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Q4156900 Medicina
O dedo em gatilho é decorrente de uma alteração patológica na polia 
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Gabarito: B

Fundamento decisivo: O dedo em gatilho clássico resulta de estenose/espessamento da polia A1, na região da articulação metacarpofalângica, com desproporção entre o volume do tendão/nódulo e o calibre da polia, gerando conflito mecânico e travamento; por isso, a alternativa correta é A1.

Tema central: Polia A1 no dedo em gatilho
Análise das alternativas
A
Errada
A4 está errada porque não é a sede clássica da estenose do dedo em gatilho. A base informa que a A4 se localiza mais distalmente, sobre a falange média, enquanto o conflito mecânico típico dessa doença ocorre na polia A1.
B
Certa
A alternativa B está correta porque a polia A1 é a estrutura tipicamente envolvida na tenossinovite estenosante do dedo em gatilho. O mecanismo clássico é a desproporção entre o volume do tendão flexor e o calibre da polia A1, levando a ressalto doloroso e travamento durante a flexoextensão. Essa é a localização anatômica clássica da patologia.
C
Errada
C1 está errada porque é uma polia cruciforme, e não o local patológico clássico da tenossinovite estenosante responsável pelo dedo em gatilho. O quadro típico decorre de estenose na A1, não em polias cruciformes.
D
Errada
C2 está errada pelo mesmo critério anatômico: também é polia cruciforme e não corresponde à sede habitual da obstrução mecânica que produz o ressalto no dedo em gatilho. A base exclui C2 como local clássico da lesão.
E
Errada
A3 está errada porque, embora seja polia anular, não é a alteração patológica típica do dedo em gatilho clássico. A base destaca que a A3 fica ao nível da articulação interfalângica proximal, diferentemente da A1, que é a polia associada ao quadro típico.
Pegadinha da questão
A banca explora a confusão entre polias do mesmo sistema flexor: trocar a A1 por outra polia anular, como A3 ou A4, ou por polias cruciformes, sem relacionar a topografia clássica do dedo em gatilho à região da metacarpofalângica.
Dica para questões semelhantes
  • No dedo em gatilho, associe o travamento em flexoextensão à tenossinovite estenosante da polia A1.
  • Use a topografia como critério de exclusão: A1 é a polia clássica na região da metacarpofalângica.
  • Não confunda importância biomecânica de outras polias com o local típico da lesão.
  • Se a alternativa trouxer polias cruciformes C1 ou C2 como sede habitual do gatilho, elimine pelo padrão anatômico clássico.

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