Em consulta na Atenção Primária, mulher de 35 anos, assint...
Em consulta na Atenção Primária, mulher de 35 anos, assintomática, com história familiar significativa (mãe com câncer de mama aos 42 anos e irmã com câncer de mama aos 38 anos), apresenta teste genético confirmando mutação em BRCA1. Nunca realizou exames de imagem das mamas. Ao exame físico, não há alterações.
Considerando o risco individual e as recomendações do consenso NCCN, qual é a estratégia mais adequada de rastreamento para essa paciente?
Gabarito comentado
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Gabarito: A
Fundamento decisivo: Pela diretriz NCCN para rastreamento em portadoras de BRCA1/2, mulher de 35 anos com mutação BRCA1 confirmada já está na faixa em que a mamografia deve ser adicionada à ressonância magnética anual; por isso, o esquema correto é a associação dos dois exames, e não métodos isolados ou rastreamento adiado.
- Se houver mutação BRCA1 confirmada, pense em rastreamento de alto risco hereditário, não em esquema da população geral.
- Em BRCA1/2, a RM é central, mas após os 30 anos a mamografia passa a ser associada anualmente pelo NCCN.
- Ultrassonografia não substitui o esquema padrão de rastreamento em portadoras de BRCA1 quando a RM está indicada.
- Ausência de sintomas não reduz indicação de rastreamento quando o risco genético já está definido.
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