A.C., 66 anos, sexo masculino, foi admitido na sala de
emergência de um hospital, confuso, com queixa de cefaleia intensa, náuseas e vômitos, sem relato de dor torácica.
Segundo seu acompanhante, ao sentir-se mal, o paciente
relatou que não vinha tomando seus medicamentos para
“pressão alta” há vários dias porque não os encontrava. Ao
exame físico, entre outros sinais, constatou-se: pressão arterial = 192 X 168 mmHg, e presença de papiledema. Inicialmente, afastadas outras hipóteses, a equipe médica iniciou
a abordagem terapêutica para crise hipertensiva, incluindo
a administração de nitroprussiato de sódio, e encaminhou o
paciente para a unidade de terapia intensiva (UTI).
No que diz respeito ao tratamento, considerando o objetivo de reduzir em 25% a pressão arterial média (PAM)
do paciente na primeira hora após iniciada a medicação, o enfermeiro deve, entre outros cuidados, iniciar o
monitoramento de A.C. estimando que, dentro do prazo
estipulado, sua PAM alcance o valor de até
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