Até o início da década de 1970, havia pelo menos três dezenas de diferentes tipos de balizamento no mundo, o que causava confusões ao navegante sobre qual rota seguir ao aproximar-se de um determinado porto. Para diminuir esta problemática, que vinha causando diversos acidentes marítimos mundo afora, a Organização Marítima Internacional aprovou regras para sistemas de balizamentos padronizados, chamados de IALA. O Brasil, através da Diretoria de Hidrografia e Navegação, da Marinha do Brasil, optou pelo: