Considerando o quadro clínico e a avaliação pelo Heart Team...
Gabarito comentado
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Gabarito: E
Fundamento decisivo: Na insuficiência mitral secundária funcional grave, a diretriz indica/considera TEER (MitraClip) quando há sintomas persistentes apesar de tratamento clínico otimizado da insuficiência cardíaca, anatomia favorável e alto risco cirúrgico/inadequação para cirurgia; no caso, a paciente tem FEVE 32%, IM grave funcional, dispneia/ortopneia e internações recorrentes apesar de terapia otimizada, com EuroSCORE II elevado e múltiplas comorbidades, o que direciona a escolha para TEER e não para cirurgia obrigatória.
- Primeiro classifique a insuficiência mitral em primária/degenerativa ou secundária/funcional, porque isso muda o raciocínio de intervenção.
- Na IM secundária, verifique se houve tratamento otimizado da insuficiência cardíaca e se o paciente continua sintomático; sem isso, a indicação de TEER não se sustenta.
- Alto risco cirúrgico, comorbidades e decisão por Heart Team pesam a favor de estratégia percutânea, não de cirurgia obrigatória.
- FE reduzida isoladamente não exclui intervenção; em IM funcional, ela pode compor exatamente o perfil elegível para TEER.
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