Homem de 58 anos, chega à emergência com dor torácica pleurítica intensa há 36 horas, febre 38,3°C e dispneia leve.
ECG: supra difuso de ST e PR abaixo da linha de base de V2–V6, com concavidade superior. RX de tórax sem derrame
pleural. ECO: derrame pericárdico posterior moderado (espessura máxima 12 mm) e colapso diastólico precoce;
pressão venosa jugular elevada; pressão arterial 96/58 mmHg; frequência cardíaca 118 bpm. Laboratório: PCR 24
mg/L, leucócitos 14.500/μL. Não há história de trauma ou cirurgia. Considerando os achados descritos, qual é a conduta
mais apropriada e imediata?