Na fratura distal do fêmur, o correto posicionamento do pon...
Gabarito comentado
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Tema central: O tema aborda o posicionamento correto do ponto de entrada do pino da placa DCS (Dynamic Condylar Screw) em fraturas distais do fêmur, situação comum na prática ortopédica de trauma. A decisão correta garante alinhamento, estabilidade biomecânica e prevenção de complicações.
Justificativa da alternativa correta (B):
A alternativa B) na metade anterior do côndilo femoral, 15 a 25 mm proximal à superfície articular está correta porque corresponde ao local anatômico ideal para o início da fixação da placa DCS. Este posicionamento permite que o pino acompanhe o eixo anatômico do fêmur, facilitando a inserção, garantindo compressão adequada na fratura e evitando a penetração intra-articular ou desvio de eixo.
Evidência científica: Estudo publicado na “Injury” (pubmed, 2012) e o “Projeto Diretrizes – AMB/SBOT” reforçam o uso da placa DCS em fraturas supracondilianas do fêmur, detalhando que o ponto de entrada deve ser anterior e a cerca de 1,5 a 2,5 cm proximal à superfície articular para melhor biomecânica.
Análise das alternativas incorretas:
A) Metade posterior do côndilo implica risco de violação da cortical posterior, dificultando o correto alinhamento da haste e prejudicando a estabilidade.
C) Embora na metade anterior, está distante demais da linha articular, prejudicando compressão na região condilar, inviabilizando a utilização ideal do implante.
D) Combina posição posterior (errada) com distância excessiva da superfície articular, ambos os fatores tecnicamente inadequados.
E) Embora mencione alinhamento à cortical posterior, sugere distância inadequada e uma linha de fixação que não está em conformidade com o eixo femoral anatômico requerido para a placa DCS.
Dicas para a prova: Atenção à terminologia anatômica (anterior x posterior), distância da articulação (mm ou cm indicados) e correspondência com o trajeto do pino.
Resumo prático: Sempre busque alinhar a fixação ao eixo anatômico do fêmur distal com atenção às descrições de localizações precisas. Evite opções que tragam termos ambíguos ou números fora do padrão descrito em protocolos ou literatura clássica (ex: “Rockwood & Green”, “Watson-Jones”).
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