Qual opção apresenta a incidência parietorbital oblíqua par...
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Para resolver a questão apresentada sobre a escolha da incidência radiográfica correta para o estudo dos forames óticos, precisamos abordar o conhecimento sobre as diferentes projeções utilizadas em radiologia craniana.
A alternativa correta é: C - Rhese.
Justificativa da alternativa correta:
A incidência de Rhese, também conhecida como incidência parietorbital oblíqua, é especificamente utilizada para visualizar os forames óticos. Nesta técnica, a cabeça do paciente é posicionada de forma a criar um ângulo que permite a visualização clara do forame ótico, visando avaliar possíveis patologias ou alterações anatômicas. Esta incidência é crucial para radiografias detalhadas e precisas dos forames óticos.
Análise das alternativas incorretas:
A - Towne: Esta incidência é utilizada principalmente para visualizar o crânio, focando na região occipital e na parte superior do osso parietal, mas não é específica para os forames óticos.
B - Ferguson: Este nome é mais comumente associado a técnicas para visualizar a coluna vertebral, como a incidência de Ferguson para escoliose, e não está relacionado com a visualização dos forames óticos.
D - Haas: A Haas é uma variação da incidência de Towne, também utilizada para a visualização do crânio, especialmente quando a Towne não pode ser utilizada. Assim como a Towne, não é específica para forames óticos.
E - Schuller: A técnica de Schuller é usada para projeções da articulação temporomandibular (ATM) e não está relacionada à visualização dos forames óticos.
Entender a finalidade e o uso específico de cada incidência é vital para responder questões como esta corretamente. Pratique sempre associar o nome da incidência com seu objetivo radiográfico principal.
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Alternativa correta: C) Rhese
A incidência Parieto-orbital oblíqua, também conhecida como método de Rhese, é utilizada especificamente para o estudo radiográfico dos forames óticos. Esse posicionamento permite avaliar a localização e possíveis alterações anatômicas desses forames, que são pontos de passagem importantes para o nervo óptico e vasos.
Vamos entender por que as outras alternativas estão incorretas:
- A) Towne Incorreta. Utilizada para avaliação da sela túrcica, osso occipital, e processos mastoides, mas não é adequada para visualização dos forames óticos.
- B) Ferguson Incorreta. É um método voltado para a avaliação de escoliose, na coluna vertebral, não tem relação com os ossos da face ou forames óticos.
- D) Haas Incorreta. Variante da incidência de Towne, também usada para visualizar a sela túrcica e base do crânio. Não permite o estudo adequado dos forames óticos.
- E) Schuller Incorreta. Indicada para avaliação da articulação temporomandibular (ATM) em oblíquos laterais. Não proporciona visualização dos forames óticos.
Resumo prático:
- Método de Rhese = forames óticos.
- Posição oblíqua com o mento, nariz e zigoma encostados no chassi, formando aproximadamente 53° entre a linha orbitomeatal e a superfície da imagem.
Referencia
BONTRAGER, Kenneth L.; LAMPIGNANO, Nina Kowalczyk. Técnicas Radiográficas e Anatomia Associada. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2018. p. 427.
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