Com relação ao PET/CT no câncer de mama, pode-se afirmar que
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Vamos analisar o tema central desta questão: o uso do PET/CT (Tomografia por Emissão de Pósitrons/Tomografia Computadorizada) no contexto do câncer de mama. O PET/CT é uma ferramenta de imagem diagnóstica que combina informações funcionais e anatômicas, crucial em várias etapas do manejo do câncer, incluindo diagnóstico e avaliação da extensão da doença.
Justificativa para a alternativa correta (B): A principal indicação do PET/CT no contexto do câncer de mama é a avaliação de achados duvidosos em métodos de imagem convencionais (como mamografia ou ultrassonografia). Quando esses métodos não são conclusivos, o PET/CT pode ajudar a determinar a natureza de uma lesão suspeita, auxiliando no planejamento terapêutico. Esta indicação está alinhada com as diretrizes atuais e práticas clínicas comuns.
Análise das alternativas incorretas:
A: O SUV (Standardized Uptake Value) é uma medida importante no PET/CT que indica a captação de FDG (fluorodeoxyglucose) em uma área específica, refletindo a atividade metabólica da lesão. Embora SUV não meça o volume diretamente, ele correlaciona-se com a carga tumoral e agressividade, sendo um parâmetro relevante na interpretação do PET/CT.
C: O PET/CT não é recomendado como método de rastreamento para todas as pacientes com alto risco de câncer de mama sistêmico. Sua utilização é mais apropriada para estadiamento e avaliação de metástases em casos de câncer de mama já diagnosticado, não como ferramenta de rastreamento primário.
D: Os resultados falso-positivos no PET/CT podem ocorrer independentemente da realização de radioterapia. A radioterapia pode, na verdade, causar alterações inflamatórias que levam a resultados falso-positivos, especialmente em áreas irradiadas, devido à captação aumentada de FDG.
E: Os resultados falso-negativos são mais comuns em tipos específicos de câncer de mama, como carcinomas lobulares, que podem ter menor captação de FDG. Portanto, a formulação dessa alternativa está incorreta em relação aos carcinomas especiais da mama.
Ao estudar para concursos, é essencial entender o contexto clínico das ferramentas diagnósticas e suas melhores indicações, em conformidade com as diretrizes médicas mais recentes. Boas práticas incluem acompanhar as atualizações de diretrizes de instituições relevantes como a Sociedade Brasileira de Mastologia e o American College of Radiology.
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