O Plano de Metas viabilizou as condições para o ingresso do...

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Q4192220 História
O Plano de Metas viabilizou as condições para o ingresso do Brasil num estágio avançado de industrialização, mas sem criar condições reais para isso. Na pressa de mudar o patamar de desenvolvimento do país em apenas cinco anos, Kubitschek improvisou: investiu na aceleração do crescimento sem avaliar o financiamento do processo. E optou pelo atalho, facilitando a entrada de capitais externos no país por meio da concessão de privilégios fiscais e econômicos, e aceitando depender de financiamentos internacionais para acelerar o crescimento industrial. Os atalhos acarretaram três tipos de prejuízo.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia.)

A obra em análise aponta como um dos prejuízos
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O texto afirma que Kubitschek "optou pelo atalho, facilitando a entrada de capitais externos no país por meio da concessão de privilégios fiscais e econômicos".

A consequência: Essa abertura facilitada e a dependência de financiamentos internacionais abriram as portas para que o grande capital estrangeiro (empresas multinacionais) ganhasse forte controle sobre setores estratégicos da indústria nacional, configurando um dos prejuízos ou contradições do modelo de desenvolvimento adotado.

GABARITO E

O PRÓPRIO TEXTO DA QUESTÃO DESTACA ESSA CRÍTICA AO APONTAR QUE KUBITSCHEK "OPTOU PELO ATALHO, FACILITANDO A ENTRADA DE CAPITAIS EXTERNOS NO PAÍS POR MEIO DA CONCESSÃO DE PRIVILÉGIOS FISCAIS E ECONÔMICOS". ESSA POLÍTICA ATRAIU MULTINACIONAIS QUE ASSUMIRAM POSIÇÕES ESTRATÉGICAS E DE LIDERANÇA NA ECONOMIA BRASILEIRA (ESPECIALMENTE NO SETOR AUTOMOBILÍSTICO E DE BENS DE CONSUMO DURÁVEIS), GERANDO MAIOR DEPENDÊNCIA DO CAPITAL E DE DECISÕES ESTRANGEIRAS.

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