Sobre a atresia do esôfago (AE), sua evolução histórica, con...
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Ano: 2026
Banca:
CIAAR
Órgão:
CIAAR
Prova:
CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Pediatria |
Q4143936
Medicina
Sobre a atresia do esôfago (AE), sua evolução histórica, conceito e aspectos embriológicos, informe verdadeiro (V) ou
falso (F) para as assertivas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) A atresia do esôfago foi considerada incompatível com a vida até o final da década de 1930, quando surgiram os primeiros relatos de sobrevida, ainda sem anastomose esofágica.
( ) Atualmente, em recém-nascidos sem anomalias associadas, a sobrevida após correção cirúrgica da atresia do esôfago é elevada, podendo se aproximar de 100%, refletindo o nível de excelência dos serviços de cirurgia pediátrica.
( ) A atresia do esôfago é definida como uma malformação congênita caracterizada pela ausência da porção média do esôfago, com incidência estimada entre 1:300 e 1:500 nascidos vivos e predomínio no sexo masculino.
( ) Entre as teorias embriológicas propostas para explicar a atresia do esôfago, incluem-se falhas na formação do septo traqueoesofágico, alterações da vascularização esofágica e distúrbios do crescimento diferencial das estruturas embrionárias.
( ) A atresia do esôfago foi considerada incompatível com a vida até o final da década de 1930, quando surgiram os primeiros relatos de sobrevida, ainda sem anastomose esofágica.
( ) Atualmente, em recém-nascidos sem anomalias associadas, a sobrevida após correção cirúrgica da atresia do esôfago é elevada, podendo se aproximar de 100%, refletindo o nível de excelência dos serviços de cirurgia pediátrica.
( ) A atresia do esôfago é definida como uma malformação congênita caracterizada pela ausência da porção média do esôfago, com incidência estimada entre 1:300 e 1:500 nascidos vivos e predomínio no sexo masculino.
( ) Entre as teorias embriológicas propostas para explicar a atresia do esôfago, incluem-se falhas na formação do septo traqueoesofágico, alterações da vascularização esofágica e distúrbios do crescimento diferencial das estruturas embrionárias.