Considerando que a principal causa de hemorragia subaracnóid...
1. Implementar tratamento definitivo com clipagem ou embolização do aneurisma, de preferência nas primeiras 72 horas do sangramento.
2. Tratar a hipertensão intracraniana com agentes osmóticos, de preferência solução salina hipertônica.
3. Identificar precocemente a presença de vasoespasmo cerebral através de Doppler transcraniano seriado.
4. Iniciar fenitoína profilática pelo alto risco de agravo do edema cerebral associado ao surgimento de crise convulsiva com piores desfechos prognósticos.
No atendimento dos pacientes com hemorragia subaracnóidea, DEVEM SER ADOTADOS os procedimentos:
Gabarito comentado
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Gabarito: D
Fundamento decisivo: Na HSA aneurismática não traumática, o ponto decisivo é reconhecer as condutas sustentadas pela diretriz AHA/ASA 2023: tratamento precoce do aneurisma roto para reduzir ressangramento, monitorização de vasoespasmo com Doppler transcraniano e manejo da hipertensão intracraniana quando presente; em contraste, anticonvulsivantes profiláticos de rotina, como fenitoína para todos os pacientes, não são recomendados. Isso direciona o gabarito para as assertivas 1, 2 e 3.
- Em HSA aneurismática, procure primeiro as medidas que mudam o risco de ressangramento: exclusão precoce do aneurisma costuma ser critério decisivo.
- Separe condutas de neurointensivismo indicadas quando há complicação presente, como osmoterapia na hipertensão intracraniana, de intervenções profiláticas que não são universais.
- Vasoespasmo após HSA é complicação típica de vigilância ativa; Doppler transcraniano seriado é ferramenta válida de monitorização.
- Se a alternativa trouxer anticonvulsivante profilático como regra para todos os pacientes com HSA, confronte com a base: isso não é recomendação rotineira.
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