Homem de 32 anos, previamente hígido, trabalhador e residente em área rural da região norte do Mato Grosso, procura
atendimento com história de 9 dias de febre alta, mialgia difusa, cefaleia e dor abdominal. Evoluiu, há dois dias, com
tosse seca e dispneia progressiva. Na admissão, apresentava pressão arterial de 96/60 mmHg, frequência cardíaca
de 142 bpm, frequência respiratória de 32 irpm e saturação de oxigênio de 85% em ar ambiente. Encontrava-se
diaforético, com extremidades frias. À ausculta pulmonar, havia estertores crepitantes bilaterais. Radiografia de tórax
mostrava infiltrado intersticial difuso. Os exames laboratoriais evidenciaram alterações hematológicas importantes
(conforme tabela abaixo), além de creatinina de 1,3 mg/dL e potássio sérico de 4,8 mmol/L. Evoluiu rapidamente com
insuficiência respiratória hipoxêmica grave, necessitando de ventilação mecânica invasiva, e instabilidade
hemodinâmica com necessidade de drogas vasoativas. A gasometria arterial revelou relação PaO₂/FiO₂ < 100,
compatível com SARA grave. Teste rápido para HIV, sífilis e hepatites virais negativas. Painel viral para Influenza,
Sars-Cov-2, VSR negativo.
Com base no caso apresentado, e do diagnóstico provável, qual é a conduta terapêutica mais adequada?
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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