Em relação a alguns dos diversos níveis da técnica conhecid...
Gabarito comentado
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A alternativa correta é a Alternativa A. Vamos entender por quê e analisar as demais opções.
Alternativa A descreve corretamente o RAID 5. Nesta configuração, a paridade não é armazenada em um único disco, mas sim distribuída entre todos os discos do array. Isso ajuda a evitar o gargalo que ocorreria se um único disco de paridade fosse atualizado constantemente a cada operação de escrita. Essa distribuição de paridade melhora o desempenho e a tolerância a falhas, já que, em caso de falha de um disco, os dados podem ser reconstruídos usando as informações de paridade nos demais discos.
Alternativa B está incorreta. Ela descreve erroneamente o RAID 0 como se tivesse tolerância a falhas por meio de espelhamento. Na verdade, o RAID 0 realiza apenas o striping, distribuindo os dados entre vários discos para aumentar a performance, mas não oferece qualquer nível de redundância ou proteção contra falhas de disco.
Alternativa C está errada ao descrever o RAID 1 como se realizasse striping. O RAID 1, na realidade, implementa o espelhamento, onde os dados são duplicados em dois ou mais discos. Isso garante a tolerância a falhas, uma vez que, se um disco falhar, seus dados ainda estarão disponíveis em outro disco espelhado.
Alternativa D fornece uma descrição imprecisa do RAID 2. No RAID 2, a paridade é gerida de maneira diferente, usando códigos de correção de erros como o código de Hamming, e não simplesmente como blocos de paridade associados a blocos de dados. Além disso, o RAID 2 é menos comum e não faz leituras independentes de discos devido à sua dependência do sincronismo entre discos.
Alternativa E apresenta uma visão incorreta do RAID 6. Embora o RAID 6 realmente ofereça uma alta disponibilidade ao usar múltiplas paridades (geralmente duas), a explicação dada não é precisa quanto ao cálculo de custos de disponibilidade. O RAID 6 permite que até dois discos falhem sem perda de dados, mas o custo em termos de capacidade de armazenamento não é simplesmente 1/n.
Espero que essa explicação tenha ajudado a esclarecer o funcionamento dos diferentes níveis de RAID e como eles se aplicam em contextos de armazenamento de dados. Gostou do comentário? Deixe sua avaliação aqui embaixo!
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Comentários
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a) GAB
b) RAID 1
c) RAID 0
d) RAID 2 possui paridade a nível de bit, não de bloco
e) Esse é o RAID 3 [1]
[1] https://docplayer.com.br/3486556-Arquitetura-de-computadores-i.html
RAID 0: striping (divisão de dados), espalhamento, mínimo de 2 discos, 0 redundância e 0 confiabilidade, melhor desempenho de todos.
RAID 1: mirroring (espelhamento), mínimo de 2 discos.
RAID 2: código de correção de erros (ECC), código de Hamming, 7 discos (4D + 3P)
RAID 3: paridade intercalada por bit, mínimo de 3 discos, disco exclusivo de paridade.
RAID 4: paridade intercalada por bloco, mínimo de 3 discos, disco exclusivo de paridade.
RAID 5: paridade distribuída intercalada por bloco, armazena paridade por alternância circular (round-robin), mínimo de 3 discos, capacidade de 1 disco para paridade.
RAID 6: dupla paridade distribuída intercalada por bloco, redundância P+Q, Reed-Solomon, requer no mínimo 4 discos, suporta falha de até dois discos, perde a capacidade de 2 discos para armazenar paridade.
O RAID 2 utiliza códigos de Hamming e trabalha em nível de bits, não com “paridade armazenada como blocos”.
A = Melhora do RAID 4 que é um disco dedicado de paridade, ou seja, o RAID 5 é disco distribuído de paridade por todos os discos.
B e C = Eles inverteram o RAID 1 e RAID 0
D = NIVEL DE BITE e NÃO ACONTECE DE FORMA INDEPENDENTE e ACESSO REQUER QUE TODOS OS DRIVERS ESTEJAM SINCRONIZADOS
No caso de RAID 2 e 3, os strips são muito pequenos, normalmente como um único byte ou palavra. Com RAID 2, um código de correção de erro é calculado para os bits correspondentes em cada disco de dados, e os bits do código são armazenados nas posições dos bits correspondentes nos vários discos de paridade. Normalmente, um código de Hamming é utilizado, que é capaz de corrigir erros de único bit e detectar erros em dois bits.
E = TOLERA DUAS FALHAS, 2 BITS DE CÓDIGOS D E CORREÇÃO DE ERRO.
Aqui é o RAID NIVEL 3
O custo da disponibilidade mais alta pode ser reduzido para 1/n, onde n é o número de discos em um grupo de proteção. Em vez de ter uma cópia completa dos dados originais para cada disco, só precisamos acrescentar informações redundantes suficientes para restaurar a informação perdida em uma falha. Leituras ou escritas vão para todos os discos no grupo, com um disco extra para manter as informações de verificação caso haja uma falha. RAID 3 é comum em aplicações com grandes conjuntos de dados, como multimídia e alguns códigos científicos
Stallings + Patterson
GAB A.
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