Paciente de 24 anos, no primeiro trimestre gestacional, apr...
Nesse contexto, qual mecanismo fisiopatológico é o mais compatível com o diagnóstico?
Gabarito comentado
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Gabarito: C
Fundamento decisivo: O quadro clínico, ultrassonográfico e anatomopatológico é típico de mola hidatiforme completa: β-hCG muito elevado, ausência de embrião/partes fetais, padrão em “tempestade de neve”, vilos coriônicos difusamente hidrópicos com cisternas centrais e hiperplasia trofoblástica circunferencial acentuada. Esse conjunto aponta para conceptus diploide androgenético, classicamente originado pela fecundação de óvulo vazio por um espermatozoide com duplicação do genoma paterno, o que sustenta o gabarito C.
- Se houver ausência de embrião/feto associada a hidropisia vilositária difusa e hiperplasia trofoblástica circunferencial, pense em mola completa.
- Triploidia diândrica com embrião ou partes fetais favorece mola parcial, não completa.
- Em hidropisia vilositária, diferencie pelo padrão da proliferação trofoblástica: exuberante e difusa na mola completa; ausente ou discreta no abortamento hidrópico.
- Lesões placentárias císticas com feto presente e sem hiperplasia trofoblástica importante apontam para displasia mesenquimal placentária, não para mola completa.
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