auxiliar com marcador ruim.
  • PET pode ser complementar, especialmente na avaliação de resposta, mas não substitui a confirmação histopatológica.
  • Em GIST, o imatinibe pode reduzir recidiva em casos selecionados; afirmações absolutas sobre ausência de benefício costumam estar erradas.

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