A sonda de Sengstaken-Blakemore pode ser usada para tamponar...
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Tema central: A questão aborda o manejo da hemorragia aguda por varizes esofágicas utilizando a sonda de Sengstaken-Blakemore. Este dispositivo é um recurso temporário para controle mecânico do sangramento digestivo alto, fundamental em situações de emergência quando não há controle imediato pelo tratamento endoscópico.
Justificativa da alternativa correta (D – 40 mmHg):
O balão esofágico da sonda de Sengstaken-Blakemore deve ser insuflado com pressão suficiente para comprimir as varizes e conter a hemorragia, mas sem exceder limites seguros para minimizar complicações graves, como necrose ou ruptura esofágica.
Segundo evidências científicas e recomendações práticas (ex: literaturas cirúrgicas clássicas como Sabiston - Tratado de Cirurgia e boas fichas técnicas da própria sonda), a pressão máxima recomendada para o balão esofágico é de 40 mmHg. Pressões acima disso elevam o risco de injúria tecidual e perfuração, situação de altíssima letalidade.
Assim, a alternativa D é a correta por refletir o limite clínico de segurança reconhecido internacionalmente para o procedimento.
Análise crítica das alternativas incorretas:
A) 10 mmHg: Valor insuficiente para tamponamento efetivo, incapaz de comprimir adequadamente as varizes.
B) 70 mmHg: Excede em muito o recomendado. Aumenta o risco de isquemia, perfuração e dor intensa, podendo levar a complicações fatais.
C) 20 mmHg: Embora mais próximo do adequado, ainda abaixo da pressão ideal para controle eficaz do sangramento.
Estratégias para prova:
Observe na leitura que pressões muito baixas não são eficazes e pressões muito altas são perigosas. Os valores recomendados por manuais clínicos sempre focam na eficácia e segurança do procedimento. Atenção a alternativas “extremas”, que frequentemente são pegadinhas.
Segundo a ficha técnica da Sonda Sengstaken-Blakemore: “A pressão máxima do balão esofágico deve ser de até 40 mmHg para evitar complicações.”
Resumo final:
Conhecer valores de referência é essencial! Em emergências, a pressão do balão esofágico deve ser monitorada a cada 30 min a 1h, garantindo eficácia e evitando riscos. O domínio desses parâmetros demonstra preparo e responsabilidade clínica.
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