Veiga (1995) apresenta princípios norteadores do projeto político-pedagógico. Entre eles há um, consagrado
constitucionalmente, que exige uma “ruptura histórica na
prática administrativa da escola, com o enfrentamento
das questões de exclusão e reprovação e da não-permanência do aluno na sala de aula, o que vem provocando
a marginalização das classes populares”. Esse princípio
busca integrar concepção e execução, teoria e prática,
permitindo que educadores controlem o processo e o
produto de seu trabalho. Isso envolve repensar a estrutura de poder da escola para promover a socialização do
poder, incentivando a participação coletiva, reciprocidade, solidariedade e autonomia. Esse princípio de consolidação desafiadora é identificado pela autora como a