Leia o caso clínico apresentado a seguir para responder à questão:
Paciente, sexo masculino, 58 anos, ex-tabagista, com história de dispneia progressiva aos esforços, há cerca de 1 ano,
atualmente com piora de classe funcional, evoluindo para classe III, encaminhado para avaliação especializada. Nega dor
torácica típica, síncope ou ortopneia. Refere redução significativa da capacidade funcional, com limitação para atividades
habituais. Ao exame físico: PA: 118 x 74 mmHg; FC: 92 bpm; saturação: 93% em ar ambiente; turgência jugular discreta com
sopro sistólico leve em foco tricúspide; hiperfonética em foco pulmonar; edema de membros inferiores 1+/4+. Encaminhado para realização de cateterismo cardíaco direito, obtendo os seguintes parâmetros: pressão média da artéria pulmonar
(PAPm): 36 mmHg; pressão de oclusão capilar pulmonar (PCP): 10 mmHg; débito cardíaco: reduzido e resistência vascular
pulmonar (RVP): 5,2 Wood units.
Considerando o perfil clínico do paciente e que, após
investigação complementar, não houve evidência de
doença tromboembólica crônica ou doença pulmonar
significativa, é correto afirmar que a estratégia terapêutica inicial é
Incorreta. Gabarito oficial da banca:
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