A sepse é considerada uma das doenças fatais mais comumente ...
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A alternativa CORRETA é a B.
Comentário da alternativa B:
A alternativa correta aborda a recomendação de infusão prolongada de beta-lactâmicos, que é uma prática considerada em pacientes com sepse ou choque séptico. Este método pode ser vantajoso, pois mantém concentrações plasmáticas do antibiótico por mais tempo, o que pode ser mais eficaz na eliminação de infecções bacterianas, desde que o equipamento para tal esteja disponível.
Análise das alternativas incorretas:
A - O lactato sérico é, de fato, um importante biomarcador de hipóxia e disfunção tecidual. Contudo, não é utilizado como uma medida direta da perfusão tecidual. Ele é utilizado mais como um indicador indireto da gravidade da sepse e como um guia para a reanimação.
C - Para o controle glicêmico, a recomendação é iniciar a terapia com insulina quando os níveis de glicose estiverem ≥ 180 mg/dL, e não 200 mg/dL como mencionado. Manter a glicemia dentro de um alvo específico é crucial para evitar complicações, mas níveis de 200 mg/dL são considerados muito altos.
D - A primeira linha de tratamento como vasopressor no choque séptico é a norepinefrina, e não epinefrina. A norepinefrina é preferida por seu efeito predominante em aumentar a resistência vascular periférica sem comprometer de forma significativa o débito cardíaco.
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A FGV usou o Manual de Sobrevivência na SEPSE para essa questão
https://sccm.org/sccm/media/PDFs/Surviving-Sepsis-Campaign-2021-Portuguese-Translation.pdf
A - ERRADA. O lactato sérico é um importante biomarcador de hipóxia e disfunção tecidual e, por isso, utilizado como uma medida direta da perfusão tecidual.
O lactato sérico é um importante biomarcador de hipóxia e disfunção tecidual, mas não é uma medida direta da perfusão tecidual
B - CORRETA. Recomenda-se infusão prolongada de beta-lactâmicos ao invés de infusão convencional em bólus em paciente com sepse ou choque séptico, se o equipamento necessário estiver disponível.
Recomendação 25. Para adultos com sepse ou choque séptico, sugerimos o uso de infusão prolongada de beta-lactâmicos para manutenção (após um bolus inicial) ao invés de infusão convencional em bolus.
C- ERRADO - Para controle glicêmico recomenda-se iniciar a terapia com insulina com níveis de glicose ≥ 200 mg/dL.
"A American Diabetes Association, em suas recomendações mais recentes para o controle glicêmico de pacientes críticos, recomendou o início da terapia com insulina para hiperglicemia persistente > 180 mg/dL e, posteriormente, uma faixa alvo de glicose de 140-180 mg/dL "
D - ERRADO - Para adultos com choque séptico, recomenda-se o uso de epinefrina como agente de primeira linha em relação a outros vasopressores.
Recomendação 37. Para adultos com choque séptico, recomendamos o uso de norepinefrina como agente de primeira linha em relação a outros vasopressores. Recomendação forte.
FGV 2024 Tá vindo pra aposentar os concurseiros.
FOco
UM dia de cada vez
A - ERRADA. O lactato sérico é um importante biomarcador de hipóxia e disfunção tecidual e, por isso, utilizado como uma medida direta da perfusão tecidual.
O lactato sérico é um importante biomarcador de hipóxia e disfunção tecidual, mas não é uma medida direta da perfusão tecidual
B - CORRETA. Recomenda-se infusão prolongada de beta-lactâmicos ao invés de infusão convencional em bólus em paciente com sepse ou choque séptico, se o equipamento necessário estiver disponível.
Recomendação 25. Para adultos com sepse ou choque séptico, sugerimos o uso de infusão prolongada de beta-lactâmicos para manutenção (após um bolus inicial) ao invés de infusão convencional em bolus.
C- ERRADO - Para controle glicêmico recomenda-se iniciar a terapia com insulina com níveis de glicose ≥ 200 mg/dL.
"A American Diabetes Association, em suas recomendações mais recentes para o controle glicêmico de pacientes críticos, recomendou o início da terapia com insulina para hiperglicemia persistente > 180 mg/dL e, posteriormente, uma faixa alvo de glicose de 140-180 mg/dL "
D - ERRADO - Para adultos com choque séptico, recomenda-se o uso de epinefrina como agente de primeira linha em relação a outros vasopressores.
Recomendação 37. Para adultos com choque séptico, recomendamos o uso de norepinefrina como agente de primeira linha em relação a outros vasopressores. Recomendação forte.
O diagnóstico da sepse baseia-se na presença de infecção suspeita ou confirmada, associada a sinais de disfunção orgânica, como alteração do nível de consciência, hipotensão, taquipneia ou oligúria.
