O diabetes tipo 1B é caracterizado por autoanticorpos 

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Q4156387 Medicina

O diabetes tipo 1B é caracterizado por autoanticorpos 

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Gabarito: E

Fundamento decisivo: O elemento classificatório central do DM1B é a ausência de evidência de autoimunidade, ou seja, autoanticorpos negativos. No enunciado, o peptídeo C baixo após 5 anos funciona como achado de apoio à insulinopenia esperada, e não como critério isolado de definição.

Tema central: Classificação do DM1
Análise das alternativas
A
Errada
Está errada porque autoanticorpos positivos caracterizam o DM1A autoimune, não o DM1B. Além disso, peptídeo C > 0,6 ng/mL após 5 anos sugere reserva secretória relativamente preservada, o que não corresponde ao padrão de insulinopenia que a questão espera para DM1.
B
Errada
Está errada porque, embora o peptídeo C baixo seja compatível com insulinopenia, a positividade dos autoanticorpos desloca a classificação para DM1A. O critério decisivo da subclassificação aqui é a autoimunidade: se os autoanticorpos são positivos, não é DM1B.
C
Errada
Está errada porque a negatividade dos autoanticorpos favorece DM1B, mas o peptídeo C > 0,6 ng/mL após 5 anos aponta para reserva beta-pancreática mais preservada do que a esperada na lógica da questão. Para DM1B, a banca exige a combinação de ausência de autoimunidade com insulinopenia, não apenas anticorpos negativos isoladamente.
D
Errada
Está errada porque o peptídeo C muito baixo pode ocorrer em diabetes tipo 1, mas isso não corrige o erro principal da alternativa: autoanticorpos positivos indicam DM1A autoimune. No DM1B, a definição etiológica exige ausência de autoanticorpos.
E
Certa
A alternativa E está correta porque descreve o fenótipo pedido para DM1B: forma idiopática, sem evidência de autoimunidade, portanto com autoanticorpos negativos. Além disso, o peptídeo C baixo após anos de evolução indica produção endógena de insulina muito reduzida, achado coerente com a insulinopenia clinicamente relevante do diabetes tipo 1.
Pegadinha da questão
A banca explora a confusão entre diabetes tipo 1 em geral e DM1B especificamente: muitos candidatos valorizam apenas peptídeo C baixo e esquecem que o ponto que separa DM1B de DM1A é a negatividade dos autoanticorpos.
Dica para questões semelhantes
  • Primeiro separe DM1A de DM1B pelo eixo etiológico: autoanticorpos positivos sugerem DM1A; negativos, DM1B.
  • Use o peptídeo C como marcador de reserva secretória: valor baixo após anos de doença sustenta insulinopenia significativa.
  • Quando a questão trouxer ponto de corte de peptídeo C, não trate o número como absoluto universal; aqui o decisivo é distinguir reserva baixa de preservada dentro da lógica da alternativa.

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