Criança de 11 anos, vive com HIV por transmissão vertical e reside com sua avó materna, que é sua cuidadora
principal e possui baixa escolaridade. Ele encontra-se clinicamente estável, com carga viral indetectável há dois
anos e contagem de linfócitos T CD4 de 23%. Ele frequenta a escola regularmente, mas a avó relata receio
de que o neto sofra preconceito caso a escola descubra
o diagnóstico. O paciente está iniciando a puberdade e
começou a questionar a finalidade dos medicamentos
que utiliza diariamente. Durante a consulta na Unidade
de Referência, a equipe multiprofissional avalia o plano
de imunização, as estratégias de adesão e o processo de
revelação diagnóstica.