Paciente do sexo masculino, 48 anos, apresenta
obesidade mórbida (IMC:44) e foi encaminhado
pelo cirurgião bariátrico para avaliação pulmonar
pré-operatória. Queixa-se de dispneia aos grandes
esforços com piora após ganho de peso de 30Kgs
nos últimos 2 anos. Nega tosse, dor torácica e
edema de membros inferiores. Afirma roncos
noturnos com sensação de engasgo. Relata se
sentir cansado durante a rotina do dia a dia. Nega
HP de tromboembolismo venoso. Ex-tabagista 5
maços/ano. Relata também apresentar HAS de
controle regular e pré-diabetes. Ao exame clínico:
Peso: 140Kg; IMC: 44Kg/m2
; Circunferência
cervical: 45cm. PA: 140/80mmHg; FC: 84bpm;
FR: 18irpm; SaO2: 93% em ar ambiente. RCR em
2t. SR reduzidos em região infraescapular
bilateral, sem ruídos adventícios. Sem edema de
mmii. Hemoglobina de 13g/dl. Espirometria: CVF=
78% (predito); VEF1= 86% (predito); VEF1/CVF=
84. Para avaliar o risco de complicações
pulmonares no pós-operatório, foi utilizado o
escore ARISCAT. Qual variável a seguir é
preditora de risco nesse escore?
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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teste
Parabéns! Você acertou!
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