O grau da seguinte lesão ulcerada péptica gastroduodenal, se...
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Tema central: Esta questão envolve a Classificação de Sakita, usada para estadiar úlceras pépticas gastroduodenais durante a endoscopia, fundamental para determinar o manejo clínico e prognóstico do paciente.
Análise da descrição clínica: O quadro apresentado – depósito de fibrina clara e limpa, margem pouco edemaciada e hiperemiada e discreta regeneração epitelial ou convergência de pregas – é típico da fase ativa tardia segundo Sakita (A2), indicando que a lesão já está em processo de redução da agressão inicial e início da reorganização tecidual.
Justificativa da alternativa correta (B) A2: Segundo a referência técnica, na fase A2 a úlcera exibe base recoberta por espessa camada de fibrina clara e limpa, com borda regular, menos tumefeita e discreta convergência de pregas. A diferença para a fase anterior (A1) está justamente no aspecto da fibrina (limpa, sem restos necróticos) e da borda (menos inflamada). Assim, a alternativa B é a correta.
Análise das alternativas incorretas:
- A) H1: Fase de cicatrização mais adiantada, onde a base está com fina camada de fibrina e há marcada convergência de pregas. Não condiz com fibrina espessa da descrição.
- C) H2: Cicatrização ainda mais avançada, com a base quase sem fibrina e intensa convergência de pregas – não corresponde à descrição da fase ativa.
- D) S1: Cicatriz vermelha, já sem fibrina e com depressão avermelhada – quadro de reepitelização, diferente da úlcera ativa com fibrina.
- E) A1: Característica de fase ativa inicial, com fibrina espessa, possivelmente hematina, restos necróticos e bordas tumefeitas/enantematosas – quadro mais inflamado e agudo do que o descrito.
Estratégias de prova: Atenção aos adjetivos como “clara e limpa” versus “hematina/restos necróticos”. A descrição da convergência de pregas também guia o candidato para o início de cicatrização, porém, a presença significativa de fibrina reforça a classificação como A2.
Referências: Conforme os manuais gastroenterológicos e os protocolos nacionais, como o “Manual de Endoscopia Digestiva” e revisões do UpToDate, a Classificação de Sakita é a mais aceita para estadiamento endoscópico das úlceras gastroduodenais (Manual de Gastroenterologia, Maluf-Filho et al., p. 220).
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