Nas luxações das articulações interfalangeanas proximais dos...

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Q4192412 Medicina
Nas luxações das articulações interfalangeanas proximais dos dedos longos, os ligamentos colaterais e a placa volar rompem mais frequentemente, respectivamente, em suas inserções
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Gabarito: C

Fundamento decisivo: Nas luxações da articulação interfalangeana proximal (IFP) dos dedos longos, os ligamentos colaterais rompem mais frequentemente na inserção proximal, enquanto a placa volar se rompe mais frequentemente em sua inserção distal, na base da falange média; esse padrão anatômico é o que define a alternativa correta.

Tema central: Luxação da IFP
Análise das alternativas
A
Errada
Está errada porque atribui aos ligamentos colaterais ruptura intrassubstancial como padrão mais frequente, quando o padrão clássico cobrado nas luxações da IFP é falha na inserção proximal. A parte da placa volar distal está correta, mas a alternativa é invalidada pelo erro nos colaterais.
B
Errada
Está errada porque coloca os ligamentos colaterais como rompendo distalmente. Para os colaterais da IFP, o padrão mais frequente é ruptura proximal. A placa volar distal está correta, mas a combinação global não corresponde ao padrão anatômico habitual.
C
Certa
A alternativa C corresponde ao padrão anatômico-funcional clássico da luxação da interfalangeana proximal. Nessa lesão, os principais estabilizadores estáticos envolvidos são os ligamentos colaterais e a placa volar. O padrão mais frequente cobrado é ruptura proximal dos colaterais e avulsão distal da placa volar, especialmente na base da falange média. Por isso, essa é a única opção que combina corretamente os dois locais de inserção mais frequentemente acometidos.
D
Errada
Está errada por inverter os dois padrões lesionais. Os colaterais não rompem mais frequentemente distalmente, e a placa volar não rompe mais frequentemente proximalmente. O padrão clássico é exatamente o oposto: colaterais proximais e placa volar distal.
E
Errada
Está errada porque, embora acerte os ligamentos colaterais como proximais, erra a placa volar. Na luxação da IFP, a placa volar se rompe mais frequentemente distalmente, por avulsão na base da falange média, e não proximalmente.
Pegadinha da questão
A banca explora a troca do ponto de ruptura da placa volar, que intuitivamente pode ser marcada como proximal, embora o padrão mais frequente seja distal, além da tendência de supor que colaterais e placa volar falham no mesmo lado.
Dica para questões semelhantes
  • Em luxação da IFP, se a pergunta for sobre padrão mais frequente de falha, pense separadamente em colaterais e placa volar; não assuma simetria entre eles.
  • Fixe o padrão anatômico clássico cobrado: ligamentos colaterais proximalmente e placa volar distalmente na base da falange média.
  • Se aparecer ruptura intrassubstancial dos colaterais, confronte com o que está sendo pedido: possibilidade anatômica não é o mesmo que local mais frequente de ruptura.

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