O Pé Diabético está entre as complicações mais frequentes da...
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Ano: 2022
Banca:
Aeronáutica
Órgão:
CIAAR
Prova:
Aeronáutica - 2022 - CIAAR - Médico - Medicina de Família e Comunidade |
Q4002884
Medicina
O Pé Diabético está entre as complicações mais frequentes da Diabetes Mellitus (DM), e suas consequências
podem reduzir significantemente a qualidade de vida da pessoa por feridas crônicas, infecções e amputações
de membros inferiores. O exame periódico dos pés é essencial para identificar alterações e instituir o tratamento
oportuno, prevenindo um número expressivo de complicações do Pé Diabético. Acerca disso, informe
Verdadeiro (V) ou Falso (F) para as assertivas abaixo e, em seguida, marque a opção que apresenta a
sequência correta.
( ) O tabagismo, além de importante fator de risco cardiovascular, aumenta também o risco de ulceração e dificulta o processo de cicatrização de feridas.
( ) A ênfase dos processos de educação em saúde em pessoas com risco de desenvolver o Pé Diabético deve ser no cuidado provido por profissionais da enfermagem em detrimento da promoção do autocuidado apoiado.
( ) Quanto menor o grau classificado, maior o risco do indivíduo em desenvolver uma úlcera e/ou requerer uma amputação ao longo do tempo. Essa classificação deve ser usada para direcionar o cuidado e de acompanhamento do profissional após a avaliação inicial.
( ) Uma boa avaliação dos pés da pessoa com diabetes inicia por uma boa anamnese. Por meio desta, identificam-se fatores de risco para o desenvolvimento do Pé Diabético e levanta-se a suspeita da presença e da gravidade de complicações, como neuro e vasculopatia.
( ) São fatores de risco para desenvolvimento de úlceras e amputações: história de ulceração ou amputação prévia, neuropatia periférica, deformidade dos pés, doença vascular periférica, baixa acuidade visual, nefropatia diabética, controle glicêmico insatisfatório e tabagismo.
( ) O tabagismo, além de importante fator de risco cardiovascular, aumenta também o risco de ulceração e dificulta o processo de cicatrização de feridas.
( ) A ênfase dos processos de educação em saúde em pessoas com risco de desenvolver o Pé Diabético deve ser no cuidado provido por profissionais da enfermagem em detrimento da promoção do autocuidado apoiado.
( ) Quanto menor o grau classificado, maior o risco do indivíduo em desenvolver uma úlcera e/ou requerer uma amputação ao longo do tempo. Essa classificação deve ser usada para direcionar o cuidado e de acompanhamento do profissional após a avaliação inicial.
( ) Uma boa avaliação dos pés da pessoa com diabetes inicia por uma boa anamnese. Por meio desta, identificam-se fatores de risco para o desenvolvimento do Pé Diabético e levanta-se a suspeita da presença e da gravidade de complicações, como neuro e vasculopatia.
( ) São fatores de risco para desenvolvimento de úlceras e amputações: história de ulceração ou amputação prévia, neuropatia periférica, deformidade dos pés, doença vascular periférica, baixa acuidade visual, nefropatia diabética, controle glicêmico insatisfatório e tabagismo.