B
A coleta de culturas (sangue, urina, outros sítios) é fundamental para identificar o foco infeccioso e guiar a terapia antimicrobiana.
C
O tratamento da sepse deve ser iniciado precocemente, com ressuscitação volêmica, antibioticoterapia empírica e suporte de órgãos, se necessário.
D
A remoção do foco infeccioso, quando possível (drenagem de abscessos, desbridamento de tecidos necrosados), é essencial para o sucesso do tratamento
A - ERRADA. O lactato sérico é um importante biomarcador de hipóxia e disfunção tecidual e, por isso, utilizado como uma medida direta da perfusão tecidual.
O lactato sérico é um importante biomarcador de hipóxia e disfunção tecidual, mas não é uma medida direta da perfusão tecidual
B - CORRETA. Recomenda-se infusão prolongada de beta-lactâmicos ao invés de infusão convencional em bólus em paciente com sepse ou choque séptico, se o equipamento necessário estiver disponível.
Recomendação 25. Para adultos com sepse ou choque séptico, sugerimos o uso de infusão prolongada de beta-lactâmicos para manutenção (após um bolus inicial) ao invés de infusão convencional em bolus.
C- ERRADO - Para controle glicêmico recomenda-se iniciar a terapia com insulina com níveis de glicose ≥ 200 mg/dL.
"A American Diabetes Association, em suas recomendações mais recentes para o controle glicêmico de pacientes críticos, recomendou o início da terapia com insulina para hiperglicemia persistente > 180 mg/dL e, posteriormente, uma faixa alvo de glicose de 140-180 mg/dL "
D - ERRADO - Para adultos com choque séptico, recomenda-se o uso de epinefrina como agente de primeira linha em relação a outros vasopressores.
Recomendação 37. Para adultos com choque séptico, recomendamos o uso de norepinefrina como agente de primeira linha em relação a outros vasopressores. Recomendação forte.
O diagnóstico da sepse baseia-se na presença de infecção suspeita ou confirmada, associada a sinais de disfunção orgânica, como alteração do nível de consciência, hipotensão, taquipneia ou oligúria.
B
A coleta de culturas (sangue, urina, outros sítios) é fundamental para identificar o foco infeccioso e guiar a terapia antimicrobiana.
C
O tratamento da sepse deve ser iniciado precocemente, com ressuscitação volêmica, antibioticoterapia empírica e suporte de órgãos, se necessário.
D
A remoção do foco infeccioso, quando possível (drenagem de abscessos, desbridamento de tecidos necrosados), é essencial para o sucesso do tratamento
A - ERRADA. O lactato sérico é um importante biomarcador de hipóxia e disfunção tecidual e, por isso, utilizado como uma medida direta da perfusão tecidual.
O lactato sérico é um importante biomarcador de hipóxia e disfunção tecidual, mas não é uma medida direta da perfusão tecidual
B - CORRETA. Recomenda-se infusão prolongada de beta-lactâmicos ao invés de infusão convencional em bólus em paciente com sepse ou choque séptico, se o equipamento necessário estiver disponível.
Recomendação 25. Para adultos com sepse ou choque séptico, sugerimos o uso de infusão prolongada de beta-lactâmicos para manutenção (após um bolus inicial) ao invés de infusão convencional em bolus.
C- ERRADO - Para controle glicêmico recomenda-se iniciar a terapia com insulina com níveis de glicose ≥ 200 mg/dL.
"A American Diabetes Association, em suas recomendações mais recentes para o controle glicêmico de pacientes críticos, recomendou o início da terapia com insulina para hiperglicemia persistente > 180 mg/dL e, posteriormente, uma faixa alvo de glicose de 140-180 mg/dL "
D - ERRADO - Para adultos com choque séptico, recomenda-se o uso de epinefrina como agente de primeira linha em relação a outros vasopressores.
Recomendação 37. Para adultos com choque séptico, recomendamos o uso de norepinefrina como agente de primeira linha em relação a outros vasopressores. Recomendação forte.
O diagnóstico da sepse baseia-se na presença de infecção suspeita ou confirmada, associada a sinais de disfunção orgânica, como alteração do nível de consciência, hipotensão, taquipneia ou oligúria.
B
A coleta de culturas (sangue, urina, outros sítios) é fundamental para identificar o foco infeccioso e guiar a terapia antimicrobiana.
C
O tratamento da sepse deve ser iniciado precocemente, com ressuscitação volêmica, antibioticoterapia empírica e suporte de órgãos, se necessário.
D
A remoção do foco infeccioso, quando possível (drenagem de abscessos, desbridamento de tecidos necrosados), é essencial para o sucesso do tratamento
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