O principal objetivo da Instrução Normativa do Calendário Na...

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Q3874569 Saúde Pública
O principal objetivo da Instrução Normativa do Calendário Nacional de Vacinação 2025 é definir oficialmente os esquemas vacinais para diferentes faixas etárias e grupos especiais no Brasil. De acordo com este documento, analise as assertivas abaixo e, ao final, responda o que se pede:

I - Recomenda-se a imunoprofilaxia com a vacina BCG aos contatos domiciliares de pessoas acometidas de hanseníase, examinados e sem presença de sinais e de sintomas da doença, a partir de 1 ano de idade, não vacinados ou que receberam apenas 1 dose da vacina BCG.
II - O esquema básico da Vacina Inativada Poliomielite é composto por 3 doses: aos 2 meses, 4 meses e 6 meses de idade, com intervalo de 60 dias entre as doses.
III - Caso a primeira dose da Vacina Rotavírus Humano G1 P [8] (atenuada) não seja realizada dentro do intervalo preconizado (1 mês e 15 dias a 11 meses e 29 dias de idade), a criança perderá a oportunidade da primeira e da segunda dose e, portanto, sua proteção contra o rotavírus humano e suas consequências.
IV - A vacina Tríplice Viral é contraindicada para gestantes e crianças abaixo dos 6 meses (até 5 meses e 29 dias) de idade, mesmo em situações de surto de sarampo, caxumba ou rubéola.

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Alternativas

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Gabarito: D

Fundamento decisivo: A questão exigia comparar literalmente as assertivas com a Instrução Normativa do Calendário Nacional de Vacinação 2025. Como o texto normativo confirma os quatro pontos cobrados, a consequência é que todas as assertivas são verdadeiras.

Tema central: Calendário vacinal 2025
Análise das alternativas
A
Errada
Está errada porque exclui as assertivas II e IV. A II está de acordo com a IN 2025 ao fixar o esquema básico da VIP em 3 doses aos 2, 4 e 6 meses, com intervalo de 60 dias. A IV também está correta, porque a norma contraindica a tríplice viral para gestantes e crianças abaixo de 6 meses, inclusive em surto.
B
Errada
Está errada porque exclui a assertiva III. A IN 2025 afirma expressamente que a 1ª dose da vacina rotavírus pode ser feita entre 1 mês e 15 dias e 11 meses e 29 dias e que, se esse intervalo não for respeitado, perdem-se a 1ª e a 2ª doses.
C
Errada
Está errada porque exclui as assertivas I e IV. A I coincide com a norma ao indicar BCG para contatos domiciliares de hanseníase, desde que examinados, sem sinais e sintomas, a partir de 1 ano, quando não vacinados ou com apenas 1 dose. A IV também coincide literalmente com a contraindicação da tríplice viral para gestantes e menores de 6 meses, mesmo em surto.
D
Certa
A alternativa D está correta porque a IN 2025 prevê, no ponto cobrado, BCG para contatos domiciliares de hanseníase examinados e sem sinais e sintomas, a partir de 1 ano, quando não vacinados ou com apenas 1 dose; a VIP no esquema básico com 3 doses aos 2, 4 e 6 meses, com intervalo de 60 dias entre as doses; o rotavírus com 1ª dose entre 1 mês e 15 dias e 11 meses e 29 dias, com perda da oportunidade da 1ª e da 2ª doses se esse intervalo não for observado; e a tríplice viral como contraindicada para gestantes e crianças abaixo de 6 meses, mesmo em situação de surto. Assim, I, II, III e IV estão corretas, o que torna D a única alternativa compatível.
Pegadinha da questão
A confusão real estava em lembrar regras anteriores ou exceções supostas: especialmente o limite etário do rotavírus e a falsa ideia de que surto permitiria tríplice viral abaixo de 6 meses. Também podia induzir erro confundir a BCG do nascimento com a recomendação específica para contato domiciliar de hanseníase a partir de 1 ano.
Dica para questões semelhantes
  • Quando a questão citar instrução normativa de vacinação, resolva por confronto literal dos elementos técnicos: indicação, idade, intervalo, contraindicação e exceção expressa.
  • No esquema vacinal, diferencie regra geral de situação excepcional: na VIP, a regra cobrada é intervalo de 60 dias, não o mínimo excepcional de 30 dias.
  • Em vacinas com limite etário, verifique se a norma fala em perda de oportunidade por descumprimento do intervalo da 1ª dose, como no rotavírus.
  • Não amplie exceções sem texto normativo expresso: se a IN contraindica abaixo de 6 meses mesmo em surto, essa vedação prevalece.

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