Um paciente masculino de 28 anos com histórico de epilepsia refratária é encaminhado para avaliação em um
centro especializado. Ele tem uma média de três crises
tônico-clônicas generalizadas por mês, apesar da terapia combinada com valproato e levetiracetam em doses
otimizadas. A ressonância magnética (RM) do cérebro
mostra esclerose mesial temporal bilateral e o vídeo-EEG
captura episódios ictais originados a partir dos lobos
temporais, sem lateralização consistente. As opções
cirúrgicas são limitadas pela natureza bilateral das
lesões. Qual abordagem terapêutica adicional poderia
ser considerada nesse caso?